segunda-feira, 2 de maio de 2016

Sofressor é o Professor sem Estímulo



A forma com que esta sendo tratada a educação pública no Brasil hoje, nos leva infelizmente a fazer esse tipo de trocadilho, com uma das profissões mais importantes comprovadamente no mundo, para o crescimento e o progresso de um País. Como se não bastasse à forma hipócrita que vem sendo tratada pela política nacional, ainda enfrenta todos os dias, grandes dificuldades no seu crucial oficio de levar o conhecimento a nossa sociedade.

Projetos que objetivam o interesse, e uma melhora real na educação são deixados de lado, por aqueles políticos que se utilizam da educação em suas campanhas eleitorais, para se elegerem, no entanto quando eleitos, a educação passa a ser assunto paliativo dentro de seus projetos. Agindo de forma covarde, votam contra projetos que beneficiariam claramente a educação pública, e em algumas situações elaborando projetos que dificultam o acesso dos menos favorecidos a cursos de aperfeiçoamentos, um desses exemplos de ações contrárias à educação, foi o voto favorável a PEC 395/14 que permite que universidades públicas, cobrem por cursos de pós-graduação latu senso, do deputado federal Paraibano Pedro cunha Lima (PSDB-PB). 

Após o voto o deputado Pedro Cunha Lima, contrastando com a realidade Brasileira, se licencia do cargo para dar prosseguimento a sua pós-graduação particular em Portugal. Outra ação criminosa ainda contra a educação pública, foi o voto contrário de grande parte do parlamento ao projeto do senador Cristovam Buarque (PPS-PE) PL 480/2007, que obrigaria a todos os filhos de políticos estudarem nas escolas públicas. Dessa forma com certeza a escola pública alcançaria o topo das prioridades daqueles que se dizem defensores da sociedade, e diante de tanta qualidade não seria necessário fazer pós-graduação na Europa. 

Como se não bastassem todos esses entraves, os professores da escola pública vivem uma eterna ameaça, que os obriga a aprovar o maior número de alunos possível, até ai tudo bem, o problema é que grande parte desses contemplados não têm nenhum interesse pelos conteúdos aplicados pelos professores, além de demonstrarem péssimo comportamento no decorrer das aulas. É importante que os pais e responsáveis pelos alunos da escola pública, procurem visitar a escola no decorrer do ano letivo, e sejam vigilantes quanto às ações de seus dependentes na escola, pois hoje o fato de ser aprovado não significa dizer na realidade, que o conhecimento mínimo necessário foi adquirido.

Chega a ser lamentável a lerdeza de grande parte dos alunos da escola pública, que em dia de avaliação, afirmam não saberem nem sequer o nome de um dos conteúdos ao qual a avaliação será aplicada. Diante de tantos problemas e entraves, chega a ser quase impossível não perceber o desestímulo dos professores, o que nos leva ao trocadilho de sofressor e professor, sofressor de sofrimento diante de uma luta desigual e traiçoeira.

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sábado, 30 de abril de 2016

Espaguete à Napolitana - Internacional Italiana

Espaguete à Napolitana
INGREDIENTES:

5Colheres de (sopa) de cheiro verde bem batidinho
4Colheres de (sopa) de azeite
250 gramas de champignons refogados
4 tomates picados em pedacinhos
50 gramas de azeitonas pretas
50 gramas de alcaparras
1 pitada farta de orégano
½ quilo de espaguete
250 gramas de alici
1 cebola ralada
sal

MODO DE PREPARAR:

Cozinhar o espaguete em água fervendo com sal. Depois de cozido escorrer bem. Colocar em uma travessa grande e regar com o molho feito da seguinte maneira: levar ao fogo, em uma panela, o azeite e a cebola; deixar a cebola começar a dourar e juntar os tomates, sal, orégano, as azeitonas cortadinhas, as alcaparras, os champignons refogados e a alici. Deixar fritar um pouco em fogo brando, juntar o cheiro verde e tirar do fogo. Coberto já o espaguete com o molho, mexer, ligeiramente, com 2 garfos e servir logo.


Livro de Receitas

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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Impeachment: O Que é e Como Funciona?

