sábado, 22 de novembro de 2014

Quibe de Frango Light

Quibe de frango light
INGREDIENTES:

500 gramas de farinha para quibe
sal, pimenta e limão a gosto para temperar
1 Colher de (sopa) de maionese light
500 gramas de filé de frango cru moído
2 a 3 cebolas picadas em cubos
1 maço de cheiro-verde picado
folhas de hortelã


MODO DE PREPARAR:

Deixe a farinha de molho em água para inchar (preferencialmente de um dia para o outro). Retire o excesso de água, espremendo com um pano de prato. Misture todos os outros ingredientes (exceto a maionese) e amasse bem. Unte uma fôrma grande com um pouco de azeite de oliva e coloque a "massa", de modo que tenha uma altura de aproximadamente 5cm. Corte ainda cru em pedaços retangulares e cubra com a maionese reservada, levando em forno pré-aquecido por aproximadamente 45 minutos.
 
Fonte : Cozinha Internacional

 
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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

História do Futebol Paraibano


A introdução do futebol na Paraíba deve-se a um grupo de acadêmicos que estavam em gozo de férias dos seus estudos, no ano de 1908. A primeira noticia sobre o futebol no estado é de 10 de janeiro de 1908, quando o acadêmico José Eugênio Soares, trouxe do Rio de Janeiro a primeira bola. Um mês depois, juntamente com outros colegas, fundou o "Club de Foot Ball Parahyba" que fêz a primeira exibição pública de futebol, dividindo o clube recém-fundado em duas equipes: Norte e Sul. Esta exibição ocorreu na tarde do dia 15 de janeiro de 1908, no local denominado "Sitio do Coronel Manoel Deodato" nas imediações onde hoje é a Praça da Independência.

A primeira Liga
 
Alguns anos se passaram, e como o futebol crescia de maneira surprendente, houve a necessidade da fundação de uma entidade, a fim de orientar, disciplinar e organizar o avultado número de clubes existentes. Por iniciativa do Brasil, Red Cross, Ipiranga, Independente e tantos outros, foi fundada a "Liga Parahybana de Foot Ball", no dia 5 de março de 1914, sendo aclamada a seguinte Diretoria: Presidente: Mário Bandeira; Secretário: Trajano Chaves; Tesoureiro: Norberto Guimarães. Na realidade foi um acontecimento deveras importante para a vida esportiva da cidade, aumentando bastante o entusiasmo dos rapazes, embora tudo continuado ainda a base do "desafio". O Brasil com uma soma de mais vitórias, ficou considerado como "campeão", em cuja equipe atuava como jogador o próprio Presidente. A fundação de novos clubes era quase uma mania; as reuniões para qualquer assunto eram realizadas a qualquer hora; até mesmo ao meio dia, sempre em casa dos mais animados. A notícia de "um novo clube", era recebida como coisa normal...

A oficialização do futebol
 
Realizou-se no dia 3 de maio de 1919 na redação do jornal O NORTE, uma concorrida reunião, da qual surgiu uma nova entidade que recebeu o nome de "Liga Desportiva Paraibana", dado a situação de abandono que se verifica na anterior. A reunião comparecera, presidentes e diretores dos clubes, Cabo Branco, Palmeiras, Pytaguares, São Paulo, América e Royal, além dos desportistas, Anthenor Navarro, Mário Pedrosa, Nelson Lustosa Cabral, Olyntho Jácome, grande número de curiosos e desportistas. Por aclamação dos clubes, a Junta Governativa da LDP, ou seja sua primeira diretoria, ficou assim constituída: Presidente: Mario Pedrosa; Secretário: Anthenor Navarro e Tesoureiro Olynto Jácome. Com a fundação da nova entidade, o futebol provinciano ia aos poucos conseguindo a sua maioridade e a Diretoria tratou logo de oficializá-la, à Federação Brasileira de Futebol. Esse acontecimento trouxe grande entusiasmo e repercutiu em várias cidades do Interior e logo apareceu em Esperança, o Sport Club Epitácio Pessoa, sob à Presidência de Manoel Cavalcanti de Melo e o Serraria Esporte Clube, fundado em 29 de maio de 1919.

O primeiro jogo oficial
 
O primeiro jogo oficial determinado pela então Liga Desportiva Paraibana, foi realizado no Hypodromo Parahybano, no dia 25 de maio do ano de 1919. Cabo Branco venceu forte representação do Royal por 1x0, goal consignado por Alfredinho. Vale adiantar que Queiroz perdeu um penalty em favor do Royal. A formação das equipes eram estas: Cabo Branco: Mirócem, Arminio e Ferreira; Bahia, Sylvio e Mororó; Trajano, Alfredinho, Tota, Waldemar Wraal e João Gomes. Royal: Leão, Jayme e Vinagre; Tonico, Almeida e Zé Gomes; Paulino, Edú II, Virginio, Arnaldo e Queiroz. O Juiz foi o Dr. Olyntho Jacome e o preços foram os seguintes. Geral 500 réis(quinhentos réis) na moeda antiga. Senhoras, Senhoritas e crianças, gratis.

