sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Projeto - Água: Economizar Para Ganhar



Estamos enfrentando nos dias atuais um grande problema relacionado diretamente com o abastecimento de água em quase todas as regiões do Brasil, e como não poderia ser diferente, a nossa região nordeste também esta sendo castigada com os vários problemas de desperdício por parte de algumas pessoas, que infelizmente ao que parece ainda não se deram conta da dimensão desse problema, que é a falta de água. Isso sem falar na falta de iniciativa por parte das autoridades em lançar projetos e programas, que estimulem a população a economizar água evitando o máximo possível os vários desperdícios que se tornam comuns a cada dia.

Visando tomar uma iniciativa positiva no sentido de contribuir na redução do desperdício, pensamos no Projeto “Água: Economizar Para Ganhar”, esse projeto deveria ter duas vertentes, a primeira seria confecção, produção e distribuição de cartilhas informando de forma específica, os problemas causados pela falta d’água e que cuidados devem ser tomados, no sentido de evitar o máximo o desperdício desse elemento tão importante e necessário para a nossa vida. Essa Cartilha deverá conter principalmente ilustrações claras e objetivas para que as pessoas que não são alfabetizadas possam identificar claramente as informações contidas nas cartilhas. A segunda vertente será ilustrar na mesma cartilha, uma quantidade de prêmios que será doado aquele consumidor que de acordo com a sua redução mensal em metros cúbicos de água, lhe será garantida uma premiação. Esse controle poderá ser feito pela instituição fornecedora de água em convênio com a prefeitura ou qualquer outra instituição responsável, onde os consumidores levariam suas contas para um cadastro inicial, e dai em diante todo mês em havendo redução no seu consumo mensal, deverá dirigir-se ao posto de cadastro para comprovar a redução, e receber o seu prêmio. Esse prêmio pode ser desde uma simples bacia ou balde até mesmo uma caixa d’água, o que poderá ser estipulado pela comissão de acordo com a economia alcançada pelo consumidor. Dessa forma o consumidor estará sendo incentivado a economizar, e a obter prêmios que lhe ajudaram a armazenar e consequentemente economizar água. Como sugestão essa premiação poderá ser adquirida incentivando a iniciativa privada, a fornecer tais produtos recebendo em contra partida dos órgãos públicos a redução ou perdão de impostos.

Essa é nossa contribuição no sentido de evitar que a nossa região, passe por momentos mais difíceis do que nós estamos passando nesse momento, diante de uma ameaça constante de racionamento devido à falta de água que hoje atinge nossos reservatórios, e diante da falta imediata de atitudes das autoridades, acho que com uma clara informação, somado a uma atitude incentivadora e com cada um fazendo a sua parte, nós podemos vencer mais essa ameaça com a graça de Deus.


 INFORNATUS




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Município de Alagoinha - Paraíba

Alagoinha é um município brasileiro localizado na Região Metropolitana de Guarabira, estado da Paraíba. Sua população em 2012 foi estimada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 13.740 habitantes,distribuídos em 85 km² de área.O local onde hoje se situa o município de Alagoinha foi ponto de passagem de contrabandistas franceses, que por volta do século XVI passavam pela região, a procura do ouro na Serra da Copaoba. Na época, a região era habitada por índios Potiguaras.

Os primórdios o povoamento são atribuídos à construção de uma casa, em 1864 às margens de uma lagoa. Destinava-se a hospedagem dos tropeiros que se dirigiam para a grande feira de Mamanguape.Outra versão, apresentada pelo historiador Coriolano Medeiros, a povoação foi fundada em 1870 por Luiz Honorato, que construíra ali a primeira residência e um estabelecimento comercial. A ele se juntaram outros pioneiros como o Tenente José Joaquim de Moura, o Capitão Firmino Alves Pequeno, o Capitão Francisco da Costa de Paula Pereira e José Luiz Beltrão.O distrito de Paz de Alagoinha foi criado em 25 de outubro de 1921 através da Lei nº 533. Na divisão administrativa do Brasil, realizada em 1936, Alagoinha se apresentou como um distrito de Guarabira. Manteve-se nestas condições nas divisões dos anos 1937 e 1938, bem como no qüinqüênio 1939-1943.A povoação foi declarada vila em 30 de março de 1938, pelo Decreto-Lei nº 1010. Em 31 de dezembro de 1943 teve sua denominação mudada de Alagoinha para Tauatuba, que em linguagem indígena significa "abundância de barro vermelho". Cinco anos depois (1948), um Projeto de Lei do deputado Hiati Leal, restaurou-lhe a antiga denominação. Após o movimento que resultou no retorno do nome inicial, começou o processo em prol da emancipação política. Com grande apelo popular e participação do ilustre Sr. Manoel Martins, a emancipação ocorreu em 3 de dezembro de 1953, através da Lei nº 979. A instalação oficial se deu em 30 de dezembro de 1953, com a posse do primeiro prefeito Dr. Geraldo Gomes Beltrão.

