quarta-feira, 18 de maio de 2016

A Paraíba e Seus Politiqueiros de 2016

Os nossos representantes politiqueiros Paraibanos, apesar do grande prestígio diante da política nacional, continuam concentrando suas forças e opiniões, com o objetivo único e exclusivo de angariar benefícios e vantagens eleitorais, nem que para isso, sejam necessários utilizarem de artifícios considerados traiçoeiros. 

Prova disso foram os últimos acontecimentos referentes ao impeachment da presidente da República. Mesmo se utilizando de apoios de conveniências, resultado de opiniões claramente acovardadas, percebidas por toda população Paraibana, nada mais conseguiram referente a projetos e recursos para o nosso estado, além de nomeações para ministérios, e cargos equivalentes privilegiando única e exclusivamente eles próprios.  


Representantes de outros estados da federação, não chegaram a se utilizarem de opiniões e estratégias acovardadas, com intuito de conseguir benefícios próprios ou partidários, esquecendo, no entanto daqueles, que depositaram sua confiança na forma de voto, no sentido de tê-los como representantes parlamentares. Apesar do grande prestígio em Brasília dos nossos politiqueiros, a quantidade de projetos e verbas, destinados ao nosso estado, não chega a ser equivalente a tal projeção política, que os nossos politiqueiros adquiriram. Será que vale apena então, tanto prestígio no cenário político nacional? Enquanto seus representados, sofrem com a falta recursos e projetos para sanar as várias dificuldades enfrentadas na saúde, educação, segurança e principalmente no colapso hídrico que Campina Grande esta prestes a sofrer?


A Paraíba não precisa de representantes com prestígio político a nível nacional, mas de representantes com dignidade, trabalho e projetos, que não privilegie somente os benefícios próprios, como cargos importantes nos ministérios federais, mas que façam jus aos votos, que receberam daqueles que acreditaram nas promessas, enfatizadas de forma ampla, nos mais diversos discursos proferidos, nos palanques por todo o estado. A Paraíba possui politiqueiros, que votam projetos que permitem que universidades públicas, cobrem por pós-graduação latu sensu, e não divulgam nem tão pouco explicam, o porquê de tal ação criminosa contra a educação pública.


No entanto fazem questão que “projetos meia boca”, que sabemos jamais será aprovado pelo parlamento, mais que causam expectativa na população, mesmo sem objetivos claros, mas que sejam amplamente divulgados. Outros que se apegam por quase dois mandatos a situação, fogem como ratos, quando a situação e o momento não lhes favorecem, se declarando contrários as questões governamentais, que quando estavam dando certo, se declaravam exímios defensores, no entanto agora, procuram a imprensa e pedem desculpas a população, por terem segundo eles, apoiado um sistema de governo equivocado, quando toda Paraíba sabe, que se trata apenas de uma ação acovardada e traiçoeira. 

Significado de Politiqueiro 

adj. e s.m. Pej. Diz-se de, ou indivíduo que pratica a baixa política, usando de processos pouco corretos; politicante.

Brasil Escola     
 INFORNATUS





domingo, 8 de maio de 2016

Fim do Piso Nacional dos Professores

Decadência da Educação Pública  Brasileira
Prefeitos e governadores em todo o país já comemoram o que será o fim do Piso Nacional dos Professores, proposta de Michel Temer (PMDB) para aplicação em seu eventual governo. Matéria sobre isso foi publicada na Folha de São Paulo no último dia 28.04.A ideia de Temer é modificar a Lei 11.738-2008 e criar um programa batizado de "Travessia Social", que daria 'bônus' aos docentes que 'melhorassem' o desempenho dos alunos e também 'aperfeiçoassem' suas práticas pedagógicas. 

Ou seja, em vez de reajustes anuais lineares a partir do mês de janeiro de cada ano para todos os educadores da educação básica pública, tal como reza a lei 11.738-2008, apenas os educadores que cumprirem as metas do 'novo' programa teriam direito a uma espécie de abono, que sequer vai para a aposentadoria. Desde 2009, os reajustes do piso se dão pelo mesmo índice de crescimento do custo-aluno, sempre acima da inflação oficial.Um atraso, diz especialista em educação.
 