A Federação Paraibana de Futebol
 
Antes de se tornar definitivamente Federação Paraibana de Futebol, foi chamada de Liga Parahybana de Foot Ball (1914), depois chamada de Liga Desportiva Paraibana (1919). Em 1941, criou-se a Federação Desportiva Paraibana que passou a ser chamada, em 1947, de Federação Paraibana de Futebol até os dias atuais.

Campeonatos e federações
 
O futebol na Paraiba surgiu em 1908.
- de 1908 a 1913, foram disputados campeonatos extra oficiais.
- de 1914 a 1917 campeonato realizado pela Liga Parahybana de Foot Ball (não oficial)
- Em 1918 foi realizado o campeonato não oficial pela Liga Desportiva Paraibana.
- de 1919 a 1940 Liga Desportiva Paraibana.
- de 1941 a 1947 Federação Desportiva Paraibana.
- de 1947 aos dias atuais Federação Paraibana de Futebol.

  Clubes
 
- Parayba Foot Club mudou o nome para Foot Club Parahyba
- Red Cross FC mudou o nome para Club Red Cross

  Observações
 
No site da Federação Paraibana, encontramos algumas informações extras:

-1910, 1911, 1912, 1916 - não existe informações sobre o campeão.
-1922 - Não houve campeonato, pois a Liga estava inativa
-1985 - como o campeonato foi parar na justiça comum, ela não reconhece os titulos reinvidicado por Treze e Botafogo, até decisão final.

NOTA: Sobre o campeonato de 1975 existem controvérsias pois, na realidade, existem três campeões - dois considerados pela federação; e dois que são considerados pela justiça. Veja a matéria sobre este campeonato.


Federação Paraibana de FutebolFederação Paraibana de Futebol
Fundada em 24 de abril de 1947
Endereço: Rua Deputado Odon Bezerra, 580 - Tambiá
João Pessoa/PB - CEP 58020-500
Site oficial: www.federacaoparaibana.com.br 



 
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A Vida e o Conhecimento Matemático

A nossa realidade hoje infelizmente remonta uma cultura desestimulante em alguns casos quando falamos em matemática, é uma disciplina complexa trabalhosa e difícil de aprender, os seus conceitos e situações exploradas pelos professores em sala de aula tornam - se verdadeiros tormentos, toda essa situação é o resultado de uma educação retrógrada utilizada por educadores tradicionais, que usavam o medo e o terrorismo psicológico como aliado, é bem verdade que na maioria dos casos antigamente funcionava, além desses professores poderem contar com o apoio dos pais dos alunos, essa fama de disciplina mal cresceu, e junto das transformações que a nossa sociedade sofreu e vem sofrendo, essa técnica acabou por se tornar uma das maiores vilãs do aprendizado matemático. E por ela exigir aplicação e interesse mais aprofundado, por parte dos alunos a mais que as outras disciplinas, carregam uma cultura desestimulante e de difícil aprendizagem.

A importância dessa disciplina dentro de nossa sociedade civilizada é incontestável, isso sem falar no mundo tecnológico e comercial que vivemos, mas essa realidade pode sim ser mudada, basta que a pessoa que deseja dominar essa técnica, procure sanar as suas dificuldades procurando meios variados de estudos referentes a essa disciplina, ou seja, o interesse esse sim é em minha opinião o ponto chave para conseguir vencer essa ou qualquer outra cultura desestimulante. Hoje em dia não faltam oportunidades para as pessoas que desejam adquirir conhecimentos, sejam eles em que área for. No entanto para as pessoas que sentem muitas dificuldades em dominar a técnica matemática e decidem mudar esse retrospecto, no inicio devido essa cultura mal implantada pela nossa sociedade, aparenta ser realmente um “bicho papão”, mas a paciência e a persistência são virtudes necessárias para conseguir obter êxito, quando falo na paciência quero dizer que o desânimo será um dos grandes vilões a ser batido, a persistência será necessária, já que situações negativas que podem levar ao desânimo com certeza vão aparecer, mas a sua vontade de vencer tem que ser maior sempre.  Na matemática, como na maioria das situações diárias de nossas vidas, quando pretendemos aprender algo hoje em dia, é necessário que pratiquemos bastante com os exercícios referentes aos assuntos estudados, seja na sala de aula ou por conta própria em casa, nos primeiros exercícios vão ocorrer erros isso é natural, o desestímulo por não ter acertado essa ou aquela questão vira, mas não se deixe abater, procure alguém que possa lhe ajudar retirando lhe a dúvida ou pesquisando por conta própria na internet ou nos livros que possuam o assunto em questão, após um determinado tempo de estudos e interesse, você verá que os acertos começaram a aparecer, tornando-se motivos de incentivos e satisfação a cada questão ou problema resolvido, começara a brotar em você um maravilhoso sentimento de vitória e de progresso; progresso esse que de forma crescente lhe proporcionara uma enorme sensação de confiança, sensação essa necessária para o estímulo do seu aprendizado, excluindo de forma gradativa essa cultura atrasada de que a matemática é complexa e difícil de aprender, a matemática na sua vida será satisfatória e prazerosa de ser praticada, além de lhe proporcionar grande vantagem diante das pessoas que não dominam essa maravilhosa técnica.