O município de Alagoinha está localizado na mesorregião do Agreste Paraibano situando-se, de forma mais precisa, na microrregião de Guarabira, distando a 89 km de João Pessoa.Encontra-se entre os paralelos de 6º53’47” e 6º58’37” de latitude Sul e entre os meridianos de 35º28’06” e 35º32’39” de longitude oeste. Possui uma área de 87 km², limitando-se ao Norte com Cuitegi, ao Sul com Alagoa Grande e Mulungu, ao Leste com Mulungu e Guarabira e ao Oeste com Pilões, Areia e Alagoa Grande. A cidade é interligada aos municípios de Guarabira, Cuitegi e Alagoa Grande pela rodovia "Margarida Maria Alves" (PB 075) e a Mulungu por uma estrada vicinal (terra batida). O acesso a Pilões é feito via Cuitegi e a Areia, via Alagoa Grande.

O município localiza-se na unidade geoambiental do Planalto da Borborema, com relevo movimentado.O clima é ameno, com temperaturas que chegam a 14 °C no inverno e, em dias quentes, a 33 °C.O município está inserido nos domínios da bacia hidrográfica do Rio Mamanguape e tem como principais tributários são os riachos Mumbuca e Poções. Conta com a barragem do Tauá. Os principais cursos d’ água no município têm regime de escoamento intermitente.


 INFORNATUS


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Município de Lagoa Seca - PB

Lagoa Seca é um município brasileiro localizado na Região Metropolitana de Campina Grande, estado da Paraíba. Sua população em 2011 foi estimada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 26.034 habitantes, distribuídos em 109 km² de área.De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2006 sua população era estimada em 26.000 habitantes. Seu clima é o tropical úmido, com temperatura média anual em torno de 22°C, sendo a mínima de 14°C e a máxima de 33°C. A cidade é limitada pelos municípios de Campina Grande, Massaranduba, Matinhas, São Sebastião de Lagoa de Roça, Montadas, Puxinanã e Esperança (apenas 100 m. de limite).

A origem do nome Lagoa Seca é permeada por várias versões, a mais precisa é atribuída à existência de um engenho com essa denominação, de propriedade do Coronel Vila Seca. Como homenagem ao Coronel surgiu o nome da cidade. Em uma versão popular um fato ocorrido na Rua João Lourenço Porto, onde existia uma lagoa, que se encontrava sempre seca originou o nome. Certo dia uma mulher bem vestida escorregou na lagoa e exclamou: "Como pude escorregar em uma lagoa seca!". Os comentários se propagaram na região, batizando o município.Os primeiros habitantes de Lagoa Seca foram os índios "Bultrins". O início de sua povoação se deu em outubro de 1929, e teve como fundador Cícero Faustino da Silva. Sua elevação à categoria de vila ocorreu em 1933, período no qual foi nomeada de "Vila de Ipuarana" (origem indígena) IPU=lagoa e ARANA=ruim, seca. Surge daí mais uma versão para o nome do município. A cidade também já foi chamada de Lama da Gata e Tarimba.Entre 1939 e 1940, frades Franciscanos procedentes da Alemanha, Lamberto Hotting, Pedro Westerman e Manfredo Ponterburg construíram um grande seminário, hoje Colégio Seráfico de Santo Antônio (Convento Ipuarana), dando impulso à formação da vila.O distrito foi criado em 1934 e o município desmembrou-se de Campina Grande com sua emancipação política em 4 de janeiro de 1964. A cidade possui os seguintes distritos: Chã do Marinho, Floriano, São Pedro (Campinote), Alvinho e Jenipapo.O censo demográfico de 2010 cadastrou aproximadamente 25.911 pessoas residindo em Lagoa Seca, destes 13.168 são do sexo feminino e 12.743 do sexo masculino. Uma parte significativa da população reside na zona rural. A densidade media da população é de 236,97 hab./km² a quinta maior do estado.O artesanato local é conhecido pela arte em madeira, couro e estopa.

