segunda-feira, 20 de abril de 2015

O Que foi a Inconfidência Mineira?

A Inconfidência Mineira, também referida como Conjuração Mineira, foi uma possível conspiração, de natureza separatista que poderia ocorrer na então capitania de Minas Gerais, no Estado do Brasil, contra, entre outros motivos, a execução da derrama e o domínio português, sendo abortada pela Coroa portuguesa em 1789.Desde a primeira metade do século XVIII houve na capitania de Minas Gerais motins por razões variadas, em torno de questões como tributação, abastecimento de alimentos e ações das autoridades, com destaque para a Guerra dos Emboabas e a Revolta de Filipe dos Santos. Enquanto alguns levantes buscavam apenas a restauração de um equilíbrio de poder, outros afrontaram a imposição da soberania régia. Foi o caso da sedição do sertão do rio São Francisco, ocorrida em 1736, e que se voltou contra as autoridades reais e a capitação – cobrança dos quintos reais (impostos) feita com base no número de escravos .

Durante o reinado de D. José I (1750-1777), eclodiram inconfidências em locais isolados de Minas – Curvelo (1760-1763), Mariana (1769), Sabará (1775) e de novo Curvelo (1776) – sempre em função de atritos com autoridades e seus aliados. Ao contrário da Inconfidência Mineira, esses motins anteriores implicavam manifestações concretas de violência, com a população na rua, arruaças, vivas à liberdade e referência a apoios de outras potências colonizadoras .Desde meados do século XVIII fazia-se sentir o declínio da produção aurífera nas Minas Gerais. Por essa razão, na segunda metade desse século, a Coroa portuguesa intensificou o controle fiscal sobre a sua colônia na América do Sul, proibindo, em 1785, as atividades fabris e artesanais na Colônia e taxando severamente os produtos vindos da Metrópole.

Desde 1783 fora nomeado para governador da capitania de Minas Gerais D. Luís da Cunha Meneses, reputado pela sua arbitrariedade e violência. Sem compreender a real razão do declínio da produção aurífera - o esgotamento das jazidas de aluvião - e atribuindo o fato ao "descaminho" (contrabando), a Coroa instituiu a cobrança da "derrama" na região, uma taxação compulsória em que a população de homens-bons deveria completar o que faltasse da cota imposta por lei de 100 arrobas de ouro (1.500 kg) anuais quando esta não era atingida. Era também descontado o quinto 20% do ouro e da quantidade de escravos (capitalização)Em outubro de 1786, Thomas Jefferson, então embaixador dos Estados Unidos na França, recebeu uma correspondência oriunda da Universidade de Montpellier, assinada com o pseudônimo de Vendek. O missivista dizia ter assunto muito importante a tratar, porém queria que Jefferson recomendasse um canal seguro para a correspondência. Jefferson procurou fazer imediatamente, sendo que em maio do ano seguinte, 1787, a pretexto de visitar as antiguidades de Nîmes, Jefferson acertou um encontro com Vendek. Jefferson comunicou a sua conversa com Vendek à comissão para a correspondência secreta do congresso continental americano: "Eles consideram a Revolução Norte-Americana como um precedente para a sua", escreveu o embaixador; "pensam que os Estados Unidos é que poderiam dar-lhes um apoio honesto e, por vários motivos, simpatizam conosco (...) no caso de uma revolução vitoriosa no Brasil, um governo republicano seria instalado" .

Vendek era José Joaquim Maia e Barbalho, estudante da Universidade de Coimbra. Jefferson respondeu a Maia que não tinha autoridade para assumir um compromisso oficial, mas que uma revolução vitoriosa no Brasil, obviamente, disse ele, "não seria desinteressante para os Estados Unidos, e a perspectiva de lucros poderia, talvez, atrair um certo número de pessoas para a sua causa, e motivos mais elevados atrairiam outras"4 .Um relatório minucioso dos comentários de Jefferson chegou ao Brasil, levado por Domingos Vidal Barbosa Lage, estudante Universidade de Montpellier.

Estes fatos atingiram expressivamente a classe mais abastada de Minas Gerais (proprietários rurais, intelectuais, clérigos e militares) que, descontentes, começaram a se reunir para conspirar. Entre esses descontentes destacavam-se, entre outros, o contratador Domingos de Abreu Vieira, os padres José da Silva e Oliveira Rolim, Manuel Rodrigues da Costa e Carlos Correia de Toledo e Melo, o cônego Luís Vieira da Silva, os poetas Cláudio Manuel da Costa, Inácio José de Alvarenga Peixoto e Tomás Antônio Gonzaga, o coronel Francisco Antônio de Oliveira Lopes, o capitão José de Resende Costa e seu filho José de Resende Costa Filho, o sargento-mor Luís Vaz de Toledo Pisa e o alferes Joaquim José da Silva Xavier, apelidado de "Tiradentes".A conjuração pretendia eliminar a dominação portuguesa de Minas Gerais, estabelecendo um país independente. Não havia a intenção de libertar toda a colônia brasileira, pois naquele momento uma identidade nacional ainda não havia se formado. A forma de governo escolhida foi o estabelecimento de uma República, inspirados pelas ideias iluministas da França e da Independência dos Estados Unidos da América (1776). Ressalve-se que não havia uma intenção clara de libertar os escravos, já que muitos dos participantes do movimento eram detentores dessa mão-de-obra.

