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domingo, 21 de junho de 2020

Slides de Português Do 6º ao 9º ano Grátis

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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Quando Devo Usar Para Mim ou Para Eu nas Frases?

Afinal, qual é a forma correta, “para mim ou para eu”? Bom, o emprego de cada uma das expressões dependerá da situação de uso, pois ambas existem e estão corretas. Sendo assim, a expressão “para eu” deverá ser usada quando “eu” assumir a função de sujeito. Já a expressão “para mim” será empregada quando “mim” exercer a função de objeto direto. Observe os exemplos:

Quando usar “para eu”:
Preciso de férias para eu descansar. (certo)
Preciso de férias para mim descansar. (errado)
Faltam quinze dias para eu viajar. (certo)
Faltam quinze dias para mim viajar. (errado)

Dica importante: “Para eu” deve ser utilizado sempre que o sujeito for seguido de um verbo no infinitivo que indique uma ação.

Quando usar “para mim”:
Você pode comprar o ingresso para mim? (certo)
Você pode comprar o ingresso para eu? (errado)
Aquele convite é para mim, não para você. (certo)
Aquele convite é para eu, não para você. (errado)

Dica importante: “Mim”, que é um pronome pessoal oblíquo tônico e deve estar sempre precedido por uma preposição, só será utilizado quando desempenhar a função de complemento em uma oração.


 
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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Os Cinco Maiores Erros Gramaticais que Podemos Cometer Facilmente

Quem nunca sofreu com a ortografia da língua portuguesa? Escrever nem sempre é uma tarefa fácil e pode ser ainda pior para quem não tem lá tanta intimidade com a língua na modalidade escrita. Falar é fácil, difícil mesmo é escrever! Isso acontece porque nem sempre escrevemos da maneira como falamos, o que pode provocar algumas falhas na hora de passar as ideias para o papel. Nada que não possa ser resolvido por meio da leitura e do estudo da língua.

Para ajudá-lo(a) a livrar-se de uma vez por todas dos cinco erros gramaticais que ninguém deveria cometer, preparamos algumas dicas de português que podem salvar seus textos! Vamos conferir? Boa leitura e bons estudos!

Cinco erros gramaticais que ninguém deveria cometer!
Dica 1: Mas e mais

Ele queria dormir, mas precisava acordar cedo.
Ele queria dormir, mais precisava acordar cedo. 

A palavra mas, quando for uma conjunção, deverá ser empregada para conferir o sentido de oposição, podendo ser substituída por outras conjunções, entre elas, porém, contudo, todavia, entretanto etc. A palavra mais é empregada, principalmente, para conferir ideia de quantidade ou de intensidade, sempre em oposição à palavra menos. Exemplos: Aquele é o vinho mais caro do mercado; Dez mais dez é igual a vinte.

Dica 2: Porquês
Por que / Porque

Não fui trabalhar ontem porque estava indisposto.
Não fui trabalhar ontem por que estava indisposto.

Porque, junto e sem acento, é uma conjunção cuja função é ligar duas ideias, duas orações. Ela deve ser empregada quando a segunda parte apresentar uma explicação ou causa em relação à primeira. Já a forma por que, separada e sem acento, é um advérbio interrogativo de causa que deve ser utilizado quando pedimos por uma causa ou motivo, e não apenas em uma frase que termine com ponto de interrogação. Exemplo: Não sei por que ele não veio mais nos visitar.

Porquê / Por quê

O funcionário pediu demissão, não sei por quê.
O funcionário pediu demissão ontem, não sei o porquê.
O funcionário pediu demissão, não sei porquê.

Porquê, quando escrito junto e com acento, pode substituir as palavras razão, causa ou motivo. É classificado como um substantivo, podendo ser flexionado no plural e vir acompanhado por artigos, pronomes e adjetivos. Por quê, separado e com acento, será utilizado no fim da frase, seja ela uma pergunta ou não. Exemplo: Não quiseram mais viajar e não explicaram por quê.

Dica 3: Agente / A gente

A gente marcou de se encontrar na entrada do shopping.
Agente marcou de se encontrar na entrada do shopping.

A gente é uma locução pronominal semanticamente equivalente ao pronome nós e deve ser conjugada na terceira pessoa do singular. Agente, conforme definição do dicionário Michaelis, é aquele “Que age, que exerce alguma ação; que produz algum efeito. O que agencia ou trata de negócios alheios. 2 Pessoa encarregada da direção duma agência.” Portanto, a palavra agente pode ser empregada apenas como substantivo comum e não deve ser confundida com a locução pronominal a gente. Exemplos: James Bond é o agente secreto mais famoso do mundo.

Dica 4: Para mim / Para eu

Tem muito trabalho para eu fazer.
Tem muito trabalho para mim fazer.

A expressão para eu deve ser empregada quando o pronome do caso reto “eu” assumir a função de sujeito na oração. Outra dica importante é observar a presença de um verbo: se o sujeito estiver seguido de um verbo no infinitivo que indique uma ação, não tenha dúvidas de que a maneira correta é para eu. Para mim é uma expressão que deve ser empregada quando “mim” exercer a função de objeto direto, já que “mim” é um pronome oblíquo que não pode exercer a função de sujeito quando esse apresentar um verbo posposto que indique ação. Assim sendo, “mim” não faz nada, quem faz sou eu, nós, vós, eles... Exemplos: Meu namorado trouxe uma caixa de chocolates para mim.