"Essa proposta de Temer representa um grande atraso para a educação pública e para a valorização dos professores", alerta a Doutora em Educação Maria Esther Salgado. Explica a educadora que o desempenho dos alunos não é resultado exclusivo da atuação dos seus mestres, vez que o ensino-aprendizagem envolve diversos outros elementos, como a estrutura das escolas, as condições de trabalho e o próprio nível congnitivo de cada discente. Ao se querer reduzir tudo isso somente à atuação do educador, tenta-se na verdade justificar a ausência de valorização desse profissional pondo a culpa apenas nele mesmo. "Essa proposta não passa portanto de golpe no magistério", conclui a Drª Esther.

CNTE e sindicatos dizem que não aceitam retrocessos, Temer no entanto terá dificuldades para implementar esse tipo de proposta. A CNTE e seus sindicatos em todo o país já avisaram que não aceitam retrocessos na educação. Neste sentido, dizem que não deixarão que se piore ou se extinga a Lei do Piso dos professores.

Professor Jurandir, Presidente do Sintemg - Guarabira


 INFORNATUS



Atenção Professores do Brasil !

Futuro Sombrio da Escola Pública  Brasileira
O MEC determinou a reformulação dos PCCRs do magistério da Educação Básica em todo o país.Aqui na Paraíba, desde quarta-feira até hoje, os secretários de educação e seus assessores estão reunidos em Campina Grande, no Centro de Formação de professores, por blocos de municípios, para ouvirem as orientações do MEC.

Entre as inúmeras "sugestões", constam a abertura legal às OS (Organizações sociais), em processo de terceirização da gestão escolar, o corte de gratificações e a implantação do regime de produtividade para impulsionar a formação. Todas estas questões ferem uma série de direitos dos professores, mas, a maioria ficará calada, vai engolir sem saber nem do que se trata. Pior: muitos estão apoiando este processo. Até 2020, teremos uma outra educação, mas não teremos mais os direitos que lutamos décadas para conquistar.Outra questão séria é a dedicação exclusiva. O discurso é de que todos os professores devem ter trabalhar apenas em uma única escola, com 40h/s, recebendo o valor do PSPN. Entretanto, o valor do Piso é, no mínimo, 40% a menos em relação ao que recebe um professor com dois empregos.

A dedicação exclusiva é fundamental para uma educação de qualidade, mas o salário do professor precisa ser compatível e o valor do PSPN não é suficiente. Mais uma vez digo: os professores não demonstram ter força para atuar contra a terceirização da gestão escolar e o desmonte da já tão frágil carreira docente.Mas o MEC já disse: Os municípios que não reformarem os PCCRs nestes termos não terão certos recursos para algumas de suas atividades.

Assis Souza Moura, professor da UFCG.
 INFORNATUS



segunda-feira, 2 de maio de 2016

"Sofressor", o Professor sem Estímulo



A forma com que esta sendo tratada a educação pública no Brasil hoje, nos leva infelizmente a fazer esse tipo de trocadilho, com uma das profissões mais importantes comprovadamente no mundo, para o crescimento e o progresso de um País. Como se não bastasse à forma hipócrita que vem sendo tratada pela política nacional, ainda enfrenta todos os dias, grandes dificuldades no seu crucial oficio de levar o conhecimento a nossa sociedade.

Projetos que objetivam o interesse, e uma melhora real na educação são deixados de lado, por aqueles políticos que se utilizam da educação em suas campanhas eleitorais, para se elegerem, no entanto quando eleitos, a educação passa a ser assunto paliativo dentro de seus projetos. Agindo de forma covarde, votam contra projetos que beneficiariam claramente a educação pública, e em algumas situações elaborando projetos que dificultam o acesso dos menos favorecidos a cursos de aperfeiçoamentos, um desses exemplos de ações contrárias à educação, foi o voto favorável a PEC 395/14 que permite que universidades públicas, cobrem por cursos de pós-graduação latu senso, do deputado federal Paraibano Pedro cunha Lima (PSDB-PB). 