Entre outros locais, as reuniões aconteciam em casa de Cláudio Manuel da Costa e de Tomás Antônio Gonzaga, onde se discutiram os planos e as leis para a nova ordem, tendo sido desenhada a bandeira da nova República, – uma bandeira branca com um triângulo e a expressão latina "Libertas Quæ Sera Tamen" - , cujo dístico foi aproveitado de parte de um verso da primeira écloga de Virgílio e que os poetas inconfidentes interpretaram como "liberdade ainda que tardia".O novo governador das Minas, Luís António Furtado de Castro do Rio de Mendonça e Faro, visconde de Barbacena, foi enviado com ordens expressas para lançar a derrama, razão pela qual os conspiradores acertaram que a revolução deveria irromper no dia em que fosse decretado o lançamento da mesma. Esperavam que nesse momento, como apoio do povo descontente e da tropa sublevada, o movimento fosse vitorioso.

A conspiração foi desmantelada em 1789, ano da Revolução Francesa. O movimento foi traído por Joaquim Silvério dos Reis, que fez a denúncia para obter perdão de suas dívidas com a Coroa. O visconde de Barbacena mandou abrir, em junho de 1789, a sua Devassa com base nas denúncias de Silvério dos Reis, Basílio de Brito Malheiro do Lago, Inácio Correia Pamplona, tenente-coronel Francisco de Paula Freire de Andrade, Francisco Antônio de Oliveira Lopes, Domingos de Abreu Vieira e de Domingos Vidal Barbosa Lage.Os réus foram acusados do crime de "lesa-majestade" como previsto pelas Ordenações Filipinas, Livro V, título 6, materializado em "inconfidência" (falta de fidelidade ao rei):

"Lesa-majestade quer dizer traição cometida contra a pessoa do Rei, ou seu Real Estado, que é tão grave e abominável crime, e que os antigos Sabedores tanto estranharam, que o comparavam à lepra; porque assim como esta enfermidade enche todo o corpo, sem nunca mais se poder curar, e empece ainda aos descendentes de quem a tem, e aos que ele conversam, pelo que é apartado da comunicação da gente: assim o erro de traição condena o que a comete, e empece e infama os que de sua linha descendem, posto que não tenham culpa.Os líderes do movimento foram detidos e enviados para o Rio de Janeiro. Ainda em Vila Rica (atual Ouro Preto), Cláudio Manuel da Costa faleceu na prisão, onde acredita-se tenha sido assassinado, suspeitando-se, em nossos dias que a mando do próprio Governador. Durante o inquérito judicial, todos negaram a sua participação no movimento, menos o alferes Joaquim José da Silva Xavier, que assumiu a responsabilidade de chefia do movimento.

Em 18 de abril de 1792 foi lida a sentença no Rio de Janeiro. Doze dos inconfidentes foram condenados à morte. Mas, em audiência no dia seguinte, foi lido decreto de Maria I de Portugal pelo qual todos, à exceção de Tiradentes, tiveram a pena comutada.Os degredados civis e militares foram remetidos para as colônias portuguesas na África, e os religiosos recolhidos a conventos em Portugal. Entre os primeiros, viriam a falecer pouco depois de terem chegado à África, o contratador Domingos de Abreu Vieira, o poeta Alvarenga Peixoto e o médico Domingos Vidal Barbosa Lage. Os sobreviventes reergueram-se integrados no comércio e na administração local, alguns mesmo tendo se reintegrado na vida política brasileira.



 INFORNATUS
 
 
 
 


sábado, 18 de abril de 2015

18 de Abril Dia Nacional do Livro Infantil

Nascido na cidade de Taubaté, em São Paulo (SP), José Bento Renato Monteiro Lobato foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX, importante editor de livros inéditos e autor de relevantes traduções. Após sua morte, em julho de 1948, suas obras foram eternizadas na literatura brasileira e são, ainda hoje, leitura obrigatória na educação básica brasileira.  Mais da metade dos livros de Monteiro Lobato tinham como alvo o público infantojuvenil, com a intenção de ajudar na formação intelectual e moral da juventude brasileira. Entre os mais populares estão: "A Menina do Nariz Arrebitado"; "O Saci"; "Fábulas do Marquês de Rabicó"; "Aventuras do Príncipe"; "Noivado de Narizinho"; "O Pó de Pirlimpimpim"; "Reinações de Narizinho"; "As Caçadas de Pedrinho"; "Emília no País da Gramática"; "Memórias da Emília"; "O Poço do Visconde" e "O Picapau Amarelo", que foi transformado em obra televisiva nos anos 80 e sendo regravado no final dos anos 90.Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade, e no ano de 2002 foi criada uma Lei (10.402/02) que registrou o seu nascimento como data oficial da literatura infantojuvenil.

