quinta-feira, 4 de outubro de 2018

A Política Brasileira de Hoje e o Resultado de Amanhã


Professor Jorge Lucena (Foto: Fato@Fato)

A população Brasileira vive agora os últimos momentos que antecedem o pleito eleitoral nos quatro cantos do País, depois de ter suportado por praticamente quase trinta longos dias de lavagem cerebral, proporcionado pelos inúmeros candidatos a deputado estadual e federal, dos candidatos a senador e dos pretensos governadores, sem falar nos candidatos a presidente da republica, que se utilizaram de propagandas e horários “GRATUITOS”, nada gratuitos para o povo Brasileiro na realidade, Praticando as mais variadas formas de ataques aos adversários, e de soluções mirabolantes para resolver todos os problemas que ora a população sofre, tentando de forma incansável desviar, iludir e confundir a opinião pública. Onde os atuais querem mais uma chance, e a oposição tenta mostrar que só eles possuem a fórmula mágica.



O tempo que deveria ser utilizado para mostrar propostas, e planos de governo passou a ser utilizado de forma nada discreta, para atacar denegrir e tentar iludir a opinião pública das mais variadas formas possíveis e inimagináveis, candidatos novatos que aparecem do nada na política, prometendo trazer inovações e empenho junto com soluções inovadoras, que somente eles acham que possuem e que aliados aos chamados “dinossauros” da política nacional, que vivem sempre desse momento, e são conhecidos também como “políticos profissionais”, devido às diversas eleições disputadas e dos diversos cargos eleitorais, nos quais os mesmos já assumiram, e sempre deixaram muito a desejar com relação aos benefícios que a população almeja sempre, continuam a aparecer com as velhas e antigas conversas, dizendo que agora é o momento e que dessa vez vai ser diferente, são algumas das situações que nós povo Brasileiro tivemos que passar até agora, diante dessas e das várias outras situações, como os apadrinhamentos e coligações que se formam no intuito de juntos montarem a fórmula que ira resolver todos os problemas do governo, mas que após alguns anos rompem e grandes segredos de falcatruas e irregularidades praticadas pelos mesmos, tornam-se “cartuchos” de ataque eleitoral de uns contra os outros, que até então faziam parte de uma mesma união, eleita pelo povo para solucionar os atuais problemas.



Esses candidatos deveriam ser tratados quando eleitos, como todo trabalhador Brasileiro que tem que se submeter a um período de avaliação chamado “período de experiência”, ou “período probatório”, quando se trata de um cargo público, deveria sim ser proclamado por decreto no Brasil, algo parecido dentro da política nacional, estipulando um prazo mínimo para aqueles candidatos quando eleitos, realizarem 70% do plano proposto pelo mesmo em período de campanha, tudo isso protocolado e supervisionado pelo poder judiciário, sendo o mesmo condicionado a perca do mandato caso não cumpra com o estabelecido por lei, assumindo o segundo lugar devendo também obedecer aos mesmos critérios ou será submetido às mesmas penalidades. A quantidade de Partidos políticos deve sim ser reduzida, no sentido de acabar com as várias coligações que quando investigadas a fundo não passam de verdadeiras máfias de corrupção e desvios de verbas públicas.





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sábado, 11 de agosto de 2018

Resumo dos Critérios de Divisibilidade de 2 até 12

Veja acima o que os atuais livros de matemática do 6º ano do ensino fundamental de Matemática não exploram hoje em dia, todos os critérios de divisibilidade de 2 a 12.

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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Divirta-se Na Sua Escola Com o Bingo Matemático

Bingo é um jogo muito conhecido praticamente por todas as crianças e muito divertido. Aproveitando essa diversão, podemos torná-la educativa, transformando o bingo tradicional em um bingo matemático, veja como:
Material:
• Como no bingo tradicional é preciso de cartelas. As cartelas no bingo matemático são as operações de multiplicação, podendo ser substituídas por qualquer outra operação ou perguntas relacionadas a algum conteúdo matemático como situação problema. 






Bingo é um jogo muito conhecido praticamente por todas as crianças e muito divertido. Aproveitando essa diversão, podemos torná-la educativa, transformando o bingo tradicional em um bingo matemático, veja como:
Material:
• Como no bingo tradicional é preciso de cartelas. As cartelas no bingo matemático são as operações de multiplicação, podendo ser substituídas por qualquer outra operação ou perguntas relacionadas a algum conteúdo matemático como situação problema.