No inicio de minha fase escolar, sempre tive problemas quando o assunto era estudar matemática, nas outras disciplinas estudadas na escola sempre consegui bons resultados, mas em matemática sempre tive dificuldades, essa realidade só começou a mudar no momento em que o meu interesse e a minha vontade de aprender foram maiores que qualquer desestímulo. Procurei resolver exercícios e problemas referentes aos assuntos abordados pelo professor em sala de aula, no inicio tive os mesmos problemas citados anteriormente, mas nunca me deixei abater, procurei tirar dúvidas junto ao professor até mais que os meus próprios colegas; em casa sempre que possível tentava resolver esse ou aquele exercício ou problema que tinha estudado na escola, em determinadas situações cheguei a utilizar outros livros que não os adotados na escola na busca por questões referentes aquele assunto estudado. Dessa forma a minha realidade começou a mudar pra melhor, passei a dominar os conteúdos e em pouco tempo já começava a me antecipar com relação aos assuntos expostos pelo professor, ou seja, alguns assuntos quando ainda seriam expostos pelo professor, eu já havia estudado e na maioria das vezes eu já o dominava. Isso começou a acontecer em minha vida, quando eu estava na 7ª série, ou 8º ano do ensino fundamental hoje. Hoje só tenho á agradecer a Deus, por todo o meu empenho perseverança e estímulo, pois a matemática tornou-se para mim motivo de prazer orgulho e satisfação, abrindo no horizonte de minha vida um amplo e vasto horizonte de conhecimentos.


 
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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Leite Condensado Caseiro Sem Açúcar - Diet & Light

Leite Condensado Caseiro Sem Açúcar
INGREDIENTES:

1 Xícara chá de leite desnatado em pó
1 Colher de margarina
2 Colheres de adoçante

MODO DE PREPARAR:

Coloque no liquidificador ½ Xícara de (chá) de água fervente, o leite desnatado em pó, a margarina e o adoçante. Bata por 15 minutos, na velocidade mínima, ou até ficar homogêneo. Retire e transfira para uma tigela. Deixe esfriar por 10 minutos, tampe e leve à geladeira por 2 horas, ou até obter uma consistência cremosa.

Fonte : Cozinha Nacional

 
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Aprenda a Fazer um Ar Condicionado Caseiro Utilizando Garrafa Pet

Em épocas de calor intenso é uma prioridade ter uma alternativa para se refrescar. Pensando nisso, vamos te ensinar a melhorar o clima da sua casa de um jeito bem criativo e barato!Com uma pilha de 9 volts, um cooler para computador, gelo e uma garrafa pet de 3 litros, você pode dar forma a uma poderosa engenhoca que servirá para substituir os caros ar-condicionados. Confira o passo a passo:

Materiais necessários
  • 1 garrafa pet de 3 litros: ela deve estar nova, limpa e sem rachaduras ou dobras;
  • 1 cooler de 12 volts para computador: você pode encontrá-lo em lojas de material eletrônico e para computadores;
  • 1 bateria(pilha) de 9 volts: como não existe nenhum tipo de pilha de 12 volts, você pode usar uma de 9 volts, que servirá bem para fazer o cooler girar;
  • Gelo: prefira usar pedaços médios. Os muito pequenos além de derreterem mais rápido, escorregarão pela abertura da garrafa;
  • 1 rolo de fita adesiva: você não vai precisar de grande quantidade. Porém, prefira a fita isolante, que será utilizada para a parte elétrica;
  • 1 conector de bateria: você pode comprar junto com a bateria de 9 volts, que tem um formato de paralelepípedo.
Comece demarcando a garrafa pet

Nesta primeira etapa, você deve demarcar com uma caneta para CD o local em que o cooler vai se encaixar. A marca deve estar 4 dedos acima da parte inferior da garrafa. Segure o cooler de 12 volts sobre a garrafa pet, e contorne o objeto com a caneta, que irá formar um quadrado.

Faça cortes nos locais certos

Usando um estilete ou canivete, corte o espaço que demarcado pela caneta. Nele, será instalado o cooler. Após isso, siga para a ponta da garrafa. Ela precisa ser cortada até 1 cm abaixo do fim de sua curvatura. Se preferir, meça esta distância com uma régua para que não ultrapasse o limite. Corte toda a circunferência da parte de cima, mas não a descarte, você ainda vai precisar dela!