Impeachment , impedimento ou impugnação de mandato é um termo que denomina o processo constitucional de cassação de mandato do chefe máximo ou supremo, no Brasil do poder executivo pelo congresso nacional, pelas assembleias estaduais ou pelas câmaras municipais. 

A denúncia válida pode ser "evidente a existência de Organização Criminosa",(INTERPOL) seja, "por crime comum, crime de responsabilidade, abuso de poder, desrespeito às normas constitucionais ou violação de direitos pétreos previstos na constituição. A punição varia de país para país". Em vários países da Europa, usa-se o termo moção de censura, pois a origem da moção é de iniciativa do parlamento, acrescido do termo político "perda de confiança", quando, então, o parlamento nacional não confia mais nos denominados e genéricos " governante ou presidente que preside o governo e respectivo primeiro-ministro, obrigando-o a renunciar junto com todo o seu gabinete".

A palavra "impeachment" deriva do latim, expressando a ideia de ser pego ou preso, e tem analogias modernas no verbo francês empêcher (impedir) e no inglês impede (impedir). Antigamente, era também erroneamente tido como derivação do latim impetere (atacar) (em seu uso mais frequente e técnico, o impeachment de um testemunho significa desafiar a honestidade ou credibilidade da pessoa).O impeachment foi usado pela primeira vez na política do Reino Unido. Especificamente, o processo foi usado pela primeira vez pelo parlamento da Inglaterra contra William Latimer, o 4º Barão Latimer (Pariato da Inglaterra), na segunda metade do século XIV. Seguindo o exemplo britânico, as constituições de Virgínia (1776), Massachusetts (1780), e de outros estados, subsequentemente, adotaram o mecanismo de impeachment; no entanto, a punição foi restringida para a remoção do funcionário do cargo. Em organizações privadas, uma moção de impeachment pode ser utilizada.

O processo de impeachment não deve ser confundido com o recall político, que é, usualmente, iniciado por eleitores e que pode ser baseado em "acusações políticas": por exemplo, má administração (política, sem evidente viés criminoso). Apesar de ambos servirem para pôr fim ao mandato de um representante político, os dois institutos diferem quanto à motivação e à iniciativa (titularidade) do ato de cassação do mandato O impeachment pode ser iniciado por um órgão constitucional (geralmente legislativo) e, geralmente – mas não sempre – decorre de infração grave. Os passos que removem o funcionário do gabinete também são diferentes.


No Brasil, o processo de impedimento pode ser iniciado por qualquer cidadão, desde que seja portador de titulo de eleitor e maior de dezesseis anos. No entanto, este deve cunhar um documento formal e apresentar evidências e motivos para que a câmara dos deputados analise a validez do pedido, e dê andamento no processo ou não. Caso o pedido de Impeachment seja validado por 2/3 dos deputados, o processo é então levado ao senado para uma ratificação por maioria simples de seus membros e, sendo ratificado, dar-se-á inicio ao processo, julgamento e votação: esta definitiva.

Para que se desencadeie o processo de impeachment, é necessário motivação, ou seja, é preciso que se suspeite da prática de um crime ou de uma conduta inadequada para o cargo. Já no recall, tal exigência não existe: o procedimento de revogação do mandato pode ocorrer sem nenhuma motivação específica. Ou seja, o recall é um instrumento puramente político. Outra diferença é que, no impeachment, o procedimento é geralmente desencadeado e decidido por um órgão legislativo, enquanto que, no recall, é o povo que toma diretamente a decisão de cassar ou não o mandato.

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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Clima Selvagem do Cosmos (Documentário) - GRÁTIS



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Barão Pierre de Coubertin

Barão de Coubertin
Pierre de Frédy (Paris, 1 de janeiro de 1863Genebra, 2 de setembro de 1937), mais conhecido pelo seu título nobiliárquico de Barão de Coubertin, foi um pedagogo e historiador francês, tendo ficado para a história como o fundador dos Jogos Olímpicos da era moderna.Nascido na capital francesa em uma família aristocrática, descendente de Fernando III de Castela, Pierre de Frédy foi inspirado pelas suas visitas a colégios ingleses e americanos, propondo-se a melhorar os sistemas de educação.

