quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A Escola e o Mercado de Trabalho

A conquista e a evolução sempre se fizeram presentes na vida do homem, desde os primórdios da civilização humana, porém a busca cada vez maior por benefícios e melhorias de uma forma geral, dentro da sociedade a que o mesmo faz parte, torna-se necessária, já que a evolução principalmente no campo profissional pode trazer inúmeros benefícios financeiros, o que na sociedade moderna que fazemos parte hoje, é algo que pode trazer conforto e status, e consequentemente uma vida mais digna, tanto para o indivíduo como para seus familiares.


Toda conquista tem um preço, e a evolução de uma pessoa dentro da sociedade a que ela faz parte, não podia ser diferente, a busca constante por um bom emprego, ou até mesmo uma aprovação em um concurso público, exige de qualquer um, interesse, empenho, e principalmente objetividade. A vitória conquistada de forma honesta hoje em dia, é motivo de grande concorrência, prova disso são os diversos concursos públicos realizados pelas instituições federais, estaduais e municipais.


As escolas tanto particulares como as públicas, procuram dentro de suas regras e didáticas mostrar aos alunos, o quanto a ascensão profissional torna-se competitiva com o passar do tempo, e a necessidade de focar o nosso objetivo em uma profissão, matéria, ou conteúdo a que temos uma maior afinidade. Visando com tudo isso, mostrar ao aluno quais opções a nossa sociedade oferece, e qual delas se encaixa melhor no seu perfil dentro do mercado de trabalho. Procuramos incansavelmente mostrar com clareza, que não basta apenas o emprego ou a profissão, mas a satisfação naquilo que cada um vai escolher para fazer por toda sua vida. Junto com a combinação dessas possibilidades com certeza estará a vitória e a Ascenção profissional.
 

Infelizmente dentro da escola pública hoje, os Professores encontram grandes dificuldades para mostrar aos alunos, o quanto é importante à objetividade e o interesse nos conteúdos trabalhados em sala de aula, já que a importância dos mesmos é óbvia quando queremos de forma honesta conquistar a Ascenção profissional dentro de nossa sociedade. Como fator principal dessa dificuldade, podemos destacar vários, mas a falta de participação dos pais ou responsáveis, junto aos profissionais da educação no sentido de melhorar a compreensão dos alunos, apesar das grandes modificações já conquistadas, é a maior delas, muita coisa ainda há de se conquistar dentro da escola, principalmente quando nos referimos à escola pública.


Portanto podemos concluir que para uma pessoa que sonha em ser independente financeiramente, e almeja uma boa colocação dentro de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, o interesse e a compreensão do que se deseja fazer é o que deve ser objetivado e colocado em prática, para mais tarde ser posto a prova na disputa por um concurso público, ou uma vaga em alguma loja ou empresa. Somente dessa forma, é que será observado o quanto são importantes os conteúdos trabalhados em sala de aula para conseguir uma boa colocação no mercado de trabalho.


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sábado, 13 de setembro de 2014

Carne de Panela Recheada com Amêndoas

Carne de Panela Recheada com Amêndoas
Rendimento: 8 porções
Tempo de preparo: 50 minutos

Ingredientes:

RECHEIO

10 azeitonas picadas
200 g de amêndoas descascadas e cortadas em lâminas
1 colher (chá) de sal

CARNE

1 quilo de lagarto em uma só peça
2 colheres (sopa) de óleo
2 colheres (chá) de sal
4 xícaras (chá) de água fervente
meia xícara (chá) ketchup
3 cebolas cortadas em 4 partes

MOLHO

1 colher (sopa) de farinha de trigo
meia xícara (chá) de água fria
1 colher (sopa) de salsinha picada

Modo de Preparar:

RECHEIO

1- Em uma tigela pequena, misture a azeitona, as amêndoas e o sal. Reserve;

CARNE

2- Em uma superfície lisa, coloque a carne e, com uma faca afiada, faça 1 furo  e recheie o interior da carne com a mistura de azeitonas e amêndoas.
3- Em uma panela de pressão, aqueça o óleo e doure a carne de todos os lados.
4- Acrescente o sal, a água fervente e o ketchup .  Tampe a panela e cozinhe por 30 minutos, contados a partir do início da pressão.
Apague o fogo, aguarde sair todo o vapor e abra a panela.
5- Junte as cebolas e cozinhe por mais 5 minutos ou até engrossar o caldo.
Retire do fogo, corte a carne em fatias e coloque-as em uma travessa.