Projeto Memória


Em 1998, o Projeto Memória, criado pela Fundação Banco do Brasil para homenagear grandes nomes da cultura brasileira, retratou a vida e a obra de Monteiro Lobato, na ocasião dos 50 anos da sua morte. O projeto produziu um site em homenagem a Monteiro Lobato, o livro Monteiro Lobato - Furacão na Botocúndia; um documentário homônimo ao livro; além de várias exposições “O Brasil Encantado de Monteiro Lobato”; Monteiro Lobato: Vida, Realidade e Sonho; e a cartilha Vida, Realidade e Sonho; uma edição fac-similar do livro O Sacy-Perêrê: Resultado de um inquérito. As exposições continuam, até hoje, visitando escolas e bibliotecas públicas.

Hábito da leitura 


A literatura infantil ainda é um mercado novo no Brasil, na opinião do presidente da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (Aeilij), Hermes Bernardi Jr.O escritor e ilustrador de livros infantojuvenis acredita que o hábito da leitura deve ser incentivado desde cedo. “A primeira relação que se estabelece com o livro, se ela for mediada com sensibilidade, pode fazer a criança estabelecer uma relação muito forte com o livro”. Bernardi Jr considera a mediação uma parte importante na criação do hábito. “Se houver uma boa e bem realizada mediação pela família, em primeiro lugar, e depois na escola e nas relações de amizade, o livro passa a ser um companheiro inseparável na vida de qualquer sujeito”.No ano de 2012, durante a 22ª Bienal do Livro, em São Paulo, uma pesquisa feita para o Instituto Pró-Livro mostrou que a média de livros lidos por crianças e adolescentes é superior à dos adultos. A média geral anual de leitura em 2011 foi quatro livros por brasileiro; na faixa etária de 5 a 10 anos foram lidos 5,4 livros; na de 11 a 13 anos, 6,9 livros e na de 14 a 17 anos, 5,9 livros.

Livro e leitura


A leitura, assim como a escrita, é fundamental para o desenvolvimento das capacidades do ser humano. Por meio dela, o cidadão participa da sociedade, melhora seu nível educacional, conhece outros valores culturais, tem acesso ao conhecimento e à herança cultural da humanidade.O livro ainda constitui um instrumento importante em projetos de educação para a cidadania, pois pode abordar assuntos como saúde, meio ambiente, trânsito e trabalho de forma clara e prazerosa.

Plano Nacional do Livro e Leitura


O acesso de todo cidadão ao livro e à leitura é o objetivo principal do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), um conjunto de projetos, programas, atividades e eventos na área do livro, leitura, literatura e bibliotecas em desenvolvimento no País. O plano implanta e moderniza bibliotecas, concede bolsas e prêmios literários a escritores e cria Pontos de Leitura. Estes últimos são iniciativas e projetos de incentivo à leitura em vários locais, como bibliotecas comunitárias, hospitais, sindicatos, presídios e associações comunitárias.

Com informações da Agência Brasil

 INFORNATUS
 
 
 
 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Sacrifício na Política Nacional



A prática mais comum em nosso País quando se trata de momentos de crise, é e sempre foi penalizar o trabalhador Brasileiro adicionando impostos e novas taxas, além de um crescente aumento exorbitante nas contas essências como Água e Luz. No entanto os nossos representantes tanto do poder executivo quanto do legislativo, continuam vivendo em um mundo completamente imune a qualquer tipo de crise, ou seja, não são afetados nos seus benefícios pessoais, adquiridos diante dos cargos que ocupam o que de forma humana é injusto e deplorável, já que enquanto um assalariado no qual eles representam têm o valor de sua conta de Luz regulada por bandeiradas, que aumentam de forma exorbitante de acordo com o consumo e a crise nacional, os seus representantes regulam para mais os seus benefícios e nem um tipo de sacrifício econômico é esboçado, ficando os mesmos a vontade para elaborar projetos que obrigam o trabalhador Brasileiro, a pagar as dívidas geradas por más administrações, desvios de verbas e conchavos políticos, resultantes das várias articulações planejadas no intuito de conseguir propinas cada vez mais altas, dentro das administrações públicas.