A certo ponto, após ter idealizado uma competição internacional para promover o atletismo e tirando partido de um crescente interesse internacional nos Jogos Olímpicos da antiguidade, alimentado por descobertas arqueológicas nas ruínas de Olímpia, o barão de Coubertin concebeu um plano para fazer reviver os Jogos Olímpicos.Para publicar os seus planos, organizou um congresso internacional em 23 de Junho de 1894 na Sorbonne em Paris. Aí propôs que fosse reinstituída a tradição de realizar um evento desportivo internacional periódico, inspirado no que se fazia na Grécia antiga. Este congresso levou à constituição do Comité Olímpico Internacional, do qual o barão de Coubertin seria secretário geral. Foi também decidido que os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna teriam lugar em Atenas, na Grécia e que a partir daí, tal como na antiguidade, seriam realizados a cada quatro anos (uma Olimpíada). Dois anos depois realizaram-se os Jogos Olímpicos de Verão de 1896, que foram um sucesso.

Após os Jogos de 1896, Demetrius Vikelas abandonou o posto de presidente do COI e Pierre de Coubertin tomou o seu lugar na frente da organização. Apesar do sucesso dos primeiros jogos, o Movimento Olímpico enfrentaria tempos difíceis, com os Jogos Olímpicos de 1900 e de 1904 a serem completamente obscurecidos pelas exposições mundiais em que foram integrados, e passando completamente despercebidos.A situação melhorou com a realização dos Jogos Olímpicos de Verão de 1906 que, utilizando o pretexto de comemorar os 10 anos da primeira edição, serviram para limpar a imagem e promover os Jogos como um evento internacional por excelência. A partir de então os Jogos Olímpicos continuariam a ganhar audiência, tornando-se o mais importante evento desportivo mundial. Pierre de Coubertin abandonou a presidência do COI após os Jogos Olímpicos de Verão de 1924, realizados em Paris, a sua cidade natal, e com um sucesso muito maior que a anterior edição de 1900. Foi sucedido no cargo por Henri de Baillet-Latour.

Coubertin manteve-se como Presidente Honorário do COI até à sua morte em 1937 em Genebra na Suíça. Foi enterrado em Lausanne (local da sede do COI), mas o seu coração está sepultado separadamente, num monumento perto das ruínas da antiga Olímpia.Em 2015 foi publicada no Brasil uma parte significativa dos escritos de Pierre de Coubertin: Olimpismo. Seleção de textos (http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/Ebooks/Pdf/978-85-397-0736-2.pdf).



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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Reflexão sobre o Socialismo :"Professor reprova a turma inteira"


Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.Essa classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riquezaninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.


O professor então disse:

"Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que, em teoria, ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "10". 

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "7".Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como resultado, a segunda média das provas foi "4".Ninguém gostou...Depois da terceira prova, a média geral foi um "1".


As notas não voltaram a patamares mais altos mas, as desavenças entre os alunos, a busca por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e o senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala... Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... 

Para sua total surpresa, o professor explicou:


"O experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande". Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor.Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela... 


1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2. Para cada um recebendo sem ter que trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do que prega o socialismo, é impossível   multiplicar as riquezas tentando dividi-las;

5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.


Autor Desconhecido 
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sábado, 16 de abril de 2016

Mário Sérgio Cortella "O Mestre"

Nascido em Londrina, interior do Paraná, na juventude (1973/1974/1975) experimentou a vida monástica em um convento da Ordem Carmelitana Descalça, mas abandonou a perspectiva de ser monge para seguir a carreira acadêmica. Concluiu sua graduação em 1975 na Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira. Em 1989 concluiu seu mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), sob a orientação do Prof. Dr. Moacir Gadotti, e em 1997, sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Freire, conclui seu doutorado também em Educação pela PUC-SP.