MOLHO

6- Dissolva a farinha na água fria e adicione ao caldo na panela. Cozinhe por mais 5 minutos, mexendo sempre, até o caldo engrossar.
7- Cubra a carne com o molho e salpique a salsinha. Sirva em seguida.

VARIAÇÃO

Se preferir, utilize o ketchup  picante e substitua meia xícara (chá) da água fervente por vinho tinto.

DICA

Você pode utilizar outros tipos de carne para essa receita: experimente preparar com coxão duro ou alcatra ou peixinho.

Fonte: Culinária Nacional
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Dica Ecológica


 Veja Como Montar um Econômico e Ecológico  Recipiente Utilizando os 4 Passos  Mostrados Acima.

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Município de Alagoa Grande - Paraíba

Alagoa Grande é um município brasileiro do estado da Paraíba, localizado na microrregião do Brejo Paraibano. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2010, sua população é de 28.482 habitantes. Área territorial de 320,558 km².

O nome da cidade é escrito numa forma arcaica de português, já que atualmente não se escreve mais a palavra lagoa com a aposição de "a" inicial (embora em Portugal ainda haja essa grafia para lagoa).Como cidade da Região do Brejo da Paraíba (isto é, uma região intermediária entre o Litoral e o Sertão, situada na encosta da Serra da Borborema que recebe os ventos alísios úmidos do Atlântico e tem uma cobertura vegetal de Mata Atlântica), era parte integrante do município de Areia (cidade onde nasceu José Américo de Almeida, político e romancista, autor de A Bagaceira) até meados do século XIX, quando se tornou independente como cidade.O ano de 1864 é considerado como o ano de sua fundação, mas em 1847 já havia passado de povoado a distrito. Foi emancipada politicamente em 21 de Outubro de 1864, sendo instalada, como vila, em 26 de Julho de 1865. Aos 27 de Março de 1908, Alagoa Grande foi elevada à categoria de cidade. Por conta desta última data muitos acreditam que o município completou 1 século de emancipação no ano de 2008, quando na verdade já decorreram 147 anos deste fato histórico.

Esta era uma região que cresceu muito no século XIX, através da agricultura baseada na cana-de-açúcar (que destruiu a Mata Atlântica do lugar, desfigurando a cobertura vegetal) que utilizava intensivamente a mão-de-obra escrava. Em seu centro ainda existem casarões que ainda hoje testemunham esse momento de grandeza econômica do município e foram construídos por escravos. Alguns desses casarões, que aparecem em frente à praça central e à matriz centenária da cidade, são cobertos por azulejos importados de Portugal no século XIX.Embora a cidade tenha se estagnado economicamente ao longo da segunda metade do século XX (com a população ao invés de aumentar, diminui, principalmente por causa do êxodo para as grandes cidades). Alagoa Grande tem um grande potencial turístico que pode ser economicamente explorado, trazendo divisas para o município (tanto o turismo histórico, quanto o turismo rural e ecológico).Neste município se localiza a comunidade quilombola de Caiana dos Crioulos, herança dos negros que ajudaram no crescimento econômico e cultural da cidade.

Em 17 de junho de 2004, rompeu-se a barragem Camará (localizada no município de Alagoa Nova, a aproximadamente 140 km de João Pessoa), construída três anos antes no Rio Mamanguape. O rompimento da barragem elevou o nível do Mamanguape em mais de cinco metros, inundando tanto Alagoa Nova como Alagoa Grande, rio abaixo. Nesta, em alguns pontos, a água atingiu quase dois metros de altura dentro das casas.A ponte que ligava a cidade aos municípios de Areia e Alagoa Nova foi destruída e levada pelas águas. Mulungu e Alagoa Grande, que têm ao todo cerca de 45 mil moradores, ficaram sem água, energia elétrica e telefone.O total de desabrigados foi calculado em aproximadamente 1.600 pessoas.