• É preciso ter fichas que contem a resposta de cada multiplicação feita nas cartelas.




Número de participantes: 2 ou 3, sendo que tem que ter uma pessoa pra sortear as fichas (respostas).

Regas do jogo:
As regras são parecidas com a do Bingo tradicional.

• Construa a tabela e as fichas.
• Cada participante escolhe uma tabela. Em seguida as fichas a pessoa que tiver responsável em retirar as fichas vão retirando uma a uma. A cada ficha, os jogadores devem procurar em sua tabela a multiplicação ou pergunta correspondente ao resultado sorteado e colocar um feijão sobre ela ou algo que possa estar marcando. Por exemplo: se a ficha sorteada for 24 a multiplicação que corresponder a esse resultado é 3x8 ou 4x6.
• Quem conseguir preencher toda a cartela primeiro grita “BINGO”, ganhando o jogo.

A estrutura do jogo Bingo pode ser aplicada com qualquer conteúdo. E uma maneira simples, prática, mas divertida de ter um instrumento de ajuda na aplicação de alguns conteúdos. Os pais podem estar utilizando esse tipo de brincadeira para estudar tabuada com o seu filho é um método menos desgastante para criança.  



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terça-feira, 29 de maio de 2018

O Que é Intervenção Militar ?

Em países onde vigora o Estado Democrático de Direito, algo como uma “intervenção militar” em que acontece o uso do poder das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) só pode ocorrer sob ordem dos poderes constituídos, isto é, dos conselhos formados por membros do Poder Executivo e do Poder Legislativo e com a devida supervisão do Poder Judiciário. No Brasil, as intervenções militares, segundo a Constituição Brasileira de 1988, só podem efetivar-se legalmente em três casos específicos: 1) Intervenção federal2) Estado de Defesa; 3) Estado de Sítio.

Estabilidade institucional, ordem pública e paz social

 


Os três casos que citamos acima estão definidos na parte da Constituição de 1988 que trata “Da defesa do Estado e Das Instituições Democráticas, Do Estado de Defesa e do Estado de Sítio”. Essa parte consta no Título V, Capítulo I, Seções I e II do referido documento, que busca delinear as medidas para garantir a estabilidade institucional, mantenedora da ordem pública e da paz social no país. Na Seção I, temos o artigo 136 que define o Estado de Defesa:

Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

Os conselhos destacados acima são formados pelos presidentes da Câmara e do Senado Federal, pelos líderes da maioria e da minoria da Câmara e do Senado Federal, pelo vice-presidente da República e pelo Ministro da Justiça. É a partir da concordância entre os membros desses conselhos que pode ocorrer intervenção militar circunstancial em algum município ou estado da federação. Esse tipo de intervenção é corretamente denominado de intervenção federal.


Para casos mais graves, a Constituição no capítulo I do Título V, na Seção II, trata do Estado de Sítio, cujas circunstâncias para seu decreto são definidas no artigo 137:

Art. 137. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, solicitar ao Congresso Nacional autorização para decretar o estado de sítio nos casos de:

I - comoção grave de repercussão nacional ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o estado de defesa;

II - declaração de estado de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.


Como se vê, o Estado de Sítio configura o recurso mais extremo que um regime democrático pode tomar, mas ainda sim permanece dentro dos dispositivos constitucionais previstos. A Constituição Federal de 1988, ainda dentro do Título V, em seu capítulo II, ressalta, após a definição dos Estados de Defesa e de Sítio, o que são e qual é o papel das Forças Armadas para que não fiquem sombras de dúvidas sobre o lugar delas no ambiente democrático:


Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanente e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

O caso de 1964: intervenção, revolução ou golpe?

 


Houve, nas últimas décadas do século XX, e ainda há muita discussão nas arenas política, jornalística e historiográfica a respeito de como qualificar os fatos transcorridos entre 31 de março e 9 de abril de 1964. O que ocorreu nesses dias foi uma intervenção militar constitucional? Seguramente, não. Duas frentes militares mobilizaram-se na madrugada de 31 de março: uma, no Rio de Janeiro, liderada pelo general Costa e Silva; e outra, em Juiz de Fora, Minas Gerais, liderada pelo general Olímpio Mourão Filho.


Nenhuma dessas movimentações amparava-se na Constituição de 1946, então vigente na época. Elas resultaram das convicções políticas e da percepção pessoal das circunstâncias pelas quais o Brasil passava naquela época. Não houve pedido formal por parte do Congresso Nacional, em 31 de março, para que os militares interviessem contra o presidente João Goulart – ainda que pudesse haver suspeitas de orquestração de um golpe de esquerda no Brasil.


