sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Trens Podem Voltar a Circular no Interior da Paraíba


As cidades de Guarabira, Mari, Cruz do Espírito Santo e Itabaiana estão entre as que podem ter ramais do sistema ferroviário metropolitano já instalado na Grande João Pessoa. A informação foi confirmada pelo superintendente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Wladme Macedo.

Durante reunião, Macedo afirmou que a CBTU tem interesse em esticar as linhas, mas esse procedimento depende do governo federal. Segundo o superintendente, as prefeituras estão de olho nos ramais da Transnordestina na Paraíba, já descartados pelo governo federal, e que alcançam várias cidades do estado, inclusive as quatro mencionadas acima. Também houve encontros e discussões com outros prefeitos do Brejo e da Grande João Pessoa.

Wladme explicou que os prefeitos interessados em ampliar o sistema de trens devem fazer solicitações formais aos ministérios das Cidades e dos Transportes. Só depois desse procedimento burocrático vencido e com as devidas autorizações, é que a CBTU poderá agir.

“A Companhia não tem autonomia para decidir sobre a utilização das linhas da Transnordestina na Paraíba. O caso cabe ao governo federal, por meio dos dois ministérios, mas a CBTU tem interesse na ideia e orientou os prefeitos que procurem Cidades e Transportes para que seja resolvido. Estando autorizado, a CBTU tem todas as competências para seguir em frente com a ampliação das linhas da região metropolitana”, explicou Wladme.

Hipótese de funcionamento

Wladme Macedo adiantou como poderia ser o funcionamento do sistema ampliado de trens para outras cidades da Grande João Pessoa, como Cruz do Espírito Santo, e municípios próximos, como Itabaiana.

A ideia inicial contemplaria uma estação de integração em Santa Rita que permitiria baldeação para os outros municípios.

Caso o sistema novo de VLTs não fosse suficiente para chegar até esses locais, já com as oito composições, os trens antigos seriam reformados, ganhariam ar-condicionado e as linhas também passariam por reformas.

Transnordestina

O sistema de linhas férreas da Transnordestina começa no Porto de Pecém, em São Gonçalo do Amarante (CE), e segue para o Porto de Suape, em Ipojuca (PE), com aproximadamente 1,7 mil km, passando ainda pelo Piauí.

De acordo com Wladme Macedo, o trecho da Transnodestina que há na Paraíba não será utilizado pelo governo federal e pode ser disputado pelas cidades que têm interesse em instalar sistemas de trens.

Sistema atual

Atualmente, o Sistema de Trens Urbanos de João Pessoa é operado por composições a diesel. Apenas uma linha férrea permite a operação do sistema e tem 30 km de extensão, passando por João Pessoa, Cabedelo, Bayeux e Santa Rita, com 10 estações em operação, transportando cerca de 10,1 mil passageiros/dia.

Ampliação confirmada

Conforme a CBTU, todo o sistema de trens da região metropolitana será substituído por oito composições do VLT. Duas delas já estão na Paraíba, sendo que uma está em operação de forma experimental.

Em quatro anos, a partir de 2015, todas as estações deverão ser reformadas, novos pontos construídos e o sistema de trens metropolitano definitivamente modernizado. O investimento inicial já chega a R$ 70 milhões, provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Equipamentos, do governo federal.

Por Vavá da Luz



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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

O Professor no Brasil Merece Reconhecimento?

Essa pergunta deve ser feita por toda a sociedade Brasileira, de forma verdadeira e sem hipocrisia, já que de forma sã todos sabem que a educação é com certeza o caminho a ser seguido por toda sociedade organizada, no entanto falar em educação hoje é refletir de forma inerente, a imagem de um dos profissionais mais requisitados e necessários nos dias atuais, o professor, que diante das atuais circunstâncias é um dos profissionais que merece receber de toda a sociedade respeito, admiração e prestígio.

O Professor é o profissional responsável em grande parte, pela formação dos inúmeros outros profissionais que atuam em nossa sociedade. No entanto infelizmente ainda não recebe de nós o reconhecimento a que eles têm direito, além de serem usados como promessas de palanques, no sentido de receberem melhorias e condições dignas de trabalho, pouco ou quase nada esta sendo feito, no sentido de melhorar verdadeiramente a nossa educação. Grandes partes dos nossos parlamentares se intitulam defensores da educação e dos profissionais que nela atuam, no entanto a cada inicio de mandato nada é feito no sentido de ao menos reconhecer, o quanto esses profissionais são necessários a nossa sociedade. Não falo de salários, já que esse tema ao que parece quanto mais é discutido, mais o professor fica desprivilegiado financeiramente.

Infelizmente mesmo tendo ex-professores fazendo parte de nossos parlamentos, praticamente nada é realizado na forma de projeto no sentido de reconhecer o trabalho indispensável desses profissionais, três grandes benefícios que algum parlamentar  verdadeiramente defensor da educação poderia fazer na forma de projeto, no sentido de reconhecer o valor do professor, o primeiro seria federalização dos salários, pois essa seria com certeza a primeira forma de acabarem com as várias injustiças que ainda prevalecem Brasil afora, a segunda seria a isenção de pagamento de imposto de renda ou redução de pelo menos 40% do valor total, tudo isso claro obedecendo alguns critérios como mais de sete anos de trabalho efetivo dentro da escola pública.

E por fim a isenção de impostos e facilitação no financiamento da compra de veículos automotivos populares com capacidade para no máximo cinco pessoas, pois diante dos enormes problemas de mobilidade que a nossa sociedade se encontra, ainda é bastante comum encontrar nas estradas Brasil afora, Professores que moram em determinados municípios com enormes problemas de mobilidade, por terem que se deslocarem para outros onde os mesmos lecionam. Essas propostas com certeza podem proporcionar uma substancial melhoria na qualidade de vida do professor, pois além de melhorias na saúde, ele ira adquirir certa facilidade de locomoção. Dessa forma provamos que para valorizar esse profissional de forma verdadeira, basta apenas proporcionar benefícios na forma de projetos de lei em nossos parlamentos, e com certeza no futuro veremos o resultado que queremos, com uma educação de qualidade, e com profissionais valorizados e satisfeitos.
 