Após o voto o deputado Pedro Cunha Lima, contrastando com a realidade Brasileira, se licencia do cargo para dar prosseguimento a sua pós-graduação particular em Portugal. Outra ação criminosa ainda contra a educação pública, foi o voto contrário de grande parte do parlamento ao projeto do senador Cristovam Buarque (PPS-PE) PL 480/2007, que obrigaria a todos os filhos de políticos estudarem nas escolas públicas. Dessa forma com certeza a escola pública alcançaria o topo das prioridades daqueles que se dizem defensores da sociedade, e diante de tanta qualidade não seria necessário fazer pós-graduação na Europa. 

Como se não bastassem todos esses entraves, os professores da escola pública vivem uma eterna ameaça, que os obriga a aprovar o maior número de alunos possível, até ai tudo bem, o problema é que grande parte desses contemplados não têm nenhum interesse pelos conteúdos aplicados pelos professores, além de demonstrarem péssimo comportamento no decorrer das aulas. É importante que os pais e responsáveis pelos alunos da escola pública, procurem visitar a escola no decorrer do ano letivo, e sejam vigilantes quanto às ações de seus dependentes na escola, pois hoje o fato de ser aprovado não significa dizer na realidade, que o conhecimento mínimo necessário foi adquirido.

Chega a ser lamentável a lerdeza de grande parte dos alunos da escola pública, que em dia de avaliação, afirmam não saberem nem sequer o nome de um dos conteúdos ao qual a avaliação será aplicada. Diante de tantos problemas e entraves, chega a ser quase impossível não perceber o desestímulo dos professores, o que nos leva ao trocadilho de sofressor e professor, sofressor de sofrimento diante de uma luta desigual e traiçoeira.

 INFORNATUS





sábado, 30 de abril de 2016

Espaguete à Napolitana - Internacional Italiana

Espaguete à Napolitana
INGREDIENTES:

5Colheres de (sopa) de cheiro verde bem batidinho
4Colheres de (sopa) de azeite
250 gramas de champignons refogados
4 tomates picados em pedacinhos
50 gramas de azeitonas pretas
50 gramas de alcaparras
1 pitada farta de orégano
½ quilo de espaguete
250 gramas de alici
1 cebola ralada
sal

MODO DE PREPARAR:

Cozinhar o espaguete em água fervendo com sal. Depois de cozido escorrer bem. Colocar em uma travessa grande e regar com o molho feito da seguinte maneira: levar ao fogo, em uma panela, o azeite e a cebola; deixar a cebola começar a dourar e juntar os tomates, sal, orégano, as azeitonas cortadinhas, as alcaparras, os champignons refogados e a alici. Deixar fritar um pouco em fogo brando, juntar o cheiro verde e tirar do fogo. Coberto já o espaguete com o molho, mexer, ligeiramente, com 2 garfos e servir logo.


Livro de Receitas

 INFORNATUS
 
 
 
 

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Impeachment: O Que é e Como Funciona?

Impeachment , impedimento ou impugnação de mandato é um termo que denomina o processo constitucional de cassação de mandato do chefe máximo ou supremo, no Brasil do poder executivo pelo congresso nacional, pelas assembleias estaduais ou pelas câmaras municipais. 

A denúncia válida pode ser "evidente a existência de Organização Criminosa",(INTERPOL) seja, "por crime comum, crime de responsabilidade, abuso de poder, desrespeito às normas constitucionais ou violação de direitos pétreos previstos na constituição. A punição varia de país para país". Em vários países da Europa, usa-se o termo moção de censura, pois a origem da moção é de iniciativa do parlamento, acrescido do termo político "perda de confiança", quando, então, o parlamento nacional não confia mais nos denominados e genéricos " governante ou presidente que preside o governo e respectivo primeiro-ministro, obrigando-o a renunciar junto com todo o seu gabinete".