É professor titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e de pós-graduação em Educação da PUC-SP, na qual está de 1977 a 2012, além de professor-convidado da Fundação Dom Cabral, desde 1997, e foi no GVPec da Fundação Getúlio Vargas, entre 1998 e 2010.Ocupou o cargo de Secretário Municipal de Educação de São Paulo (1991-1992), durante a administração de Luiza Erundina, e foi membro-conselheiro do Conselho Técnico Científico da Educação Básica da CAPES/MEC (2008/2010).Fez o programa "Diálogos Impertinentes" na TV PUC, no Canal Universitário.

Suas Publicações

Cortella tem obras publicadas no campo da Filosofia e da Educação. É autor, entre outras obras, de:
  • A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos.
  • Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille.
  • Não Espere Pelo Epitáfio: Provocações Filosóficas.
  • Não Nascemos Prontos!
  • Viver em Paz para Morrer em Paz: Paixão, Sentido e Felicidade.
  • Não se desespere! Provocações filosóficas.
  • Sobre a Esperança: Diálogo, com Frei Betto.
  • O que é a Pergunta?, Com Silmara Casadei.
  • Política: Para Não Ser Idiota, com Renato Janine Ribeiro.
  • Vida e Carreira: um equilíbrio possível?, com Pedro Mandelli.
  • Educação e Esperança: sete reflexões breves para recusar o biocídio.
  • Qual é a tua Obra? Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética.
  • Vivemos Mais! Vivemos Bem? Por Uma Vida Plena.
  • Liderança em Foco.
  • 2014 - Ética e Vergonha na Cara!, com Clóvis de Barros Filho.
  • Pensar Bem Nos Faz Bem! (Filosofia, Religião, Ciência, Educação) (1a. ed 2013). 2a. ed. Petrópolis e São Paulo: Vozes e Ferraz & Cortella, 2014.
  • Descartes, a paixão pela razão 1a. ed. São Paulo: FTD, 1988.


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domingo, 10 de abril de 2016

Aquele Que Não Tiver Pecado Atire a Primeira Pedra



Essas foram às palavras pronunciadas, pelo homem mais integro e honesto que já passou nesta terra. Refiro-me a passagem bíblica que se encontra em joão8: 1-11, quando Jesus Cristo ao ser indagado pelos fariseus, a respeito de uma mulher que seria apedrejada segundo as leis de Moisés daquela época, com o intuito único e exclusivo de tentar denegrir os ensinamentos de Jesus Cristo, e expô-lo ao ridículo. 

No entanto diante de uma situação de tamanha pressão, Jesus Cristo em sua divina paz e sabedoria, pronuncia a celebre frase: “AQUELE QUE NÃO TIVER PECADO ATIRE A PRIMEIRA PEDRA”, o que deixou todos aqueles que condenavam aquela mulher, que havia praticado adultério, sem forças nem tão pouco razão para condena-la. Aos poucos todos que a condenavam saiam cabisbaixos, depois que todos saíram, Jesus Cristo se aproxima e pergunta: Mulher onde estão aqueles que te condenavam? , vá e não peques mais.

O atual momento político e econômico do Brasil produzem características, que apesar das devidas proporções e época, denotam grandes semelhanças com o histórico acontecimento bíblico, principalmente de cunho político. Refiro-me ao caos econômico e social a que passa toda nação Brasileira, devido à falta de atitudes por parte do poder legislativo federal, no sentido de dar prioridade, as questões que interferem diretamente na vida da população, como projetos que amenizem a situação alarmante que se encontram empresas que estão falindo por todo País, deixando uma quantidade enorme de famílias desempregadas por toda federação.

Enquanto isso, parlamentares que também se encontram atolados até o pescoço em desvios de verbas e atos de corrupção, e que são inclusive parte de objetos de investigação do ministério público federal, unem-se com um objetivo único e exclusivo, ou seja, apedrejar o governo federal, e incitar a população a pedir nas ruas o impeachment da presidente Dilma Roussef. Para isso utilizam de todas as forças e poderes que possuem, de forma quase alucinada, em uma corrida desenfreada contra o tempo, da forma que jamais nenhum deles fez até hoje por nenhum projeto lei que viesse favorecer a população Brasileira. 