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sábado, 30 de setembro de 2017

Como Calcular o Volume de Alguns Sólidos Geométricos

Quando falamos sobre volume de um sólido, estamos nos referindo à capacidade desse sólido. Veremos a seguir como calcular o volume do paralelepípedo, do cubo e do cone circular reto. Vale a pena ressaltar que, ao calcular o volume de um sólido, é necessário que todas as suas medidas possuam a mesma notação. Por exemplo, se uma das medidas está em centímetros e a outra é dada em metros, é necessário transformar uma delas para torná-la igual às demais.

Um paralelepípedo retangular é um sólido de seis lados que possui faces retangulares planas e paralelas. Tente imaginar o paralelepípedo abaixo como uma piscina. Se nós queremos saber a capacidade dele, é o mesmo que dizer que queremos descobrir quanta água cabe nele. Para chegarmos a uma resposta, precisaremos analisar alguns dados desse sólido, como a largura e o comprimento do retângulo da base, bem como a altura ou profundidade.
Para calcular o volume desse paralelepípedo, devemos multiplicar as medidas identificadas por a, b e c
Para calcular o volume desse paralelepípedo, devemos multiplicar as medidas identificadas por a, b e c
Portanto, para calcular o volume do paralelepípedo, temos a seguinte fórmula:
V = a . b . c
Se considerarmos um paralelepípedo em que a largura da base meça 10 m, o comprimento da base, 5 m, e a altura do paralelepípedo meça 8 m, teremos o seguinte volume:
V = (10 m) . (5 m) . (8 m)
V = 400 m3
Temos um tipo especial de paralelepípedo retângulo, o cubo — um sólido com seis faces quadradas e com os mesmos comprimentos de lado. Temos abaixo um cubo cujas arestas medem a.
Para calcular o volume do cubo, devemos multiplicar a medida da aresta elevada à terceira potência
Para calcular o volume do cubo, devemos multiplicar a medida da aresta elevada à terceira potência
Para calcular o volume do cubo, vamos multiplicar as arestas, de modo que faremos a terceira potência dessa aresta:
V = a . a . a
V = a3
Se dissermos, por exemplo, que a aresta desse cubo mede 3 m, o volume dele será:
V = (3m)3
v = 27 m3
Outro sólido que analisaremos é o cone circular reto. Esse sólido tem por características uma base circular de raio r, uma altura h, que forma um ângulo reto com a base, e uma geratriz g. A geratriz de um cone é o segmento de reta que liga o topo da altura às extremidades da base. Na figura a seguir, conseguimos ver com mais facilidade cada uma dessas estruturas:
Para calcular o volume do cone circular reto, devemos multiplicar a altura por π e pelo quadrado do raio, bem como dividir o resultado por 3
Para calcular o volume do cone circular reto, devemos multiplicar a altura por π e pelo quadrado do raio, bem como dividir o resultado por 3
Para calcularmos a área do cone circular reto, faremos:
V = ⅓ π.r2.h
Considere um cone cuja base tem raio 2 m e a altura mede 8 m. Considere π = 3,14. Calculemos o volume do cone:
V = ⅓ π.r2.h
                                                                       V =   1   . 3,14 . 22 . 8
                                                                               3
V = 3,14 . 4 . 8
      3
V = 100,48
        3
V ≈ 33,49 m3
Então o volume do cone é de, aproximadamente, 33,49 m3.
Suponha agora que temos um cone circular reto em que a geratriz mede 5 m e a altura, 4 m. Para calcularmos o volume desse sólido, precisamos encontrar a medida do raio, para tanto, utilizaremos o Teorema de Pitágoras:
g2 = h2 + r2
r2 = g2 – h2
r2 = 52 – 42
r2 = 25 – 16
r2 = 9
r = 3 m
Agora que temos o valor do raio, podemos calcular o volume do cone utilizando a fórmula:
V = ⅓ π.r2.h
                                                                     V =   1  . 3,14 . 32 . 4
                                                                              3
V = 3,14 . 9 . 4
      3
V = 113,04
        3
V = 37,68 m3
Portanto, o volume desse cone circular reto é 37, 68 m3.

 
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Quando Devo Usar Para Mim ou Para Eu nas Frases?

Afinal, qual é a forma correta, “para mim ou para eu”? Bom, o emprego de cada uma das expressões dependerá da situação de uso, pois ambas existem e estão corretas. Sendo assim, a expressão “para eu” deverá ser usada quando “eu” assumir a função de sujeito. Já a expressão “para mim” será empregada quando “mim” exercer a função de objeto direto. Observe os exemplos:

Quando usar “para eu”:
Preciso de férias para eu descansar. (certo)
Preciso de férias para mim descansar. (errado)
Faltam quinze dias para eu viajar. (certo)
Faltam quinze dias para mim viajar. (errado)

Dica importante: “Para eu” deve ser utilizado sempre que o sujeito for seguido de um verbo no infinitivo que indique uma ação.

Quando usar “para mim”:
Você pode comprar o ingresso para mim? (certo)
Você pode comprar o ingresso para eu? (errado)
Aquele convite é para mim, não para você. (certo)
Aquele convite é para eu, não para você. (errado)

Dica importante: “Mim”, que é um pronome pessoal oblíquo tônico e deve estar sempre precedido por uma preposição, só será utilizado quando desempenhar a função de complemento em uma oração.


 
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