A palavra "impeachment" deriva do latim, expressando a ideia de ser pego ou preso, e tem analogias modernas no verbo francês empêcher (impedir) e no inglês impede (impedir). Antigamente, era também erroneamente tido como derivação do latim impetere (atacar) (em seu uso mais frequente e técnico, o impeachment de um testemunho significa desafiar a honestidade ou credibilidade da pessoa).O impeachment foi usado pela primeira vez na política do Reino Unido. Especificamente, o processo foi usado pela primeira vez pelo parlamento da Inglaterra contra William Latimer, o 4º Barão Latimer (Pariato da Inglaterra), na segunda metade do século XIV. Seguindo o exemplo britânico, as constituições de Virgínia (1776), Massachusetts (1780), e de outros estados, subsequentemente, adotaram o mecanismo de impeachment; no entanto, a punição foi restringida para a remoção do funcionário do cargo. Em organizações privadas, uma moção de impeachment pode ser utilizada.

O processo de impeachment não deve ser confundido com o recall político, que é, usualmente, iniciado por eleitores e que pode ser baseado em "acusações políticas": por exemplo, má administração (política, sem evidente viés criminoso). Apesar de ambos servirem para pôr fim ao mandato de um representante político, os dois institutos diferem quanto à motivação e à iniciativa (titularidade) do ato de cassação do mandato O impeachment pode ser iniciado por um órgão constitucional (geralmente legislativo) e, geralmente – mas não sempre – decorre de infração grave. Os passos que removem o funcionário do gabinete também são diferentes.


No Brasil, o processo de impedimento pode ser iniciado por qualquer cidadão, desde que seja portador de titulo de eleitor e maior de dezesseis anos. No entanto, este deve cunhar um documento formal e apresentar evidências e motivos para que a câmara dos deputados analise a validez do pedido, e dê andamento no processo ou não. Caso o pedido de Impeachment seja validado por 2/3 dos deputados, o processo é então levado ao senado para uma ratificação por maioria simples de seus membros e, sendo ratificado, dar-se-á inicio ao processo, julgamento e votação: esta definitiva.

Para que se desencadeie o processo de impeachment, é necessário motivação, ou seja, é preciso que se suspeite da prática de um crime ou de uma conduta inadequada para o cargo. Já no recall, tal exigência não existe: o procedimento de revogação do mandato pode ocorrer sem nenhuma motivação específica. Ou seja, o recall é um instrumento puramente político. Outra diferença é que, no impeachment, o procedimento é geralmente desencadeado e decidido por um órgão legislativo, enquanto que, no recall, é o povo que toma diretamente a decisão de cassar ou não o mandato.

 INFORNATUS



quinta-feira, 21 de abril de 2016

Clima Selvagem do Cosmos (Documentário) - GRÁTIS



 INFORNATUS



Barão Pierre de Coubertin

Barão de Coubertin
Pierre de Frédy (Paris, 1 de janeiro de 1863Genebra, 2 de setembro de 1937), mais conhecido pelo seu título nobiliárquico de Barão de Coubertin, foi um pedagogo e historiador francês, tendo ficado para a história como o fundador dos Jogos Olímpicos da era moderna.Nascido na capital francesa em uma família aristocrática, descendente de Fernando III de Castela, Pierre de Frédy foi inspirado pelas suas visitas a colégios ingleses e americanos, propondo-se a melhorar os sistemas de educação.

A certo ponto, após ter idealizado uma competição internacional para promover o atletismo e tirando partido de um crescente interesse internacional nos Jogos Olímpicos da antiguidade, alimentado por descobertas arqueológicas nas ruínas de Olímpia, o barão de Coubertin concebeu um plano para fazer reviver os Jogos Olímpicos.Para publicar os seus planos, organizou um congresso internacional em 23 de Junho de 1894 na Sorbonne em Paris. Aí propôs que fosse reinstituída a tradição de realizar um evento desportivo internacional periódico, inspirado no que se fazia na Grécia antiga. Este congresso levou à constituição do Comité Olímpico Internacional, do qual o barão de Coubertin seria secretário geral. Foi também decidido que os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna teriam lugar em Atenas, na Grécia e que a partir daí, tal como na antiguidade, seriam realizados a cada quatro anos (uma Olimpíada). Dois anos depois realizaram-se os Jogos Olímpicos de Verão de 1896, que foram um sucesso.