Instale o cooler

No corte quadrado feito na garrafa pet, você encaixará o cooler. Conforme for ajustando, perceberá que ele se encaixará no lugar perfeitamente, sem precisar de qualquer material para colar.

Instale a pilha

Agora é a vez de posicionar a pilha de 9 volts que alimentará a energia do cooler, fazendo o ar condicionado funcionar. Com uma fita adesiva mais resistente, como a isolante, posicione a pilha na parte exterior da garrafa, do lado oposto ao encaixe do cooler e coloque um pedaço de fita adesiva em cima, de modo que ela fique bem fixada na garrafa.

Conecte a bateria e o cooler

Há duas possibilidades: você pode interligar a bateria e o cooler por meio do conector de bateria de 9 volts – indicado por servir de interruptor – ou fazer a ligação direta dos dois fios conectores do cooler diretamente nos polos da bateria. O fio preto deve ser conectado ao polo negativo – que também é o fio preto – e o vermelho ao polo positivo – fio vermelho. Existe uma indicação na bateria para o negativo e o positivo.A conexão através do conector de bateria é bem simples também: basta entrelaçar os polos iguais. No final, reforce a junção dos fios com fita adesiva. Com isso a parte elétrica está pronta.

Como funciona a refrigeração

Lembra do bico da garrafa que foi cortado? Ele será encaixado invertido, como um funil, dentro da garrafa, porém faça isso com cuidado para que a garrafa pet não dobre.

Depois, você deve providenciar um dos elementos mais importantes para o funcionamento do seu ar condicionado: o gelo. Deposite os cubos no funil que o bico da garrafa formou. Está pronto!Seu funcionamento é semelhante ao de uma geladeira. A parte mais gelada fica na parte de cima, que resfria o ar e tende a descer. No caso deste ar condicionado, o ar é enviado para fora do cooler, resfriando automaticamente o ambiente em que está inserido e amenizando a temperatura.Conforme o gelo for derretendo, basta repor e eliminar a água acumulada no fundo da garrafa.Muito simples, não? Com um desses por perto, os dias próximos prometem ser mais frescos.



 
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Município de Remígio - Paraíba

Remígio
Os primeiros habitantes do atual município foram os índios Potiguares, que na região brejeira da Paraíba eram distribuídos em seis tabas, das quais, as de Jandaíra, Queimadas e Cuxexa, localizavam-se em terras do atual município.

Não se tem dados precisos a respeito de quando começou o desbravamento da região, pressupõe-se que tenha sido no início do ano de 1700. Só 78 anos depois é que foi encontrado o primeiro registro, dando conta da presença de colonizadores naquele local, quando o Alferes Luiz Barbosa da Silva Freire, entrou em choque com o Governador da Província do Rio Grande do Norte e em luta armada, consegui fugir da sua terra, trazendo consigo dois escravos negros. Na fuga desenfreada, foi encontrar o português João Morais Valcacér, tendo com ele permutado sua propriedade ?Barro Branco? no Rio Grande, pela de ?Chã Jardem? em Areia, estendendo-se pouco tempo depois, até o lugar denominado ?Lagoas? em Remígio. Após estabelecer-se no local, trouxe a família, inclusive filhos, genros e serviçais, iniciando com eles o desbravamento da propriedade, tendo conseguindo a amizade dos índios.Um dos genros do fazendeiro, chamado Remígio dos Reis, construiu sua morada próximo a uma cinco lagoas existentes na região. A partir daí novas casas foram construídas e surgiram novos sítios, por este motivo o denominaram ?Lagoa do Remígio?, tempos depois simplificado para ?Remigio?. A principal atividade do lugarejo era a agricultura, sobressaindo-se culturas de café e cana de açúcar apesar de técnica rudimentar aplicada.

Gentílico: remigioense ou remigense

Formação Administrativa

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de Areia o distrito de Lagoa do Remígio.Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.Pelo decreto-lei nº 1164, de 15-11-1938, o distrito de Lagoa do Remígio passou a denominar-se simplesmente Remígio.Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Remígio ex-Alagoa do Remígio, figura no município de Areia.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955.Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Remígio, pela lei estadual nº 1667, de 14-03-1957, desmembrado de Areia. Sede no antigo distrito de Remígio. Constituído do distrito sede. Instalado em 31-03-1957. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Pela lei estadual nº 2778, de 18-01-1962, é criado o distrito de algodão e anexado ao município de Remígio.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 2 distritos: Remígio e Algodão. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 17-I-1991.Pela lei nº 5928, de 29-04-1994, desmembra do município de Remígio o distrito Algodão. Elevado à categoria de município com a denominação de Algodão de Jandaíra. Em divisão territorial datada de 15-VII-1999, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007

Alteração toponímica distrital

Lagoa do Remígio para simplesmente Remígio alterado, pelo decreto-lei estadual nº 1164, de 15-111938.