Dica 5: Meia / Meio

Ela ficou meio triste depois da conversa de ontem.
Ela ficou meia triste depois da conversa de ontem.

Meio pode ser advérbio de intensidade e numeral fracionário. Como advérbio, apresenta sentido de “um pouco”, sempre vinculado a um adjetivo. Lembre-se de que ele não varia, ou seja, não é flexionado, portanto, não existe meia triste, meia cansada, meia maluca etc. Contudo, se meio for numeral, virá acompanhado de um substantivo, dessa forma, concordará com o gênero: meia xícara, meio litro, meia hora etc.


 
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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Aula Sugestiva Sobre: As Vozes do Discurso

Imagem Brasil Escola
Professor, quando você apresentou a linguagem literária e seus diferentes textos para os alunos, deve ter percebido que a turminha teve uma certa dificuldade para compreender as diferenças entre o eu lírico e o autor, especialmente em um poema. Essa dificuldade é comum, mas pode ser eficientemente superada com a nossa sugestão de aula sobre as vozes do discurso.

Você deve explicar para os alunos o que é o famoso eu lírico e lembrá-los de que outras denominações são possíveis, como eu poético e sujeito lírico. Deixe bem claro nesta proposta de aula sobre o eu lírico que, ao ler um poema, por exemplo, entramos em contato com um “eu literário” que não é necessariamente a manifestação da voz de seu autor real. É preciso apontar para os alunos as diferenças entre o poeta e o eu lírico, que dentro de um texto literário é uma espécie de identidade fictícia, nascida sem nenhum compromisso com a lógica e com a compreensão de si mesmo.

Para tornar a aula mais dinâmica e interessante, você pode levar algumas canções de nossa música popular brasileira que bem evidenciam a manifestação do sujeito literário. A aula sobre o eu lírico pode ficar mais rica a partir de exemplos da manifestação do eu lírico feminino nas músicas de Chico Buarque e Caetano Veloso. O objetivo da aula, que de preferência deve estender-se por, pelo menos, quatro encontros, é identificar a presença do eu lírico feminino em canções de autoria masculina. Observe alguns exemplos de canções que ilustram bem o assunto:

Com açúcar, com afeto
Com açúcar, com afeto, fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa, qual o quê
Com seu terno mais bonito, você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é operário, sai em busca do salário
Pra poder me sustentar, qual o quê

No caminho da oficina, há um bar em cada esquina
Pra você comemorar, sei lá o quê
Sei que alguém vai sentar junto, você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias de quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol

Vem a noite e mais um copo, sei que alegre ma non troppo
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo vai bater um samba antigo
Pra você rememorar

Quando a noite enfim lhe cansa, você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão, qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida, diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado, maltrapilho e maltratado

Como vou me aborrecer, qual o quê
Logo vou esquentar seu prato, dou um beijo em seu retrato
E abro meus braços pra você
(Chico Buarque)

Esse cara
Ah, que esse cara tem me consumido
A mim e a tudo que eu quis
Com seus olhinhos infantis
Como os olhos de um bandido
Ele está na minha vida porque quer
Eu estou pra o que der e vier
Ele chega ao anoitecer
Quando vem a madrugada, ele some
Ele é quem quer
Ele é o homem
Eu sou apenas uma mulher .
(Caetano Veloso)

Olhos nos olhos
Quando você me deixou, meu bem
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci
Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos, quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais
E que venho até remoçando
Me pego cantando
Sem mais nem porquê
E tantas águas rolaram
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você
Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos, quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz
(Chico Buarque)

Os textos acima ajudarão os alunos a identificarem o eu lírico e a fazerem a correta distinção entre a voz do enunciador (eu lírico) e a voz do produtor (autor). Você pode também, professor, passar algumas perguntas que poderão ser respondidas no caderno ou até mesmo oralmente pela turma:
1- Quais são as características do eu lírico das canções apresentadas?
2- Quais elementos expressos no texto indicam o gênero do emissor e do interlocutor?
3- Como está classificada a relação entre os textos e as vozes do discurso?
4- Podemos afirmar que, nas canções de Chico Buarque e na canção de Caetano Veloso, é a própria voz do autor que está expressa nas canções?
5- Responda: nas canções apresentadas, quem é o eu lírico e quem é o eu biográfico (autor)?
Ao final da atividade, os alunos devem ter interpretado e compreendido os efeitos de sentido provocados pela representação do eu lírico feminino nas canções de Chico Buarque e Caetano Veloso, bem como as diferentes vozes do discurso e suas implicações para o texto. A proposta é levar para os alunos um material diferente, que elimine as dúvidas tão comuns entre as vozes do eu lírico e do eu biográfico. Boa aula!


 
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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Quando Usar Aspas " "

 Quando usar Aspas:

a) Quando há palavras ou expressões populares, gírias, neologismos, estrangeirismos ou arcaísmos.
 