Após os Jogos de 1896, Demetrius Vikelas abandonou o posto de presidente do COI e Pierre de Coubertin tomou o seu lugar na frente da organização. Apesar do sucesso dos primeiros jogos, o Movimento Olímpico enfrentaria tempos difíceis, com os Jogos Olímpicos de 1900 e de 1904 a serem completamente obscurecidos pelas exposições mundiais em que foram integrados, e passando completamente despercebidos.A situação melhorou com a realização dos Jogos Olímpicos de Verão de 1906 que, utilizando o pretexto de comemorar os 10 anos da primeira edição, serviram para limpar a imagem e promover os Jogos como um evento internacional por excelência. A partir de então os Jogos Olímpicos continuariam a ganhar audiência, tornando-se o mais importante evento desportivo mundial. Pierre de Coubertin abandonou a presidência do COI após os Jogos Olímpicos de Verão de 1924, realizados em Paris, a sua cidade natal, e com um sucesso muito maior que a anterior edição de 1900. Foi sucedido no cargo por Henri de Baillet-Latour.

Coubertin manteve-se como Presidente Honorário do COI até à sua morte em 1937 em Genebra na Suíça. Foi enterrado em Lausanne (local da sede do COI), mas o seu coração está sepultado separadamente, num monumento perto das ruínas da antiga Olímpia.Em 2015 foi publicada no Brasil uma parte significativa dos escritos de Pierre de Coubertin: Olimpismo. Seleção de textos (http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/Ebooks/Pdf/978-85-397-0736-2.pdf).



 INFORNATUS
 
 
 
 
 

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Reflexão sobre o Socialismo :"Professor reprova a turma inteira"


Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.Essa classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riquezaninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.


O professor então disse:

"Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que, em teoria, ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "10". 

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "7".Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como resultado, a segunda média das provas foi "4".Ninguém gostou...Depois da terceira prova, a média geral foi um "1".


As notas não voltaram a patamares mais altos mas, as desavenças entre os alunos, a busca por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e o senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala... Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... 

Para sua total surpresa, o professor explicou:


"O experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande". Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor.Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela... 


1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2. Para cada um recebendo sem ter que trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do que prega o socialismo, é impossível   multiplicar as riquezas tentando dividi-las;

5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.


Autor Desconhecido 
 INFORNATUS


sábado, 16 de abril de 2016

Mário Sérgio Cortella "O Mestre"

Nascido em Londrina, interior do Paraná, na juventude (1973/1974/1975) experimentou a vida monástica em um convento da Ordem Carmelitana Descalça, mas abandonou a perspectiva de ser monge para seguir a carreira acadêmica. Concluiu sua graduação em 1975 na Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira. Em 1989 concluiu seu mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), sob a orientação do Prof. Dr. Moacir Gadotti, e em 1997, sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Freire, conclui seu doutorado também em Educação pela PUC-SP.

É professor titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e de pós-graduação em Educação da PUC-SP, na qual está de 1977 a 2012, além de professor-convidado da Fundação Dom Cabral, desde 1997, e foi no GVPec da Fundação Getúlio Vargas, entre 1998 e 2010.Ocupou o cargo de Secretário Municipal de Educação de São Paulo (1991-1992), durante a administração de Luiza Erundina, e foi membro-conselheiro do Conselho Técnico Científico da Educação Básica da CAPES/MEC (2008/2010).Fez o programa "Diálogos Impertinentes" na TV PUC, no Canal Universitário.