Diante dos palanques em períodos eleitorais, os mesmos representantes que ora não esboçam qualquer tipo de ajuda financeira, no sentido de ajudar o trabalhador Brasileiro nessa luta desigual, contra uma crise que maltrata e agride o povo Brasileiro, declaram-se defensores do povo e que farão qualquer tipo de sacrifício na luta em defesa da economia e da soberania do trabalhador. Eis agora uma proposta a ser defendida em todos os parlamentos, inclusive no congresso nacional, e tenho certeza que essa proposta tem o apoio da grande maioria da população Brasileira, ou seja, implantar por decreto a nível nacional uma redução de 10% do salário de todo parlamentar Brasileiro, inclusive dos governadores e prefeitos, enquanto prevalecer na economia nacional o fantasma dessa crise a tanto anunciada. Esse desconto deverá ser direcionado única e exclusivamente para os setores da saúde pública, principalmente as unidades especializadas no tratamento de câncer. Podendo essa redução nos benefícios delegados aos nossos representantes, ser diminuída de acordo com a queda da crise que afeta a economia nacional.


Fica dessa forma aqui divulgada a oportunidade daqueles parlamentares, que se intitulam veementemente como defensores do povo em períodos de campanha eleitoral, demonstrarem na hora certa o quanto são ou não, verdadeiras as palavras pronunciadas com tanto vigor diante dos vários palanques espalhados Brasil afora, e que o sacrifício em defesa do cidadão e da população Brasileira há tanto defendido pelos mesmos é real e não imaginário. Esperamos que da mesma forma com que o projeto da terceirização foi amplamente votado e aprovado, também sejam analisadas propostas como essas que não beneficiam um único indivíduo, mas toda uma população penalizada cada vez mais com a redução de seus sagrados benefícios como o acesso a uma saúde de qualidade.

Fato a Fato
 INFORNATUS







domingo, 12 de abril de 2015

Município de Caraúbas - Paraíba

Até meados do século XVII o município era ocupado pelos índios cariris .O município surgiu de uma fazenda de colonos portugueses do século XVIII, às margens do rio Paraíba do Norte. Graças às condições favoráveis, a região inseriu-se no ciclo do açúcar, apresentando características de vila já em 1780 . Ainda no mesmo século, o alferes Custódio Alves Martins, morador da Capitania de Pernambuco, instalou-se na cabeceira do Rio Paraíba, e ali fundou um sítio a que deu o nome de Caraúbas. Os mais velhos dizem que Caraúbas foi fundada pelo Capitão-Mor José da Costa Romeu, e recebeu o nome de Caraibeiras, depois de Carnaúba e finalmente Caraúbas, nome que possui até hoje. 

O Capitão-Mor construiu sua casa que também era a primeira casa de Caraúbas, ficava a beira do Rio Paraíba e era feita de pedras, ao mesmo tempo fez fez a capela de Nossa Senhora do Rosário. Quando Caraúbas passou a Distrito de São João do Cariri em 1891, havia apenas 58 pessoas, destacando-se as famílias do Major Higino, Major Eduardo Ferreira, Manoel Germano, Venâncio Quirino entre outros. Um dos mais ilustres moradores da Caraúbas foi o tenente Coronel Severiano de Farias Castro. Caraúbas evoluiu aos poucos. Por volta de 1816 foi construída uma igreja que tem como padroeiro a imagem de São Pedro, que veio de Roma desde por Capitão-Mor. A partir do século XX, além da pecuária, o beneficiamento do algodão e posteriormente do caroá trouxeram novos recursos à vila .

O Coronel Serveliano de Farias Castro trouxe para Caraúbas o primeiro maquinário, era uma máquina de descaroçamento de algodão. O algodão de Caraúbas já chegou a ser exportado para a Itália e Inglaterra. A Paróquia de Caraúbas foi criada em 4 de outubro de 1923, o primeiro registro de batizado feito na Paróquia foi de Pedro Jordão Sobrinho. E o primeiro Crisma foi feito na ano de 1924, pelo Arcebispo da Paraíba Adauto Aurélio Henrique. A primeira Professora de Caraúbas foi Dona Henriqueta da Costa Danda Aragão que ensinava na casa que hoje pertence João Zezinho.

A partir de 1940, investimentos urbanos trouxeram à cidade o primeiro grupo escolar (1953), a iluminação pública a diesel (1953) e o açude Campos, construído pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas.Caraúbas teve seu nome alterado para Carabeiras pelo decreto-lei estadual nº 520, de 31-12-1943. O nome retornou a Caraúbas pelo pela lei estadual nº 318, de 07-01-1949.Sua emancipação proporcionou-se no dia 29 de abril de 1994, sendo sua instalação no dia 1 de janeiro de 1997.A maior parte da área de Caraúbas está inserida na unidade geoambiental da Depressão Sertaneja. Ao norte, há uma região inserida no Planalto da Borborema .O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005 . Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca. O clima é, portanto, tropical semiárido, com chuvas de verão, que ocorrem de novembro a abril. A pluviosidade média anual é de 432 mm .
 