O Congresso Nacional só se manifestou sobre as circunstâncias em 2 de abril, quando não se sabia se João Goulart estava no país ou se já havia optado pelo exílio, dadas as movimentações dos generais. Em 2 de abril, a cadeira da presidência da República foi declarada vaga pelos parlamentares, e Ranieri Mazzilli, presidente do Congresso, assumiu interinamente o posto de chefe de Estado.


O fato é que o Brasil vivia um impasse: o Congresso tinha a legitimidade constitucional para reorganizar a política no país, dada a vacuidade da cadeira do presidente. No entanto, o poder real não estava no Congresso, estava no chamado Comando Supremo Revolucionário, no Rio de Janeiro, liderado pelo General Costa e Silva, pelo Brigadeiro Francisco de Mello e pelo Almirante Augusto Rademaker. Foi esse Comando Supremo Revolucionário que passou a ditar as regras políticas, sobretudo a partir do Ato Institucional de 9 de abril de 1964, que ficou conhecido como AI-1.


Esse ato institucional, que teve participação do pensador autoritário Francisco Campos – o mesmo que redigiu a Constituição de 1937, que instituiu a ditadura do Estado Novo vinha acompanhado de um preâmbulo que defendia o caráter revolucionário da ação dos militares naquela circunstância. Para tanto, apresentava o argumento de que havia legitimidade política naquelas ações, mesmo que não houve a aprovação direta do Congresso.


Além disso, o AI-I modificou os preceitos da própria Constituição de 1946 e impôs diretrizes a serem seguidas pelo Congresso. Era uma espécie de controle extraconstitucional da própria Constituição, como pode ser visto no trecho abaixo:


Para demonstrar que não pretendemos radicalizar o processo revolucionário, decidimos manter a Constituição de 1946, limitando-nos a modificá-la, apenas, na parte relativa aos poderes do Presidente da República, a fim de que este possa cumprir a missão de restaurar no Brasil a ordem econômica e financeira e tomar as urgentes medidas destinadas a drenar o bolsão comunista, cuja purulência já se havia infiltrado não só na cúpula do governo, como nas suas dependências administrativas. Para reduzir ainda mais os plenos poderes de que se acha investida a revolução vitoriosa, resolvemos, igualmente, manter o Congresso Nacional, com as reservas relativas aos seus poderes, constantes do presente Ato Institucional.

Portanto, reforçamos: o que houve, em março e abril de 1964, não foi uma intervenção militar constitucionalmente prevista, mas uma ação motivada por convicções políticas dos próprios militares. Se tais convicções compuseram uma revolução ou um golpe de Estado, é questão para debates que ainda vão atravessar décadas. Mas o fato é que as ações dos militares subverteram e subordinaram a Constituição e as instituições, como o Congresso Nacional, a um Comando Supremo Revolucionário por meio de um documento: o Ato Institucional de 9 de abril.

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sábado, 19 de maio de 2018

Chulé, o Que é e Como Prevenir

Imagem da Net
O “chulé” é o odor desagradável da transpiração dos pés, cujo nome oficial é bromidrose. Essa palavra tem origem grega, da junção de bromus, que significa “cheiro ruim”, e hidros, que é “água”.
A transpiração em si não tem um odor desagradável, pois o suor é composto basicamente de água (99%), cloreto de sódio, ácidos carboxílicos de baixa massa molar, ureia, sais de ferro, potássio, amônio, ácido lático, proteínas e outros componentes. O problema é que na nossa pele, principalmente nos nossos pés, existem milhares de bactérias, que são micro-organismos unicelulares de tamanho microscópico (0,2 a 1,5 μm de comprimento).

As bactérias alimentam-se de pedaços da pele de nossos pés, do suor acumulado e também de óleos constituídos de ácidos graxos. Depois de se alimentarem desses ácidos graxos, elas produzem alguns ácidos carboxílicos que são os verdadeiros responsáveis pelo indesejado “cheiro de chulé”. Um dos principais ácidos carboxílicos produzidos é o ácido valérico (C4H9—COOH) nome que vem do latim valere (“planta valeriana”) —, que também é o responsável também pelo cheiro do queijo roquefort.Outros compostos produzidos por essas bactérias que apresentam odor desagradável são o ácido butírico (C3H7COOH), o metanotiol (H3C-SH), a amônia (NH3) e a butanodiona. 