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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Município de Serra da Raiz - Paraíba

Serra da Raiz é um município brasileiro do estado da Paraíba. Pertence a Mesorregião do Agreste Paraibano e à Microrregião de Guarabira. Está distante 138 quilômetros de João Pessoa, a capital do estado. Sua instalação oficial ocorreu em 21 de janeiro de 1959. Apesar da criação recente, é considerada uma das mais antigas povoações do estado da Paraíba.

A localidade de Serra da Raiz teve sua origem datada a partir do século XVIII com a concessão de sesmarias. A partir desse período foi construída uma rústica indústria de beneficiamento e fiação de algodão, conhecida como “Bolandeira”, pelo senhor Bento José da Costa, um dos primeiros moradores da povoação. Essa construção favoreceu para o desenvolvimento e crescimento do então povoado. Posteriormente foram construídas a Casa Grande, a Senzala, um curral e uma pequena Capela feita de taipa dedicada ao Senhor do Bonfim.A pequena capela do Senhor do Bonfim foi construída numa parte de terra doada pelos moradores da localidade e elevada a categoria de paróquia no ano de 1870, pelo Padre Emídio Fernandes. Contudo, nos arquivos da Paróquia da Serra da Raiz está registrado como primeiro pároco o padre Sebastião Bastos de Almeida. 

A região que compreende o município da Serra da Raiz é vinculada ao histórico episódio ocorrido na época da colonização da Paraíba no ano de 1574 denominado de Tragédia de Tracunhaém. Segundo historiadores, foi nessa região do município da Serra da Raiz que o índio Ininguaçu, teria arregimentado parte de sua tribo em busca de sua filha Iratembé, capturada por um mameluco que transitava na região da Serra da Copaoba. Os índios que eram da nação indígena dos potiguaras foram em direção ao Engenho Tracunhaém do proprietário Diogo Dias, na região que atualmente compreende a cidade pernambucana de Goiana, e lá teria ocorrido um grande massacre contra os moradores que viviam no engenho.Por esses fatos o município de Serra da Raiz é considerado por alguns historiadores como um dos primeiros aldeamentos da então Capitania da Paraíba, pois logo após a tragédia de Tracunhaém os colonizadores portugueses junto com os índios Tabajaras derrotaram a tribo Potiguara do então aldeamento da Copaoba, região que atualmente compreende os municípios de Serra da Raiz, Belém, Caiçara, Duas Estradas e Sertãozinho, e avançaram na colonização da Paraíba.O nome do município, Serra da Raiz, derivou-se de uma raiz de propriedades medicinais que se encontrava na localidade, a qual foi muito utilizada no passado pelos silvícolas. No entanto, em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936, o distrito passa a se chamar Barra da Raiz. Porém, com o decreto-lei estadual, datado de 15 de novembro de 1938, o topônimo do então distrito de Serra da Raiz foi alterado para Cupaoba, em alusão a primitiva denominação da região, mas anos depois voltou a denominar-se novamente de Serra da Raiz. Segundo a tradição oral um antigo religioso chamado Frei Herculano teria pedido a modificação do nome da vila para Jerusalém, porém o nome não foi mantido.


Antes da emancipação político-administrativa Serra da Raiz disputou acirradamente contra a cidade de Caiçara o domínio geopolítico da região. Esta rivalidade acarretou uma parcial paralisação do progresso dos dois povoados, fazendo com que os territórios da Serra da Raiz e de Caiçara fossem administrados pelo município de Guarabira até o ano de 1908, quando Caiçara foi emancipada e a Serra da Raiz ficou sendo figurada como distrito de Caiçara até o ano de 1959 quando foi definitivamente emancipada pela lei estadual nº 1962, de 21 de janeiro de 1959. Entre 1938 e 1943, ainda distrito de Caiçara, a localidade denominou-se Cupaoba 


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domingo, 7 de setembro de 2014