A vegetação predominante é a caatinga hiperxerófila, com trechos de floresta caducifólia .O município está inserido na bacia hidrográfica do rio Paraíba, no Alto Paraíba. Os recursos hídricos da região são o rio Paraíba e o rio Sucuru, e os riachos do Boi, Vaca Morta, do Jaques, da Salina, das Cobras, da Onça, da Cachoeira, Luis Gomes, Cascudo, do Macaco, da Curimatã, do Monte Alegre e da Barriguda, a maior parte de regime temporário. Conta também com os açudes dos Campos e da Tapera e a Lagoa do Pau Ferro .As margens do Rio Paraíba, existem várias arvores conhecidas como Caraibeiras palavra da qual originou o nome da cidade de Caraúbas. Antes de Caraúbas ser fundada, ela era uma vila indígena e seus primeiros habitantes eram os índios cariris.Pernambuco e os municípios de Congo (12 km), Coxixola (24 km), São João do Cariri (33 km) e Barra de São Miguel (20 km), São Domingos do Cariri (16 km).

 INFORNATUS






sábado, 11 de abril de 2015

Torta de Frango Light 2 - Diet & Light

INGREDIENTES:

Massa:

1 e ½ quilos de mamão verde descascado e ralado
1 litro de caldo de legumes light
2 Colheres de (sopa) de salsa fresca picada
1 Colher (sobremesa) de sal
pimenta do reino
1 tomate
5 claras

Recheio:

2 Colheres de (sopa) de cebolinha verde picada
2 Colheres de (sopa) de milho verde em conserva
3 Colheres de (sopa) de ervilha fresca
½ pimentão vermelho
pimenta do reino
½ peito de frango cozido
2 dentes de alho
½ cebola picada
sal

Demais Ingredientes:
1 Colher de (sopa) de queijo parmesão ralado light
1 Xícara de (chá) de crocante de mamão verde
spray de azeite (para untar)
  
MODO DE PREPARAR:

Comece pelo recheio. Em uma frigideira antiaderente seque o alho e a cebola. Junte o pimentão, o frango desfiado, a cebolinha, o milho verde, a ervilha e tempere com sal e pimenta. Reserve. Cozinhe o mamão em caldo de legume por 5 minutos. Escorra e torça com um pano de prato. Coloque o mamão cozido e torcido em uma vasilha e adicione a salsa, o tomate, o sal, a pimenta do reino e as claras. Mexa bem até obter consistência. Unte uma forma que solte o fundo e forre com metade da massa. Cubra com o resto da massa. Despeje o recheio aos poucos no centro da massa. Cubra com o resto da massa preenchendo inclusive as laterais. Salpique queijo ralado e leve ao forno médio (180), pré-aquecido por cerca de 40 minutos. Desenforme e coloque o crocante de mamão sobre a torta.

Livro de Receitas

 INFORNATUS



quarta-feira, 8 de abril de 2015

Cuidados com a Sua Caixa D'água

Dicas de como lavar sua caixa d' água

É muito importante manter as condições de limpeza e higiene de nosso caixa d' água, pois nossa saúde e a de nossa família dependem dessa água, pois consomem esta água, que obviamente então deve ser tratada com o máximo de cuidados!

Cuidados com nossa caixa

1- Não se esqueça que sua caixa d' água precisa de manutenção preventiva. 2- Deixe a tampa de sua caixa fechada para evitar a entrada de insetos e sujeiras. 3- Faça uma limpeza de sua caixa a cada 6 meses para evitar acumulo de sujidades, verminoses e infecções.

Como lavar sua caixa d' água!

1- Não jogue a água da caixa fora, amarre a boia para cima e desse modo espere consumir a água de dentro dela antes de realizar a limpeza.
2- Deixe um pouco de água na caixa e feche a saída da caixa com o pano, para começar a limpar sua caixa.
3- Utilizando uma esponja limpa, lave bem as paredes, o fundo e a tampa da caixa.
4- Retire o pano que fecha a saída da caixa e deixe esvaziar sua caixa, se sobrar um pouco de água na caixa retire com uma pá e um balde para eliminar toda a água suja que restou.
5- Agora, coloque água até a metade na sua caixa, para isso desamarre a boia.
6- Depois de colocar água até o meio de sua caixa, amarre novamente a boia e feche novamente a saída de água com um pano.
7- Daí, acrescente na caixa, água sanitária, se sua caixa tiver capacidade para 500 litros, coloque 10 colheres de sopa de água sanitária, se tiver capacidade maior é só aumentar a quantidade de água sanitária conforme o volume de sua caixa.
8- Agora, utilizando novamente a esponja lave as paredes, o fundo e utilize um pouquinho para lavar a tampa da caixa.
9- Depois disso, retire o pano que fecha a saída e abra as torneiras da casa, se quiser pode deixar essa água escoar em algum recipiente para lavar seu quintal e calçadas.
10- Deixe as torneiras de sua casa abertas para eliminar o ar da tubulação, faça isso até começar a sair água normalmente.
11- Lave a tampa da caixa com água corrente.
12- Depois é só desamarrar a boia e deixar sua caixa d' água encher novamente. 