Entre as diversas atividades econômicas na economia do Município predomina o cultivo de produtos Hortifrutigranjeiros (tendo como destaques a laranja, a banana e o chuchu) e a avicultura.Na agropecuária a criação de bovinos, suínos e ovinos fortalece a economia local. A indústria de farinha de Manoel Pereira é a principal base da atividade industrial na cidade.No comércio a farinha de mandioca, a batatinha, o frango para o abate, as frutas e verduras são distribuídas para a região. A feira realizada nos fins de semana comercializa os mais variados produtos, servindo de elo de ligação comercial entre Lagoa Seca e cidades vizinhas.O município possui três postos de gasolina, várias mercearias e bares, salões de beleza, sete farmácias sendo duas veterinárias, papelarias, locadoras de vídeo, casas de jogos eletrônicos e acesso à internet, panificadoras, lojas e diversos pontos comerciais.A cidade conta ainda com consultórios odontológicos, particulares, um escritório da EMATER, EMEPA, um posto da ENERGISA, um posto de serviço da CAGEPA, uma agência do Banco do Brasil, Correios e outros estabelecimentos prestadores de serviços.


 INFORNATUS

domingo, 24 de agosto de 2014

Falar é Fácil Difícil é Mostrar Competência



Rodovia PB 075
A mobilidade Urbana hoje pela sua grande importância dentro das cidades de médio e grande porte populacional, esta sendo motivo de grandes discussões dentro dos diversos setores de nossa sociedade, mas infelizmente as pessoas nas quais nós Paraibanos elegemos só trazem soluções de “Plástico”, ou seja, soluções virtuais que ficam nas promessas guardadas nas ilusões do subconsciente do sofrido eleitor Paraibano, enquanto que na realidade que vivemos, a ação de conduzir um veículo nas nossas estradas e nos centros urbanos torna-se um ato de extremo risco, parece até exagero de minha parte, mas quem enfrenta todos os dias o trânsito na Paraíba, sabe o que estou querendo dizer, apesar de possuirmos um código de trânsito, com leis predeterminadas e aprovadas por todas as instâncias responsáveis, e por mais que se tente seguir a risca todas as leis e regras de trânsito em vigor no País, sempre vamos nos depararmos com irresponsáveis, estressados e sem nenhum tipo de comprometimento, nem com as regras de trânsito, e nem tão pouco com o código nacional de trânsito.


Como se não bastasse à quantidade de problemas relacionados com a mobilidade urbana dentro dos centros urbanos, nós Paraibanos ainda temos nossas vidas ceifadas nas terríveis estradas mal conservadas, cheias de buracos e mal sinalizadas, como exemplo disso podemos citar o grande trecho da PB 075, que liga Juarez Távora a Guarabira na região do Brejo, a quantidade de buracos e a falta de uma sinalização eficiente faz com que os motoristas que utilizam aquela estrada, façam de forma involuntária várias manobras arriscadas, num verdadeiro misto de habilidade e risco da própria vida. Operações de tapa buraco já foram feitas várias vezes por diversos governos, mas essa prática não solucionou nem vai solucionar, pois é necessário na verdade um recapeamento desse trecho, o que na verdade até hoje não foi feito e parece que infelizmente continuará não sendo feito. A discussão sobre mobilidade urbana existe e é realidade, mas infelizmente as pessoas que detém o poder, eleitas por nós para tomar as medidas cabíveis e necessárias, mostram em seus discursos que as soluções existem, mas não as colocou em prática, o que infelizmente deixa a nossa sociedade cada vez mais acuada diante de uma gama de problemas relacionados com a mobilidade estadual.