Como se essa atitude de vingança fosse à solução para a enfraquecida economia nacional. Não sou partidário de nenhum dos atuais partidos políticos, sejam de situação ou oposição. No entanto fazendo uma analise consciente do momento atual, vejo que essa não é a única, nem tão pouco a melhor opção para o País hoje, já que no momento não vejo entre os atuais sucessores, nenhum que esteja livre do mesmo “PECADO”, com moral suficiente para condenar nem tão pouco assumir o atual governo federal.

Na minha humilde opinião, assim como esta escrita nas sagradas escrituras, nenhuma dessas “PEDRAS” chamadas de impeachment hoje, ira acertar aquela que também errou, pois os seus prováveis algozes, de oposição, estão atolados até o pescoço no mesmo “pecado”, ou seja, estão na mira da justiça e do ministério público, o que os desabilitam de qualquer moral, no sentido de denegrir, ou até mesmo assumir o governo federal. Como conclusão dos fatos apresentados sou categórico em dizer, não haverá impeachment.


Brasil Escola
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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Holocausto "A Marca Histórica da Perseguição Política e Religiosa Mundial"

Nossa relação com o passado se dá de diferentes formas e a partir da interpretação das experiências vividas, o homem passa a ditar determinadas ações de sua vida cotidiana. Geralmente, as experiências ruins são respondidas com ações e ideias que evitam a repetição de um mesmo infortúnio. Um claro caso desse tipo de relação do passado pode ser notado quando fazemos menção ao Holocausto.

O Holocausto foi uma prática de perseguição política, étnica, religiosa e sexual estabelecida durante os anos de governo nazista de Adolf Hitler. Segundo a ideologia nazista, a Alemanha deveria superar todos os entraves que impediam a formação de uma nação composta por seres superiores. Segundo essa mesma idéia, o povo legitimamente alemão era descendente dos arianos, um antigo povo que – segundo os etnólogos europeus do século XIX – tinham pele branca e deram origem à civilização européia.

Dessa forma, para que a supremacia racial ariana fosse conquistada pelo povo alemão, o governo de Hitler passou a pregar o ódio contra aqueles que impediam a pureza racial dentro do território alemão. Segundo o discurso nazista, os maiores culpados por impedirem esse processo de eugenia étnica eram os ciganos e – principalmente – os judeus. Com isso, Hitler passou a perseguir e forçar o isolamento em guetos do povo judeu da Alemanha.

Dado o início da Segunda Guerra, o governo nazista criou campos de concentração onde os judeus e ciganos eram forçados a viver e trabalhar. Nos campos, os concentrados eram obrigados a trabalhar nas indústrias vitais para a sustentação da Alemanha na Segunda Guerra Mundial. Além disso, os ocupantes dos campos viviam em condições insalubres, tinham péssima alimentação, sofriam torturas e eram utilizados como cobaias em experimentos científicos.

É importante lembrar que outros grupos sociais também foram perseguidos pelo regime nazista, por isso, foram levados aos campos de concentração. Os homossexuais, opositores políticos de Hitler, doentes mentais, pacifistas, eslavos e grupos religiosos, tais como as Testemunhas de Jeová, também sofreram com os horrores do Holocausto. Dessa forma, podemos evidenciar que o holocausto estendeu suas forças sobre todos aqueles grupos étnicos, sociais e religiosos que eram considerados uma ameaça ao governo de Adolf Hitler.

Com o fim dos conflitos da 2ª Guerra e a derrota alemã, muitos oficiais do exército alemão decidiram assassinar os concentrados. Tal medida seria tomada com o intuito de acobertar todas as atrocidades praticadas nos vários campos de concentração espalhados pela Europa. Porém, as tropas francesas, britânicas e norte-americanas conseguiram expor a carnificina promovida pelos nazistas alemães.

Depois de renderem os exércitos alemães, seus principais líderes foram julgados por um tribunal internacional criado na cidade alemã de Nuremberg. Com o fim do julgamento, muitos deles foram condenados à morte sob a alegação de praticarem crimes de guerra. Hoje em dia, muitas obras, museus e instituições são mantidos com o objetivo de lutarem contra a propagação do nazismo ou ódio racial.


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