 INFORNATUS






 

domingo, 5 de abril de 2015

Saúde Pública ou Açougue Humano?

Essa indagação se encaixa como uma luva na atual situação da saúde pública do Brasil, e a resposta todos nós sabemos, pois diante da falta de recursos e dos despreparos de um número cada vez maior de funcionários, se torna cada vez mais evidente o sucateamento da saúde pública do nosso Estado e dos nossos municípios. Tudo isso somado ao lamaçal da corrupção e dos desvios de verbas, medicamentos e o mau atendimento por parte daqueles que deveriam atender bem, complementam de forma cruel o sucateamento da saúde público nos quatro cantos do País.

 

Em Campina Grande nos últimos dias foi revelado após previa investigação por parte da administração hospitalar, a falha humana que infelizmente levou a óbito uma mulher que necessitava de uma atenção médica e humana por parte daqueles que são pagos para isso, mas que infelizmente não foi o que aconteceu. Segundo relato do próprio esposo da vítima, que ao procurar a maternidade Dr.Elpidio de Almeida com a sua esposa que na oportunidade estava grávida e necessitava de cuidados médicos, não teve o atendimento esperado, além de ter sido bastante demorado causando com isso uma verdadeira sequencia de erros, que levou a óbito mais uma inocente vítima da sucateada saúde pública. Em campina Grande além dos despreparos de alguns funcionários públicos da saúde, ainda existem os “POSTOS DE SAÚDE VIRTUAL”, recebem esse nome porque além de serem instalados em prédios alugados, faltam médicos medicamentos e leva toda a comunidade a mesma penúria do antigo “BARRACÃO”, onde as pessoas para serem atendidas deveriam madrugar em uma fila que começava desde as 2 horas da madrugada do dia anterior, e como se não bastasse tudo isso para justificar a falta de médicos é dada as mais esfarrapadas desculpas, como essa que foi dada um dia desses, passava das 8 horas da manhã quando o vigilante se aproximou da fila e disse que o médico ligou falando que não iria atender hoje, pois o pneu do carro furou e não poderia chegar a tempo de atender a todos naquele dia.

 

A mídia da prefeitura municipal de Campina Grande vem divulgando que os postos de saúde, disponibilizam atendimento odontológico para toda a comunidade nos postos de saúde, o que é a mais pura inverdade, pois o atendimento médico odontológico do município é feito por um micro-ônibus adaptado, adquirido ainda na primeira gestão de Veneziano, e por conta do longo tempo de utilização e a falta de manutenção, passa a maior parte do tempo quebrado não atendendo como deveria todas as comunidades durante toda a semana, o que é feito uma vez por semana em cada posto de saúde, quando o mesmo não está no prego. Um dos postos com as características por mim citadas é o do distrito dos mecânicos, que funciona de forma precária em uma casa alugada. Deixo aqui a minha indignação perante os órgãos responsáveis na esperança de que providencias sejam tomadas e que a população Campinense, principalmente das periferias sejam tratadas com mais respeito e dignidade.

 
Brasil Escola 
 INFORNATUS






Aprenda Italiano Pela USP On Line - GRÁTIS




 INFORNATUS




sábado, 4 de abril de 2015

Onde Está a Arca da Aliança?

A Arca da Aliança
O que aconteceu com a Arca da Aliança é uma pergunta que tem fascinado teólogos, estudantes da Bíblia e arqueologistas por vários séculos. No décimo oitavo ano do seu reino, o rei de Judá chamado Josias ordenou que aqueles que zelavam pela Arca da Aliança a retornassem ao templo em Jerusalém (2 Crônicas 35:1-6; veja também 2 Reis 23:21-23). Essa é a última vez que a Arca da Aliança é mencionada nas Escrituras. Quarenta anos depois, o Rei Nabucodonosor da Babilônia capturou Jerusalém e assaltou o templo. Menos de quarenta anos depois, ele retornou, levou o que ainda sobrava no templo, e queimou a cidade e o templo por completo. Então o que aconteceu com a Arca? Foi pega por Nabucodonosor? Foi destruída com a cidade? Ou foi removida e escondida antes de tudo isso acontecer, assim como evidentemente foi o caso do Faraó Sisaque no Egito, o qual assaltou o templo durante o reino do filho de Salomão, o Rei Roboão? (Eu digo evidentemente porque se a Arca não tivesse sido escondida de Sisaque e ele tivesse tomado posse da arca, como alguns acham – veja o enredo do filme “Indiana Jones e os caçadores da Arca Perdida” - então por que Josias teria pedido que os Levitas devolvessem a Arca tantos anos depois, se eles não a tivessem em sua posse em primeiro lugar?)