O nosso estado e principalmente à cidade de Campina Grande, que elegeu deputados federais, senadores e deputados estaduais naturais da própria cidade, e que ainda continuam a gozar de pleno mandato nunca fizeram, nem tão pouco apresentaram projetos de mobilidade pra essa cidade, e olha que alguns desses já foram reeleitos outras vezes, e o pior de tudo é que agora em pleno período eleitoral, com objetivos óbvios aparecem com soluções prontas e de “Plástico”,  tentando utilizar dos mais variados artifícios de convencimento que as suas soluções são as verdadeiras e únicas, enquanto que dentro dos perímetros urbanos nós cidadãos temos que aguentar as ultrapassagens suicidas dos motoqueiros, e dos condutores de ciclomotores, das chamadas cinquentinhas, que sem nem um tipo de conhecimento do código nacional de trânsito praticam as mais variadas negligências, como transitar pelas calçadas e avançar sinal vermelho. Claro que existem as exceções, mas infelizmente por não existir uma fiscalização eficiente e um verdadeiro plano de mobilidade urbana, situações como essas continuaram a acontecer enquanto que nós que cumprimos com nossas obrigações e seguimos as regras e leis preestabelecidas pelo estado, ficamos passivos a espera de atitudes verdadeiras e corajosas por parte de um governo sério, e que trabalhe realmente para o bem comum do povo.


 INFORNATUS


terça-feira, 19 de agosto de 2014

Imobilidade Urbana na Contramão do Progresso



Hoje no Brasil estamos enfrentando grandes problemas relacionados principalmente com o transporte público, esses problemas vão desde a má prestação de serviços pelas empresas de transporte coletivo, passando pelo grande número de veículos transitando por nossas cidades e centros urbanos. Chega a ser lamentável, por exemplo, uma cidade do porte de Campina Grande com a representação política que possui tanto nos parlamentos federal como no estadual, ainda depender de uma frota de ônibus ultrapassada que não atende como deveria a população, atrasando não atendendo toda a população dos diversos bairros, além de cobrar uma exorbitante tarifa. Continua órfã de projetos verdadeiros de mobilidade urbana e de inovações tipo VLT (Veículo Leve Sobre Trilho), liberação de transportes alternativos regularizados, além do aumento das áreas no centro urbano de ciclovias, incentivando com isso mais essa forma saudável de transporte que já é realidade em alguns Países Europeus por exemplo. Infelizmente estamos ao que parece na contramão da mobilidade urbana, estamos cada vez mais próximos da imobilidade urbana. 

Diante desses problemas citados anteriormente, podemos incluir uma espécie de indústria de maus motoristas, que devido ao stress urbano e a falta de uma fiscalização mais eficiente por parte das autoridades competentes, nos deparamos todos os dias com um número cada vez mais crescente de acidentes de trânsito, provocados em sua grande maioria por pessoas que não possuem a CNH (carteira nacional de habilitação), ou por manobras irresponsáveis resultado inclusive da ignorância de pessoas sem o conhecimento mínimo necessário do código nacional de trânsito. Se fossemos enumerar a quantidade de problemas que sofre a nossa sociedade hoje, em virtude dessa desordem urbana relacionada com o trânsito, um artigo apenas seria pouco para tanto. Estudos comprovam que um dos meios de transporte mais seguro e de baixo custo para a população é o transporte ferroviário. Países de primeiro mundo utilizam esse meio como um dos principais para transporte de passageiros e de cargas, o Brasil mesmo já comprovou essa eficiência há vários anos atrás. Mas, para incentivar a produção de veículos de carga e o transporte rodoviário, deixou de lado a manutenção e o interesse pelo transporte ferroviário. Privatizando de forma criminosa toda a malha ferroviária pertencente à união, deixando o transporte público e de cargas nas mãos da iniciativa privada favorecendo assim o monopólio do transporte público de todo o País.