População estimada 2014 18.922
População 201017.581
Área da unidade territorial (km²) 177,999
Densidade demográfica (hab/km²)98,77
Código do Município2512705
Gentílicoremigioense
Prefeito
MELCHIOR NAELSON BATISTA DA SILVA

Fonte: IBGE

 
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Município de Pocinhos - Paraíba

Pocinhos - Paraíba
Pocinhos é um município brasileiro do estado da Paraíba. Localiza-se no Cariri paraibano, na Região Metropolitana de Esperança . De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2014 sua população era estimada em 18.087 habitantes. Área territorial de 630 km².Em Pocinhos está a Lagoa Salgada, que junto com os município de Montadas e Areial, formam a nascente do Rio Mamanguape. Está no município o divortium aquarum de três bacias hidrográficas: do Mamanguape, do Paraíba e do Seridó.

Uma fábrica de médio porte existia na cidade mas alguns anos após disputas meramente políticas entre Adriano Galdino e José Maranhão, a fábrica teve de mudar para um outro município. Na época Adriano Galdino acusava o então Governador José Maranhão de perseguição ao município de Pocinhos, por outro lado, diretores da fábrica afirmavam que o prefeito da época não tinha interesse em renovar a licença de funcionamento.Culminando tudo isso em uma perca de aproximadamente 350 empregos que a fábrica oferecia. Fica a certeza de que o Sr. Adriano Galdino, por interesses próprios realmente não teve interesse de deixar a fábrica no território pocinhense, afinal, após esse incidente o município ja foi governado por Adriano Galdino e por Governadores aliados ao mesmo e nem a antiga fábrica e nenhuma outra se instalou por aqui.

Hoje o município de Pocinhos tem 12 bairros com cerca de 11 mil habitantes na zona urbana:

Zona Sul

  • Otoni Barreto,
  • Bela Vista
  • Nova Brasília,
  • Cajueiro;

Zona Leste

  • Vila Maia,
  • Centro;

Zona Oeste

  • Cacimba Nova,
  • Cruzeiro,
  • Ivo Benício;

Zona Norte

  • Jardim Etelvina
  • Santa Terezinha
  • Antônio Rodrigues

Distritos

  • Nazaré
  • Arruda

Povoados

  • Pedra Redonda
  • Boqueirão
  • Sudene

 
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domingo, 16 de novembro de 2014

Dessalinização da Água do Mar, Processo e Projetos

Com a escassez de água em vários países, a dessalinização da água do mar tem sido adotada. Saiba o que é a dessalinização e como funciona o processo de retirada do sal da água.A dessalinização da água é uma questão que está sendo muito avalizada em todo o mundo, considerando que estamos sendo alertado da possibilidade de escassez da água, esse é um processo criado não tão recentemente mas que tem seu custo bastante elevado, por isso muitos projetos e programas estão sendo discutidos e realizados para que o processo de dessalinização ocorra com mais frequência e esteja disponível a uma maior quantidade da população, e que o temido problema de escassez deixe de ser um problema tão grande e tão pouco reconhecido.


O processo de dessalinização ocorre da seguinte maneira, a água contendo uma grande quantidade de sal não pode ser bebida, por tanto, para que esse sal seja totalmente retirado e a água torne potável, ela é passada por dessalinizadores que contém osmose reserva e membranas osmóticas sintéticas, aliando elementos muito corrosivos (íon cloreto) a altas pressões (400 a 1200 psi), que retiram totalmente o sal contido na água e outras substâncias também existentes.Como já mencionado, vários projetos vem sendo pensados e realizados para que haja a dessalinização da água em maiores escalas e que seu custo seja menor e sua disponibilização seja possível. Vejamos três de alguns dos projetos que já foram criados e que possuem grandes possibilidades de resultados positivos.

1º Projeto – Projeto pretende Dessalinizar água do mar com energia renovável

 


Desenvolvido por pesquisadores da USP, o projeto elaborado pelo estudante cabo-verdiano Juvenal Rocha Dias, tem o custo mais baixo e poderá ser útil em locais onde a água potável não é tão abundante. Denominado “Coluna de Dessalinização”, o sistema funciona como um filtro, movido à energia eólica e gravitacional.De acordo com Dias, a tecnologia pode ser aplicada na despoluição de rios e riachos. E segundo os pesquisadores: “ao idealizar o sistema, pensamos não só na questão dos gases poluentes, mas também onde poderíamos depositar o sal retirado da água. Esse ‘resto’ pode ser, por exemplo, devolvido para o mar de uma forma controlada”.


2º Projeto – Programa de Dessalinização da Água do Mar

 


Através desse Programa, o Estado do Ceará objetiva antecipar-se aos fatos, desenvolvendo ações que venham a possibilitar, futuramente, a utilização dessa alternativa para a obtenção da água, o objetivo real deste projeto é o alerta da possibilidade de escassez da água em um futuro não muito distante, e além do alerta também algumas possíveis atitudes e alternativas para poderem se ocupar desse processo, que será tão necessário quanto a água.