Suas Publicações

Cortella tem obras publicadas no campo da Filosofia e da Educação. É autor, entre outras obras, de:
  • A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos.
  • Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille.
  • Não Espere Pelo Epitáfio: Provocações Filosóficas.
  • Não Nascemos Prontos!
  • Viver em Paz para Morrer em Paz: Paixão, Sentido e Felicidade.
  • Não se desespere! Provocações filosóficas.
  • Sobre a Esperança: Diálogo, com Frei Betto.
  • O que é a Pergunta?, Com Silmara Casadei.
  • Política: Para Não Ser Idiota, com Renato Janine Ribeiro.
  • Vida e Carreira: um equilíbrio possível?, com Pedro Mandelli.
  • Educação e Esperança: sete reflexões breves para recusar o biocídio.
  • Qual é a tua Obra? Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética.
  • Vivemos Mais! Vivemos Bem? Por Uma Vida Plena.
  • Liderança em Foco.
  • 2014 - Ética e Vergonha na Cara!, com Clóvis de Barros Filho.
  • Pensar Bem Nos Faz Bem! (Filosofia, Religião, Ciência, Educação) (1a. ed 2013). 2a. ed. Petrópolis e São Paulo: Vozes e Ferraz & Cortella, 2014.
  • Descartes, a paixão pela razão 1a. ed. São Paulo: FTD, 1988.


 INFORNATUS
 
 
 

domingo, 10 de abril de 2016

Aquele Que Não Tiver Pecado Atire a Primeira Pedra



Essas foram às palavras pronunciadas, pelo homem mais integro e honesto que já passou nesta terra. Refiro-me a passagem bíblica que se encontra em joão8: 1-11, quando Jesus Cristo ao ser indagado pelos fariseus, a respeito de uma mulher que seria apedrejada segundo as leis de Moisés daquela época, com o intuito único e exclusivo de tentar denegrir os ensinamentos de Jesus Cristo, e expô-lo ao ridículo. 

No entanto diante de uma situação de tamanha pressão, Jesus Cristo em sua divina paz e sabedoria, pronuncia a celebre frase: “AQUELE QUE NÃO TIVER PECADO ATIRE A PRIMEIRA PEDRA”, o que deixou todos aqueles que condenavam aquela mulher, que havia praticado adultério, sem forças nem tão pouco razão para condena-la. Aos poucos todos que a condenavam saiam cabisbaixos, depois que todos saíram, Jesus Cristo se aproxima e pergunta: Mulher onde estão aqueles que te condenavam? , vá e não peques mais.

O atual momento político e econômico do Brasil produzem características, que apesar das devidas proporções e época, denotam grandes semelhanças com o histórico acontecimento bíblico, principalmente de cunho político. Refiro-me ao caos econômico e social a que passa toda nação Brasileira, devido à falta de atitudes por parte do poder legislativo federal, no sentido de dar prioridade, as questões que interferem diretamente na vida da população, como projetos que amenizem a situação alarmante que se encontram empresas que estão falindo por todo País, deixando uma quantidade enorme de famílias desempregadas por toda federação.

Enquanto isso, parlamentares que também se encontram atolados até o pescoço em desvios de verbas e atos de corrupção, e que são inclusive parte de objetos de investigação do ministério público federal, unem-se com um objetivo único e exclusivo, ou seja, apedrejar o governo federal, e incitar a população a pedir nas ruas o impeachment da presidente Dilma Roussef. Para isso utilizam de todas as forças e poderes que possuem, de forma quase alucinada, em uma corrida desenfreada contra o tempo, da forma que jamais nenhum deles fez até hoje por nenhum projeto lei que viesse favorecer a população Brasileira. 

Como se essa atitude de vingança fosse à solução para a enfraquecida economia nacional. Não sou partidário de nenhum dos atuais partidos políticos, sejam de situação ou oposição. No entanto fazendo uma analise consciente do momento atual, vejo que essa não é a única, nem tão pouco a melhor opção para o País hoje, já que no momento não vejo entre os atuais sucessores, nenhum que esteja livre do mesmo “PECADO”, com moral suficiente para condenar nem tão pouco assumir o atual governo federal.

Na minha humilde opinião, assim como esta escrita nas sagradas escrituras, nenhuma dessas “PEDRAS” chamadas de impeachment hoje, ira acertar aquela que também errou, pois os seus prováveis algozes, de oposição, estão atolados até o pescoço no mesmo “pecado”, ou seja, estão na mira da justiça e do ministério público, o que os desabilitam de qualquer moral, no sentido de denegrir, ou até mesmo assumir o governo federal. Como conclusão dos fatos apresentados sou categórico em dizer, não haverá impeachment.


Brasil Escola
 INFORNATUS