Independência do Brasil - 7 de Setembro

A Independência do Brasil, comemorada em 7 de setembro, foi um dos acontecimentos que mudou os rumos de nossa nação.Vários eventos desencadearam a necessidade de ficar independente de Portugal, portanto é importante entender a história desde o começo:


A Família Real chega ao Brasil


Com a chegada da Família Real ao Brasil, começa a se delinear uma nova condição econômica, pois, em 1808 com a abertura dos portos, o Brasil deixava de ser colônia, atendendo assim aos interesses da elite agrária brasileira. Apesar de ainda ser um momento inicial da história, esse episódio, que marca a política de D. João VI no Brasil, é considerada a primeira medida formal em direção à independência.


Revolução Constitucionalista e Revolução Liberal do Porto


É claro que os aristocratas portugueses não gostaram nada dessa situação, pois perdiam cada vez mais espaço no cenário político, assim, passam a alimentar um movimento de mudanças que culminou em uma revolução constitucionalista em Portugal.A Revolução Liberal do Porto foi outro movimento marcante da época que tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil novamente à condição de colônia.Decorrente desse movimento os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes” que tem como protagonistas as principais figuras políticas lusitanas exigindo que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para e legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.
 


Príncipe Regente e novas diretrizes


Durante um tempo, D.Pedro seguiu ordens da corte portuguesa, mas acabou percebendo que as leis vindas de Portugal pretendiam transformar o Brasil novamente em uma simples colônia. Então pouco depois que assumiu, Dom Pedro I passou a tomar medidas em favor da população e começou a ganhar prestígio. Suas primeiras medidas foram baixar os impostos e equipar as autoridades militares nacionais às lusitanas. Inicia-se um dos momentos mais conturbados desse período, pois essas ações desagradaram muito as Cortes de Portugal que exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. No Brasil, os defensores da independência iniciaram uma campanha pedindo que o príncipe regente permanecesse em nossa terra. A pressão portuguesa despertou a elite econômica brasileira para o risco que de um novo domínio e o retorno ao estado de colônia. Assim, os grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I e incentivá-lo a ser líder da independência brasileira. No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram seu auge, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado solicitando a permanência e Dom Pedro no Brasil. Neste contexto e atendendo a demonstração de apoio, no dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro recebeu um abaixo-assinado pedindo-lhe que ficasse. Ele atendeu ao desejo do povo declarando: "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação diga ao povo que fico". Dom Pedro I reafirmou sua permanência no cenário político brasileiro e atendeu aos interesses dos ricos fazendeiros brasileiros e esse dia passou a ser conhecido em nossa história como o Dia do Fico.
 

Finalmente a Independência!

Dom Pedro I logo teve a iniciativa de incorporar figuras políticas brasileiras que eram a favor da independência aos quadros administrativos de seu governo. Ele também decretou que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia. Foi justamente essa medida que tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável e, em uma última tentativa, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I fez uma declaração oficial afirmando assim seu acordo com os brasileiros. Declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo. Nos meses seguintes, os brasileiros venceram facilmente o ataque das tropas portuguesas, com apoio inglês. Em pouco tempo, vários países da América, que já haviam se libertado do domínio europeu, apoiaram oficialmente nossa independência.D.Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D.Pedro I. O Brasil passou a ser uma monarquia, uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei. 
 

Curiosidade

Um dos primeiros a reconhecer o Brasil como uma nação foram os Estados Unidos. O reconhecimento de Portugal só veio em 1825, em troca de uma indenização de 2 milhões de libras.



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sábado, 6 de setembro de 2014

Manual do Helicóptero Pelicano da Candide em PDF - GRÁTIS



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Bolo de Frango Light

Ingredientes:

½ quilo de peito de frango moído
½ Chicara de (chá) de aveia ou um pouco mais, para dar liga
1 ovo inteiro
1 cebola pequena ralada
½ Colher de (sopa) de óleo para untar a forma
Farinha de rosca para polvilhar
1 dente de alho
Salsa picada e outras ervas a seu gosto
1 cenoura ralada no ralo grosso
½ Chicara de (chá) de agrião picado ou 1 Chicara de (chá) de alface
1 tomate picado, sem sementes
Sal diet
Pimenta a gosto

Modo de Preparar:

Misture todos os ingredientes e coloque, de preferência, numa forma para bolo inglês untada com o óleo e polvilhada com a farinha. Leve ao forno até que a carne esteja bem cozida e dourada por cima por aproximadamente 30 minutos.