3º Projeto – Brasil substitui tecnologia importada para dessalinização de água

 


O objetivo do Brasil aqui é poder converter em breve, referindo-se em conteúdo industrial, todo equipamento importado que é utilizado no processo de dessalinização da água para a disponibilização de água potável a população na região do Semi-Árido nordestino. Uma das alternativas é a:


Osmose inversa


O processo da Osmose inversa que foi criado pelo Labdes, utilizasse ou pode ser utilizado de tecnologia que possa ser ajustada de acordo com as  condições locais de cada região, tanto econômicas como socioculturais. Nesse caso, segundo o professor, “o processo por osmose inversa tem sido o mais viável e utilizado em diversos países, desde o final da década de 1960″.

Projetos de Dessalinização

 


Muitos países estão com grande preocupação quanto a quantidade de água disponível no planeta, e com essa preocupação muitos projetos e planejamentos estão sendo realizados e sugeridos, saiba quais os países que possuem maiores demandas de projetos de dessalinização:

Israel

A água do mar Hadera osmose reversa planta de dessalinização (SWRO) em Israel é o maior de seu tipo no mundo. O projeto foi desenvolvido como um Build-Operate-Transfer (BOT) por um consórcio de três empresas internacionais: Veolia água, IDE Technologies e Elran.

Instalações de dessalinização de água existentes em Israel:
Ashkelon – Agosto 2005
Palmachim – Maio 2007
Hadera – Dezembro 2009

Instalações de água israelense de dessalinização em construção:
Ashdod – 2012
Soreq – 2013




Arábia Saudita



O Conversion Corporation Saline Água da Arábia Saudita fornece 50% da água municipal no Reino, opera uma série de usinas de dessalinização, e contratou 1.892 milhões dólares americanos a um consórcio japonês-sul-coreano para construir uma capaz de produzir um bilhão de litros um dia, abrindo no final de 2013. Eles operam atualmente cerca de 14 plantas no Reino; um exemplo de custo Shoaiba 1060 milhões dólares e produz 450 milhões de litros por dia.


Reino Unido


O Reino Unido  possui duas usinas de dessalinização que seus resultados geram muitos litros de água por dia beneficiando praticamente toda a população.

  • Usina de dessalinização Jersey

Jersey Água encomendou a primeira planta de dessalinização nas Ilhas Britânicas, em 1970. A usina foi construída em uma pedreira abandonada perto do mar de La Rosière, Corbière, no canto sudoeste da Ilha. Água do mar era bombeada para uma lagoa profunda (piscina pedreira) dentro da antiga pedreira, antes de ser captada para dessalinização.

Em 1997, a planta MSF tinha chegado ao fim da sua vida operacional e decidiu-se substituir esse importante recurso hídrico de espera com uma moderna fábrica usando o processo de osmose reversa (RO), dando um número significativo de benefícios operacionais.

  • Usina de dessalinização Beckton

O primeiro em larga escala de dessalinização de água planta no Reino Unido , o Tâmisa usina de dessalinização de água , foi construído em Beckton , leste de Londres para a Thames Water por Acciona Agua.


Estados Unidos


  • El Paso (Texas) planta de dessalinização

Águas subterrâneas salobras têm sido tratadas na fábrica de El Paso, desde aproximadamente 2004. Produzindo 27,5 milhões de galões EUA (104 milhões l; 22900000 imp gal) de diária de água doce (cerca de 25% das entregas de água doce total) por osmose inversa, que é uma contribuição crucial para o abastecimento de água nesta cidade com carência de água.

  • Tampa Bay projeto de dessalinização de água


 
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sábado, 15 de novembro de 2014

Rocambole de Carne

Rocambole de Carne
 INGREDIENTES:

700 g de carne moída
1 ovo ligeiramente batido
3 colheres (sopa) de farinha de rosca
 Sal, pimenta e salsa picada a gosto

RECHEIO:

1 cenoura média ralada grosso
3 colheres (sopa) de cheiro verde picado
Sal, pimenta e orégano a gosto

MODO DE PREPARAR:

Misture todos os ingredientes e abra sobre um pedaço de papel de alumínio. Espalhe a cenoura e tempere com o cheiro verde,sal, pimenta e orégano a gosto. Enrole como Rocambole e coloque em uma assadeira untada com óleo ou azeite.Ponha pedacinhos de manteiga sobre a carne para untá-la. Asse em forno preaquecido por 45 minutos ou até dourar e a carne ficar cozida. Sirva com molho ao sugo.


Tipo de prato: Prato principal
Preparo: Demorado (acima de 45 minutos)
Rendimento: 6 porções
Dificuldade: Médio
Categoria: Carne
Calorias: 192 por porção 


 
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Proclamação da República do Brasil

A Proclamação da República Brasileira foi um levante político-militar ocorrido em 15 de novembro de 1889 que instaurou a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil e, por conseguinte, pondo fim à soberania do imperador D. Pedro II. Foi, então, proclamada a República do Brasil.