Exemplos: 

Há “trombadinhas” nas cidades grandes 
“batendo carteira” o tempo todo, mas não há providências.
Por favor, antes de sair, faça um “backup”!
Ele mora lá nos “cafundó do Judas”!
 
b) Antes ou depois de citações. (*) 
 
Exemplos: 

Neste sábado, 31/01/09, o ministro do Trabalho disse o seguinte a respeito do aumento no salário mínimo para R$ 460,00: "Esse aumento representa beneficiar mais de 45 milhões de pessoas, entre aposentados e pensionistas".
 
"É importante que os países ricos não esqueçam nunca que foram eles que inventaram essa história de que o comércio poderia fluir livremente pelo mundo. Não é justo que agora, que eles entraram em crise, esqueçam o discurso do livre comércio e passem a ser os protecionistas que nos acusavam de ser", disse Lula no Fórum Social Mundial, em Belém.
 
* textos retirados ou baseadas em reportagens da Folha Online.
 
c) Para assinalar palavras ou expressões irônicas.
 
Exemplos:

Eles se comportaram “super” bem.
Sim, porque são uns “anjinhos”.

Brasil Escola

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quinta-feira, 9 de junho de 2016

O Exemplo dos Lobos Sobre Gestão - Reflexão


Os 3 primeiros são os mais velhos ou os doentes e marcam o ritmo do grupo. Eles são seguidos pelos 5 mais fortes que os defenderão em um ataque surpresa.No centro seguem os demais membros da alcateia, e no final do grupo seguem os outros 5 mais fortes que protegerão o grupo.Em último, sozinho, segue o lobo "alpha", o LÍDER . Em resumo, a alcateia segue ao ritmo dos anciões e sob o comando do líder que impõe o espírito de grupo não deixando ninguém para trás." O verdadeiro sentido da vida, não é chegar primeiro, mas chegar todos juntos ao mesmo destino".

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Quando Usar "U" ou "L" no Final de Algumas Palavras

Na língua portuguesa, nem sempre há correspondência entre letra (representação gráfica) e fonema (representação sonora), por isso palavras escritas com s, como casa, césio e tantas outras, às vezes são escritas com z, pois há correspondência sonora entre as letras s e z, quando o s está entre vogais. Essa característica não é restrita a essas letras, existem outras como x, c, ch, g, j, que também causam dúvidas.

Para dificultar ainda mais para o falante, há letras diferentes que representam o mesmo fonema, é o caso do u e do l quando aparecem no final das palavras, como em sol, sal e laranjal. Por isso, na fala, essas palavras são reproduzidas como: “sou”, “sau” e “laranjau”. E na hora da escrita, como não se equivocar? Como saber se a palavra termina com u ou com l? Para resolver os problemas com a grafia dessas palavras, é preciso entender que:
  1. É importante pensar na classe gramatical da palavra, pois, se for verbo e estiver na 3ª pessoa do pretérito perfeito do indicativo, como: cantou, falou, comprou e resolveu, será escrito com u, pois essa é a desinência (terminação) dos verbos para esse tempo, modo e pessoa.
  2. Em geral, quando é substantivo ou adjetivo, a grafia será com l, vamos aos exemplos? Natal, farol, castiçal, avental, legal, fiel, espanhol etc. Entretanto, isso não é uma regra, pois pode haver substantivos que sejam escritos com u no final, entretanto, são casos específicos. Por exemplo, o sufixo usado para indicar procedência – eu – é escrito com u: europeu, filisteu, hebreu. Logo, as palavras em que esse sufixo aparecer devem ser escritas com u no final.
Dicas para não errar na hora de escrever as palavras terminadas em u ou em l.
  • Alguns substantivos coletivos são formados a partir do sufixo – al : bananal, laranjal, areal;
  • Os adjetivos que são formados a partir de substantivos ou de outros adjetivos, como causal, dorsal e pessoal, recebem o sufixo – al, neste caso, indicam relação ou pertinência;
  • Os adjetivos que representam referência ou semelhança são grafados com o sufixo – il: infantil, pueril, febril, senhoril;
  • Os adjetivos formados a partir de verbos que indicam possibilidade de praticar ou sofrer algo são escritos com o sufixo – vel: desejável, removível, corrigível etc.
  • Quando o substantivo está no aumentativo, uma das possibilidades é a utilização do sufixo – aréu: fogaréu, mundaréu etc.
Agora, sempre que for escrever uma palavra que termine com u ou com l, lembre-se das dicas para não errar.


EscolaKids

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sábado, 8 de agosto de 2015

Primeiro Dia de Aula - Texto Para Reflexão

Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

- Qual é o seu nome?
- Chamo-me Nelson, senhor.
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.

Nelson ficou desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.

- Agora sim! - vamos começar .
- Para que servem as leis? Perguntou o professor.
Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça?

Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo:

- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor .
- Para diferenciar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal, porém respondam a esta pergunta:
"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - responderam todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais! Vou buscar o Nelson - disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.

Aprenda: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

Liliane Siqueira

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