Diante desses fatos apresentados ficam os seguintes questionamentos: Quem ganhou com a desativação e privatização da rede ferroviária federal? Por que as autoridades competentes não elaboraram ainda algum tipo de programa visando à reativação desse serviço no País? Já que sabemos que além de melhorias na qualidade, pode também prestar um grande serviço de transporte a preço acessível à população. Com a palavra as autoridades competentes que receberam o aval da população Brasileira, para fazer uma administração que procure beneficiar a grande massa da população. Esperamos que providências sejam tomadas, pois os problemas são vários, e a tendência é que eles se multipliquem em progressões geométricas cada vez mais, providências devem ser tomadas de forma séria e objetiva, acordos e benefícios dispensados aos “Dinossauros” do transporte público, devem ser proibidos e fiscalizados pelo povo e as autoridades competentes, caso contrário o caos no transporte público se tornara uma triste realidade na maioria das cidades de nosso País. Penalizando de forma lastimável toda a população, que ficam a mercê das várias administrações desastrosas, que governaram e continuam a dirigir os rumos de nosso País.



 INFORNATUS




sábado, 16 de agosto de 2014

Frango á Espanhola

Frango á Espanhola
 Ingredientes

(4 pessoas)
250 calorias cada porção

1 Colher (sopa) de alcaparras
1 frango de 1 quilo em pedaços
10 azeitonas picadinhas
½ quilo de tamates
1 pimenta picadinha
pimenta-do-reino
1 limão picado
sal

Modo de Preparar

Colocar todos os ingredientes numa panelinha com água. Tampar cuidadosamente a panela e cozinhar em fogo lento durante 1 hora e ½ mais ou menos.

Fonte Culinária Internacional

 INFORNATUS


sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Câncer de Próstata


Problemas cardiovasculares, câncer de pulmão, de pele e de próstata estão na lista das doenças que mais afetam os homens. O alcoolismo, o tabagismo, a má alimentação e a falta da prática de atividade física são os principais fatores que ocasionam muitas dessas doenças.

Doença

 


O câncer de próstata se desenvolve na glândula do órgão reprodutor masculino, responsável pelo armazenamento e produção do sêmen. Os homens que se encontram na zona de risco são os acima de 50 anos, obesos ou que tenham algum histórico da doença na família. Pesquisas também apontaram que negros tem maior risco de desenvolverem esse tipo de câncer, por isso devem recorrer aos exames mais cedo, com 45 anos. Homens com propensão genética  devem recorrer ao médico já aos 40 anos.

Diagnóstico

 

 

O diagnóstico antecipado é a melhor maneira evitar futuras complicações. Ele deve ser feito periodicamente a partir dos 50 anos de idade através de um exame físico (o toque retal) e exame de sangue SPA. O médico responsável pela saúde masculina é do ramo da Andrologia, e o médico a ser procuro é um urologista. Muitas pessoas cometem o equívoco de procurar um proctologista, médico que trata doenças do ânus e reto.

Tabu

 

 

O medo que muitos homens sentem quanto ao exame físico tem sido o principal motivo de campanhas governamentais sobre o assunto.  Um exame que dura no máximo 15 segundos é indolor e  pode salvar sua vida. Pensar na saúde e na importância que você tem para seus familiares e pessoas próximas é um grande estimulo para realizar a prevenção.

Sintomas

 

 

Os sintomas do câncer de próstata aparecem, na maioria dos casos, quando o tumor já cresceu e está em estado avançado. Os sintomas mais comuns são:
-Dificuldade/dor para urinar ou ejacular.
-Dor na região dos testículos.
-Sensação de bexiga sempre cheia, mesmo tendo urinado. Urinar várias vezes à noite e em pequenas quantidades (pingado).
-Sangue na urina ou no sêmen.
-Impotência e disfunção sexual.
- Dor nos quadris, na lombar e parte interna das coxas.

Tratamento

 

 

O tratamento depende do estágio de crescimento do tumor, do tamanho e tempo de existência, além de possíveis efeitos que podem estar causando ao paciente. Características da pessoa como idade e doenças pré-existentes também afetam na escolha do tratamento adequado. Remoção cirúrgica da glândula (próstata), hormonoterapia, radioterapia, remédios e observações são  métodos de tratamento utilizados.
A prevenção é fundamental no combate a esta doença que atingiu cerca de 60.180 brasileiros em 2012, segundo dados do INCA.  Consultar o urologista e realizar o exame físico é essencial para a manutenção da saúde. Além disso, praticar atividades físicas e ter uma alimentação saudável diminui as chances de desenvolver a doença.

Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Ligue para (48) 3365-2436 e converse com um especialista!



 INFORNATUS