A proclamação ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República), na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do exército brasileiro, liderados pelo marechal Manuel Deodoro da Fonseca, destituiu o imperador e assumiu o poder no país.Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um governo provisório republicano. Faziam parte, desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca como presidente da república e chefe do Governo Provisório; o marechal Floriano Peixoto como vice-presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da maçonaria brasileira.

O governo imperial, através do 37º e último gabinete ministerial, empossado em 7 de junho de 1889, sob o comando do presidente do Conselho de Ministros do Império, Afonso Celso de Assis Figueiredo, o Visconde de Ouro Preto, do Partido Liberal, percebendo a difícil situação política em que se encontrava, apresentou, em uma última e desesperada tentativa de salvar o império, à Câmara-Geral, câmara dos deputados, um programa de reformas políticas do qual constavam, entre outras, as medidas seguintes: maior autonomia administrativa para as províncias, liberdade de voto, liberdade de ensino, redução das prerrogativas do Conselho de Estado e mandatos não vitalícios para o Senado Federal. As propostas do Visconde de Ouro Preto visavam a preservar o regime monárquico no país, mas foram vetadas pela maioria dos deputados de tendência conservadora que controlava a Câmara Geral. No dia 15 de novembro de 1889, a república era proclamada.

Muitos foram os fatores que levaram o Império a perder o apoio de suas bases econômicas, militares e sociais. Da parte dos grupos conservadores pelos sérios atritos com a Igreja Católica (na "Questão Religiosa"); pela perda do apoio político dos grandes fazendeiros em virtude da abolição da escravatura, ocorrida em 1888, sem a indenização dos proprietários de escravos.Da parte dos grupos progressistas, havia a crítica que a monarquia mantivera, até muito tarde, a escravidão no país. Os progressistas criticavam, também, a ausência de iniciativas com vistas ao desenvolvimento do país fosse econômico, político ou social, a manutenção de um regime político de castas e o voto censitário, isto é, com base na renda anual das pessoas, a ausência de um sistema de ensino universal, os altos índices de analfabetismo e de miséria e o afastamento político do Brasil em relação a todos demais países do continente, que eram republicanos.

Assim, ao mesmo tempo em que a legitimidade imperial decaía, a proposta republicana - percebida como significando o progresso social - ganhava espaço. Entretanto, é importante notar que a legitimidade do Imperador era distinta da do regime imperial: Enquanto, por um lado, a população, de modo geral, respeitava e gostava de dom Pedro II, por outro lado, tinha cada vez em menor conta o próprio império. Nesse sentido, era voz corrente, na época, que não haveria um terceiro reinado, ou seja, a monarquia não continuaria a existir após o falecimento de dom Pedro II, seja devido à falta de legitimidade do próprio regime monárquico, seja devido ao repúdio público ao príncipe consorte, marido da princesa Isabel, o francês Conde D'Eu. O conde tinha fama de arrogante, não ouvia bem, falava com sotaque francês e, além de tudo, era dono de cortiços no Rio, pelos quais cobrava aluguéis exorbitantes de gente pobre. Temia-se que, quando Isabel subisse ao trono, ele viesse a ser o governante de fato do Brasil.Embora a frase de Aristides Lobo (jornalista e líder republicano paulista, depois feito ministro do governo provisório), "O povo assistiu bestializado" à proclamação da república, tenha entrado para a história, pesquisas históricas, mais recentes, têm dado outra versão à aceitação da república entre o povo brasileiro. É o caso da tese defendida por Maria Tereza Chaves de Mello (A República Consentida, Editora da FGV, EDUR, 2007), que indica que a república, antes e depois da proclamação, era vista popularmente como um regime político que traria o desenvolvimento, em sentido amplo, para o país.

A partir da década de 1870, como consequência da Guerra do Paraguai (também chamada de Guerra da Tríplice Aliança) (1864-1870), foi tomando corpo a ideia de alguns setores da elite de alterar o regime político vigente. Fatores que influenciaram esse movimento:
  • O imperador D. Pedro II não tinha filhos, apenas filhas. O trono seria ocupado, após a sua morte, por sua filha mais velha, a princesa Isabel, casada com um francês, Gastão de Orléans, Conde d'Eu, o que gerava o receio em parte da população de que o país fosse governado por um estrangeiro.
  • O fato de os negros terem ajudado o exército na Guerra do Paraguai e, quando retornaram ao país, permaneceram como escravos, ou seja, não ganharam a alforria de seus donos.
A crise econômica agravou-se em função das elevadas despesas financeiras geradas pela Guerra da Tríplice Aliança, cobertas por capitais externos. Os empréstimos brasileiros elevaram-se de 3 000 000 de libras esterlinas em 1871 para quase 20 000 000 em 1889, o que causou uma inflação da ordem de 1,75 por cento ao ano.