Se a pessoa tem uma má higiene com os pés, o problema agrava-se, pois a quantidade de bactérias aumenta, tendo em vista que elas gostam de um ambiente quente e úmido, e a quantidade de óleos também se eleva. Assim, para acabar com o cheiro de chulé ou pelo menos evitá-lo, você deve primeiramente lavá-los com água e sabão e secá-los bem, inclusive entre os dedos. Também é válida a utilização de sabonetes antibacterianos e fungicidas, pois impede a proliferação de bactérias na pele.Além disso, para tratar o chulé, é importante o uso de talcos antissépticos que também atuam na degradação e inibição de fungos e bactérias. Esses produtos possuem como constituintes, por exemplo, o estearato de zinco, que mata os fungos, e o ácido bórico e benzoico, que deterioram as bactérias. Lembre-se também de variar bastante os sapatos e de usar meias que permitam uma melhor ventilação para os pés.


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domingo, 6 de maio de 2018

06 de Maio Dia da Matemática

Imagem da Net
O Dia da Matemática é uma data há tempos comemorada informalmente pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM). Essa comemoração é feita a cada 06 de maio como uma homenagem ao matemático, escritor e educador brasileiro Júlio César de Mello e Souza, mais conhecido como Malba Tahan.


A nível nacional, a então deputada Raquel Teixeira foi a responsável por apresentar um projeto de lei, em 05 de maio de 2004, para instituir o Dia Nacional da Matemática. O objetivo era que o Ministério da Educação e da Cultura incentivasse atividades culturais e educativas nessa data. A proposta de Raquel determinava um momento para refletir a educação matemática, incentivando os professores e estudantes a cultivar a cultura e o saber. Apenas em 26 de junho de 2013 a Presidenta da República, Dilma Rousseff, sancionou a lei n° 12.835, que instituiu, oficialmente, o Dia Nacional da Matemática, que deve ser comemorado anualmente em todo o território nacional em 06 de maio.


Mas o que levou à escolha dessa data? Essa pergunta é facilmente respondida ao conhecermos a história de Malba Tahan. Nascido em 06 de maio de 1895, no Rio de Janeiro, Júlio César de Mello e Souza (Malba Tahan) começou a lecionar aos 18 anos. Formou-se, posteriormente, em Engenharia Civil, mas nunca exerceu essa profissão. Muito apaixonado pela matemática e pela escrita, Júlio, que gostava de contar histórias, começou a envolver a matemática em seus enredos. Em 1918, levou cinco de seus contos a um jornal carioca, no qual chegou a trabalhar. Como não houve qualquer interesse em suas produções, assinou os contos como R. S. Slade, um pseudônimo para um fictício autor americano. Apenas após essa nova autoria, ele pôde ver um de seus contos publicado no jornal.


Como Júlio era admirador da cultura árabe, passou a incluí-la em suas produções e chegou até mesmo a assinar suas obras como Ali Iezid Izz-Edim Ibn Salim Hank Malba Tahan, um árabe. Para dar credibilidade ao seu pseudônimo, ele escreveu uma falsa biografia em que atestava que Malba Tahan era um admirável escritor e tinha uma grande história de vida. Após ter diversos contos publicados com esse pseudônimo, ele conseguiu lançar, em 1925, seu primeiro livro matemático: Contos de Malba Tahan.


A fama alcançada por suas revolucionárias produções permitiu que Júlio César se tornasse conhecido como o verdadeiro autor do livro no ano de 1933. Todavia, como o pseudônimo tornou-se maior, ele nunca deixou de assinar o nome árabe e recebeu até mesmo uma autorização de Getúlio Vargas para que constasse ao lado de seu nome, em sua carteira de identidade, o pseudônimo “Malba Tahan”.


Ao longo de seus 79 anos, Malba Tahan publicou 120 livros, sendo 51 voltados à Matemática. Nessas obras, conseguiu repassar o conteúdo matemático em uma esfera envolvente que apresentava enigmas e fantasias, o que se tornava uma aventura divertida e empolgante. Por essa diferenciada forma de escrever, até a data de seu falecimento, ele já havia vendido mais de um milhão de livros. Seu livro mais famoso, “O homem que calculava”, tornou-se um best-seller que até hoje atrai as novas gerações.