O livro não canônico de 2 Macabeus registra que bem antes da invasão babilônica, Jeremias “pela fé da revelação, havia desejado fazer-se acompanhar pela arca e pelo tabernáculo, quando subisse a montanha que subiu Moisés para contemplar a herança de Deus[quer dizer, Monte Nebo; veja também Deuteronômio 31:1-4]. No momento em que chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual mandou depositar a arca, o tabernáculo e o altar dos perfumes; em seguida, tapou a entrada” (2:4-5). No entanto, “Alguns daqueles que o haviam acompanhado voltaram para marcar o caminho com sinais, mas não puderam achá-lo. Quando Jeremias soube, repreendeu-os e disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de misericórdia. Então revelará o Senhor o que ele encerra e aparecerá a glória do Senhor como uma densa nuvem, semelhante à que apareceu sobre Moisés e quando Salomão rezou para que o templo recebesse uma consagração magnífica” (2:6-8). Não se sabe se essa narrativa de segunda mão é correta, mas se for, não saberemos de certeza o que aconteceu até que o Senhor retorne, como a passagem fala no final.

Outras teorias sobre onde a Arca perdida pode estar são dadas pelo rabinos Shlomo Goren e Yehuda Getz, os quais acreditam que a Arca está escondida embaixo da Montanha do Templo e foi lá enterrada antes que Nabucodonosor pudesse roubá-la. Infelizmente, o Templo do Monte é onde se encontra a Cúpula da Rocha, mesquita sagrada de Jerusalém, e a comunidade muçulmana local se recusa a deixar que o território seja escavado para tentar achar a Arca. Por isso não podemos saber se os rabinos estão corretos ou não.

O explorador Vendyl Jones, entre outros, acredita que um artefato encontrado entre os Pergaminhos do Mar Morto, o enigmático Pergaminho de Cobre da Caverna 3, é na verdade um mapa de tesouro que detalha a localização de vários tesouros preciosos tirados to Templo antes da chegada dos Babilônicos, incluindo a Arca da Aliança. Se isso é verdade ou não, ainda não sabemos, pois ninguém pôde achar todos os marcos geográficos listados no pergaminho. É interessante que alguns estudiosos especulam que o Pergaminho de Cobre pode ser o registro ao qual 2 Macabeus 2:1 e 4 se refere e que descreve Jeremias escondendo a Arca. Enquanto essa pode ser uma especulação interessante, ainda permanece sem fundamento.

O antigo correspondente da África Oriental para “O Economista”, Graham Hancock, publicou um livro em 1992 chamado de O Sinal e o Selo: a busca da Arca da Aliança, no qual ele argumentou que a Arca tinha sido armazenada na Igreja de Santa Maria de Sião em Aksum, uma cidade primitiva da Etiópia. O explorador Robert Cornuke, do Instituto B.A.S.E. de Colorado, também acredita que a Arca pode estar em Aksum. No entanto, ela ainda não foi encontrada. Da mesma forma, arqueologista Michael Sanders acredita que a arca está escondida em um templo primitivo do Egito na vilagem Israelita de Djaharya, mas ele ainda não a encontrou.

Uma tradição irlandesa bem duvidável acredita que a Arca está enterrada sob o Monte de Tara na Irlanda. Alguns estudiosos acreditam que essa é a fonte da lenda irlandesa de “um pote de ouro no fim do arco-íris”. Lendas mais duvidosas ainda são as de Ron Wyatt e Crotser; Wyatt afirmando que já viu a Arca da Aliança enterrada sob o Monte Calvário, e Crotser afirmando que a viu no Monte Pisgah, perto do Monte Nebo. Esses dois homens não têm qualquer credibilidade com a comunidade arqueológica, pois nenhum deles pôde apresentar qualquer evidência para suas teorias.

No fim das contas, apenas Deus realmente sabe onde a Arca está. Teorias interessantes como as que descrevemos nesse artigo já foram apresentadas, mas ninguém pôde encontrá-la ainda. O escritor de 2 Macabeus talvez estava certo em dizer que talvez nunca saberemos o que aconteceu com a Arca da Aliança até que o Senhor retorne.