A questão abolicionista impunha-se desde a abolição do tráfico negreiro em 1850, encontrando viva resistência entre as elites agrárias tradicionais do país. Diante das medidas adotadas pelo Império para a gradual extinção do regime escravista, devido a repercussão da experiência mal sucedida nos Estados Unidos de libertação geral dos escravos ter levado aquele país à guerra civil, essas elites reivindicavam do Estado indenizações proporcionais ao preço total que haviam pago pelos escravos a serem libertados por lei. Estas indenizações seriam pagas com empréstimo externo.

Com a decretação da Lei Áurea (1888), e ao deixar de indenizar esses grandes proprietários rurais, o império perdeu o seu último pilar de sustentação. Chamados de "republicanos de última hora" ou Republicanos do 13 de Maio, os ex-proprietários de escravos aderiram à causa republicana, não por causa de um sentimento, mas como uma "vingança" contra a monarquia.Na visão dos progressistas, o Império do Brasil mostrou-se bastante lento na solução da chamada "Questão Servil", o que, sem dúvida, minou sua legitimidade ao longo dos anos. Mesmo a adesão dos ex-proprietários de escravos, que não foram indenizados, à causa republicana, evidencia o quanto o regime imperial estava atrelado à escravatura.

Assim, logo após a princesa Isabel assinar a Lei Áurea, João Maurício Wanderley, Barão de Cotegipe, o único senador do império que votou contra o projeto de abolição da escravatura, profetizou:
Cquote1.svg A senhora acabou de redimir uma raça e perder um trono! Cquote2.svg
Barão de Cotegipe

No Rio de Janeiro, os republicanos insistiram que o Marechal Deodoro da Fonseca, um monarquista, chefiasse o movimento revolucionário que substituiria a monarquia pela república.Depois de muita insistência dos revolucionários, Deodoro da Fonseca concordou em liderar o movimento militar.Segundo relatos históricos, em 15 de novembro de 1889, comandando algumas centenas de soldados que se movimentavam pelas ruas da cidade do Rio de Janeiro, o marechal Deodoro, assim como boa parte dos militares, pretendia apenas derrubar o então Chefe do Gabinete Imperial (equivalente a primeiro-ministro), o Visconde de Ouro Preto. "Os principais culpados de tudo isso [a proclamação da República] são o conde D'Eu e o Visconde de Ouro Preto: o último por perseguir o Exército e o primeiro por consentir nessa perseguição", diria mais tarde Deodoro.

O golpe militar, que estava previsto para 20 de novembro de 1889, teve de ser antecipado. No dia 14, os conspiradores divulgaram o boato de que o governo havia mandado prender Benjamin Constant Botelho de Magalhães e Deodoro da Fonseca. Posteriormente confirmou-se que era mesmo boato. Assim, os revolucionários anteciparam o golpe de estado, e, na madrugada do dia 15 de novembro, Deodoro dispôs-se a liderar o movimento de tropas do exército que colocou um fim no regime monárquico no Brasil.
Os conspiradores dirigiram-se à residência do marechal Deodoro, que estava doente, com dispneia, e acabam por convencê-lo a liderar o movimento. Aparentemente decisivo para Deodoro foi saber que, a partir de 20 de novembro, o novo Presidente do Conselho de Ministros do Império seria Silveira Martins, um velho rival. Deodoro e Silveira Martins eram inimigos desde o tempo em que o marechal servira no Rio Grande do Sul, quando ambos disputaram as atenções da baronesa do Triunfo, viúva muito bonita e elegante, que, segundo os relatos da época, preferira Silveira Martins. Desde então, Silveira Martins não perdia oportunidade para provocar Deodoro da tribuna do Senado, insinuando que malversava fundos e até contestando sua eficácia enquanto militar.Além disso, o major Frederico Sólon de Sampaio Ribeiro dissera a Deodoro que uma suposta ordem de prisão contra ele havia sido expedida, argumento que convenceu finalmente o velho marechal a proclamar a República no dia 16 e a exilar a Família Imperial já à noite, de modo a evitar uma eventual comoção popular.

Convencido de que seria preso pelo governo imperial, Deodoro saiu de sua residência ao amanhecer do dia 15 de Novembro, atravessou o Campo de Santana e, do outro lado do parque, conclamou os soldados do batalhão ali aquartelado, onde hoje se localiza o Palácio Duque de Caxias, a se rebelarem contra o governo. Oferecem um cavalo ao marechal, que nele montou, e, segundo testemunhos, tirou o chapéu e proclamou "Viva a República!". Depois apeou, atravessou novamente o parque e voltou para a sua residência. A manifestação prosseguiu com um desfile de tropas pela Rua Direita, atual rua 1º de Março, até o Paço Imperial.Os revoltosos ocuparam o quartel-general do Rio de Janeiro e depois o Ministério da Guerra. Depuseram o Gabinete ministerial e prenderam seu presidente, Afonso Celso de Assis Figueiredo, Visconde de Ouro Preto.


 
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