Fonte : Culinária Nacional

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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O Paraíso da Impunidade é Aqui!

Impunidade, essa palavra defini muito bem a fragilidade do cidadão de bem, diante de uma sociedade que esta a mercê de verdadeiros malfeitores travestidos de menores, esses elementos que vivem por ai a solta nas cidades e pelas ruas de nosso País, praticando todo tipo de crime que puder cometer, onde estupros e assassinatos são apenas alguns, dos que infelizmente estamos acostumados a ver todos os dias nos telejornais e na imprensa de uma forma geral.


A Polícia pouco ou nada pode fazer, diante das situações expostas por um conjunto de leis cheias de falhas, que na verdade só deixam os cidadãos e as cidadãs de bem, órfãos de uma segurança de qualidade, onde na verdade essa deveria ser uma das principais prioridades dos nossos governantes. Chega a ser revoltante assistir praticamente todos os dias nos jornais, assaltos ou tentativas de assaltos com vítimas fatais, onde a participação efetiva desses malfeitores travestidos de menores, já tem se tornado ato constante nos centros urbanos.


Esses elementos quando estão atuando contra um cidadão, são capazes de praticar todo tipo de violência contra quem quer que seja, toda essa maldade e empáfia é alimentada pela “IMPUNIDADE”, e a certeza que na pior das hipóteses pra eles, quando forem pegos irão apenas passar alguns dias internados em uma dessas casas de “recuperação”, o que todos nós sabemos que La, eles podem adquirir qualquer coisa menos recuperação. Relatos de vítimas desses elementos que conseguiram sobreviver, dizem que passaram pelas piores humilhações de todas suas vidas, palavras como: “há sô de menor e num tô nem ai!”, “sô de menor e num vai dar em nada”, são frases alimentadas pela impunidade, e a falta de reação por parte dos poderes públicos, que como sempre em sua grande maioria, pouco ou nada fazem para mudar essa realidade. Uma das medidas a serem tomadas, chega a ser óbvia para todos, a redução da maioridade penal para os dezesseis anos de idade, sabe por que digo que é óbvia? Porque se os jovens de dezesseis anos já podem dirigir e escolher os políticos que ai estão, porque não podem responder pelos seus próprios atos? Nada mais justo de que essa seja, uma das medidas a serem tomadas, isso é o mínimo que o povo Brasileiro espera por parte dos Parlamentares, a sociedade esta indignada e algo deve ser feito o mais rápido possível, chega! Basta de “IMPUNIDADE”.


Será que para nossas autoridades, tomarem uma atitude vamos ter que esperar algum filho ou filha, ou parente próximo de alguém do alto comando das forças armadas, ou de algum parente de um grande deputado, senador ou até mesmo juízes serem vítimas desses malfeitores, para se começar a pensar numa forma de cessar esse tipo de covardia? A cada dia que passa vemos nos telejornais, o quanto estão ficando mais audaciosos nas suas investidas contra o cidadão de bem trabalhador, e para que esse tipo de violência e empáfia chegue aos parentes e pessoas ligadas a nossa política,  é questão de dias, até que eles se deem conta da fragilidade e da falta de atitudes de nossos governantes. A sociedade espera atitudes de nossos governantes, mas caso isso não ocorra devemos nós sociedade, tomarmos as nossas atitudes mudando as nossas preferências eleitorais, e exigindo dos mesmos atitudes o mais rápido possível, isso é possível e essa oportunidade esta sendo dada agora em 2014.

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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Critérios de Divisibilidade Parte 5


(Obs.:O Critério de Divisibilidade de 10 Resume-se a Todo Número Terminado em Zero)

Clique na Imagem Faça o Download e Bons Estudos!

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