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quinta-feira, 3 de maio de 2018

A Física no Freio ABS

O sistema de freios é uma das partes mais importantes de um veículo. Dentro dos diferentes tipos de sistemas de freio os mais comuns em carros são o freio convencional à disco e o do tipo ABS. O freio ABS é mais eficiente que o freio convencional por permitir maior controle por parte do motorista, uma vez que não causa o travamento das rodas. O sistema de freio antitravamento, tradução em português para a sigla ABS, para aos poucos o veículo e diminui o espaço de frenagem, elevando a eficiência da direção. 

O espaço de frenagem é significativamente reduzido por conta da diferença existente entre os chamados coeficiente de atrito estático (μe) e coeficiente de atrito dinâmico (μd). A força de atrito surge quando há contato entre uma superfície e um objeto e deve-se à rugosidade existente entre os dois, sendo chamada de atrito estático quando o objeto está em repouso e de atrito dinâmico, ou cinético, quando o objeto se movimenta. Os valores dos coeficientes de atrito dinâmico são sempre menores que os valores dos coeficientes de atrito estático. Existe uma equação, cuja demostração está baixo, que determina o espaço de frenagem. Veja:

Partindo da segunda lei de Newton, temos: FR = m.a
Sabendo que a força resultante sobre os pneus é a força de atrito :μ.N = m.a
Supondo a superfície plana, a normal será igual ao peso, logo: μ.m.g = m.a
Portanto, definimos a aceleração como: μ.g = a (1)
A partir da equação de Torricelli, temos: v 2 = v0 2 + 2.a.Δs (2)
Agora iremos considerar a velocidade final como nula e a aceleração como negativa, já que se trata de uma diminuição de velocidade, portanto: 2.a.Δs = v0 2 (3)
Finalmente, iremos substituir a equação 1 na equação 3, onde encontraremos o espaço de frenagem (Δs):


Δs =       V0 2     
       2.μ.g


Observe que existe uma relação inversamente proporcional entre o coeficiente de atrito μ e o espaço de frenagem Δs, logo, quanto maior for o coeficiente de atrito, menor será o espaço de frenagem. Como os freios convencionais, ao serem acionados bruscamente, causam o travamento das rodas, ocasionando deslizamento, o atrito em questão é o dinâmico. Já os freios ABS impedem o deslizamento, atuando então o atrito estático. Como o atrito estático é maior, o espaço de frenagem para o freio ABS será sempre menor, podendo evitar colisões em caso de acionamento de emergência dos freios.


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sábado, 21 de abril de 2018

Esquerda e Direita, Saiba Mais Sobre a Origem da Relação Desses Termos com a Política

Desde o turbulento evento denominado Revolução Francesa (1789-1815), o qual, de acordo com alguns historiadores, inaugurou a Idade Contemporânea, os conceitos de direita e esquerda fazem-se presentes nos debates políticos e ideológicos, sobretudo no mundo ocidental. Neste texto, procuraremos explicitar a relação desses conceitos com a ambiência revolucionária da França, bem como a identificação que um e outro passaram a ter, a posteriori, com as posições políticas conservadoras e/ou liberais (direita) e progressistas e/ou revolucionárias.

Durante o processo revolucionário começado em 1789, na França, os Girondinos, considerados mais moderados e conciliadores, ocupavam o lado direito da Assembleia, enquanto os Jacobinos, mais radicias e exaltados, ocupavam o lado esquerdo. Essa é a origem da nomenclatura política que categoriza os posicionamentos políticos no interior dos sistemas políticos contemporâneos.

Contudo, essa polarização tem suscitado inúmeros problemas e demasiadas polêmicas, sobretudo porque, a partir do século XIX, houve uma radicalização ideológica tanto de um lado quanto do outro. O desenvolvimento das ideias de autores considerados de direita, como Donoso Cortez e Charles Maurras, bem como o daqueles considerados de esquerda, como Karl Marx e Bakunin, entre outros, estimulou gerações de intelectuais, movimentos políticos e ativistas que levaram às últimas consequências a crença em sua ideologia.

Em geral, ambos os seguimentos ideológicos, seja de direita ou de esquerda, quando chegam à sua forma extrema, desenvolvem perspectivas idealizadoras com vistas à “transformação do mundo”. Essa perspectiva utópica tem seus fundamentos, tanto na direita quanto na esquerda, na secularização das expectativas apocalípticas cristãs, que, no sentido original, tinham por meta aguardar a segunda vinda de Cristo e o juízo final.