 INFORNATUS




Pudim de Maria Mole

Pudim de Maria Mole
INGREDIENTES:


  • 1 lata de creme de leite
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 caixinha de maria mole de coco
  • 1 medida da lata de leite 

MODO DE PREPARAR:

  • Bater no liquidificador o creme de leite e o leite condensado
  • Dissolver o pó da maria mole em um copo de água fervente
  • Acrescentar todos os ingredientes no liquidificador e bater por mais 5 minutos
  • Despejar em uma forma de pudim ou um refratário
  • Levar ao congelador por 3 horas e servir

 Show de Receitas


 INFORNATUS





sexta-feira, 3 de abril de 2015

Município de Areia - Paraíba

Igreja do Rosário - Areia PB
Areia é um município brasileiro do estado da Paraíba, localizado na microrregião do Brejo Paraibano. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2014 sua população era estimada em 23.288 habitantes. A área territorial é de 269 km².Com muitas riquezas naturais, situada em local elevado, Areia, no inverno, é coberta por uma leve neblina, e suas terras possuem diversas fontes e balneários aquáticos.

É também muito conhecida por suas riquezas culturais, particularmente o Museu de Pedro Américo, com inúmeras réplicas dos quadros do mais célebre cidadão Areiense - entre elas a famosa obra "O Grito do Ipiranga", encomendada a ele por Dom Pedro II, e o Museu da Rapadura, localizado dentro do Campus da UFPB na cidade, onde o turista pode observar as várias etapas da fabricação dessa iguaria e dos outros derivados da cana-de-açúcar, como a cachaça, sendo a Areiense muito conhecida exteriormente por seu incomparável sabor. Areia foi considerada por muito tempo como "Terra da Cultura" tendo seu teatro - o "Theatro Minerva" - sido edificado 50 anos antes que o da capital do Estado da Paraíba. Para aquela cidade hospitaleira, de invernos rigorosos, convergiam estudantes de toda a região, sendo expoentes deste tempo a Escola de Agronomia do Nordeste, o Colégio Santa Rita (Irmãs Franciscanas, alemães) e o Colégio Estadual de Areia (antigo Ginásio Coelho Lisboa). Seus filhos se destacavam em todos os concursos de que participavam. Carminha Sousa e Laura Gouveia eram reconhecidas pela capacidade de educar e formar pessoas na língua portuguesa.

Em 1648, a expedição em busca de recursos minerais de Elias Herckmans, então governador holandês da Paraíba, percorreu a mando de João Maurício de Nassau a região onde hoje se assenta a cidade de Areia sem entretanto nada encontrar. Pouco mais tarde, em meados do século XVII, desbravadores portugueses percorreram a região, tendo um deles, de nome Pedro Bruxaxá, se fixado no local à margem do cruzamento de estradas que eram caminho obrigatório de boiadeiros e comboieiros dos sertões com destino à cidade de Mamanguape e à Capital. Dada a amizade que fez com os nativos, ali construiu um curral e uma hospedaria conhecida como “Pouso do Bruxaxá”. A região foi por muitos anos denominados "Sertão de Bruxaxá".Com o tempo, entretanto, devido a um riacho que possuía bancos de areia muito brancas, o povoado passou a ser chamado de Brejo d'Areia, já que o lugarejo fica na Microrregião do Brejo Paraibano, região da Paraíba não muito longe do litoral, que recebe os úmidos ventos alísios vindos do Atlântico e possui uma cobertura vegetal de floresta atlântica, hoje em dia reduzida a manchas. Por isso, também chamada de Zona da Mata.

O povoado foi elevado à categoria de vila em 30 de agosto de 1818 e, em 18 de maio de 1846, tornou-se cidade.Com o desenvolvimento da lavoura canavieira na Região do Brejo, no século XIX, a cidade de Areia tornou-se o maior município da região, mas tal proeminência econômica começou desde o século anterior, XVIII, com a precedente lavoura do algodão. A campanha abolicionista no município teve a liderança de Manuel da Silva e Rodolfo Pires, e a cidade libertou o último escravo pouco antes da Abolição da Escravatura em todo o país, no dia 3 de maio de 1888.Areia participou ativamente das Revoluções do século XIX, tais como a Revolução Pernambucana, em 1817, a Confederação do Equador, em 1824 e a revolta do Quebra-Quilos, em 1873.

Areia foi a principal civilização do Alto Brejo paraibano durante o século XIX, final do século XVIII e início do século XX a tal ponto de ter tido o primeiro teatro do estado (o primeiro cinema foi em Rio Tinto), a primeira faculdade, etc. Isso atesta um padrão interessante na história da Paraíba, onde antes o desenvolvimento se concentrava no interior e só depois atingiu a capital (que já era um pólo importante nos séculos XVI e XVII - única cidade lusófona fundada por espanhóis durante o reino dos Filipes). Não se sabe no entanto as causas destas civilizações pioneiras e grandiosas no passado terem ficado para trás no decorrer do século XX por exemplo num processo de estagnação, mesmo com tantas belezas naturais e clima bastante superior ao da baixada litorânea, por exemplo (e muito mais propício a civilização portanto).

Aniversário 18 de maio
Fundação 18 de maio de 1846 (168 anos)
Gentílico Areiense
Prefeito(a) Paulo Gomes Pereira (PRB) (2013–2016)

 INFORNATUS