Com o advento do mundo moderno, tais expectativas transferiram-se para o domínio terreno e, grosso modo, para a ação política e seu principal agente de transformação, o Estado. Os ideólogos de esquerda pretendem aperfeiçoar o mundo por meio de políticas que instaurem a justiça social, ou o igualitarismo, ou a socialização dos meios de produção econômica, ou qualquer outra ação que remeta à ideia de igualdade. Já os ideólogos de direita pretendem perfectibilizar o mundo a partir de uma perspectiva idealizada do passado e da tradição, de valores nacionais ou religiosos. Cada qual dos lados, em diversos momentos da história (sobretudo no século XX), empenhou-se até a barbárie para fazer valer sua visão ideológica de mundo.

Contudo, essa divisão pode limitar a compreensão de perspectivas mais complexas sobre a política. Geralmente, a alcunha “direitista” é aplicada sem muita acuidade crítica ao pensamento conservador. Do mesmo modo, a alcunha de “esquerdista” é aplicada às reflexões e propostas progressistas. E ambos, conservadores e progressistas, não raro, associam-se com liberais. É o caso, por exemplo, de quem defende ideias progressistas, como o aborto, políticas de cotas etc., mas defende a liberdade econômica, isto é, livre mercado, livre concorrência etc.; ou, ao contrário, quem defende política antiaborto, política contra as cotas e contra programas sociais fomentados pelo Estado, mas também se ajusta, igualmente, à prática do liberalismo econômico. Do ponto de vista político e ideológico, progressistas e conservadores divergem, mas concordam, por vezes, quanto à economia. Vê-se, então, que o problema é mais complexo do que se imagina.

As raízes do pensamento conservador e progressista remontam ao século XVIII, especificamente às figuras de Edmund Burke e Jean-Jacques Rousseau, respectivamente. O primeiro é uma das principais fontes do pensamento conservador contemporâneo, e o segundo, do pensamento progressista, que se bifurca em liberais moderados, reformistas e revolucionários.


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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Moradores da Av.João Wallig em Campina Grande Clamam por Socorro ao Ministério Público


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Cadê o Poder Público? Essa é a pergunta feita pelos moradores que residem nas proximidades do distrito dos mecânicos em Campina Grande, o abandono por parte do poder executivo, deixou aquela região campinense idêntica aos cenários do Filme da década de 80 “Mad Max”, as sucatas de veículos em cima das calçadas impedindo a passagem dos transeuntes, e a posse irregular das praças que estão sendo utilizadas como depósitos de sucatas, são os maiores problemas enfrentados tanto pelos moradores da área, como pelas pessoas que de alguma forma necessitam transitar por lá.

A sociedade de uma forma geral necessita e merece ser correspondida de forma legal e igualitária perante os órgãos públicos, a ação de vigilância por parte de setores da prefeitura de Campina Grande, criados para esse fim devem cumprir com suas obrigações, notificando e utilizando os meios legais para punir todos aqueles que de forma irresponsável, tentam invadir e transformar de forma ilegal espaços públicos causando vários prejuízos a toda uma comunidade.Vários acidentes já foram concretizados naquele local, emissoras de tevê já estiveram no local por várias vezes, divulgando e levando ao conhecimento do poder público o abandono e a forma ilegal em que se encontra aquela área de Campina Grande. 

Assim como a fiscalização municipal é implacável de forma correta nos outros bairros da cidade, quando se fala de posse ilegal de espaços públicos, os moradores daquele espaço da cidade, solicitam que o setor responsável por esse assunto da prefeitura municipal, tome as devidas providências, porém caso não possuam a competência a que a situação necessita, que repassem para outras instâncias superiores para que as devidas providências sejam tomadas.

O abandono do distrito dos mecânicos de Campina Grande chega a ser lamentável, pois esses problemas citados anteriormente são apenas alguns, dentre vários outros, como a falta de infraestrutura da Avenida João Wallig, que a mais de 9 meses sofre com o abandono por parte da prefeitura no tocante a obra de asfaltamento, que deixou para trás além do terrível constrangimento uma série de problemas estruturais naquela região, o sucateamento do prédio do restaurante popular, que se encontra sem funcionar desde 2010. 

Esperamos que providências sejam tomadas pelo poder executivo, a quem na realidade é a responsabilidade de proteção e conservação dos espaços públicos. Fica dessa forma aqui registrada a clemência dos moradores daquele bairro, para que as devidas providencias sejam tomadas, e as leis sejam cumpridas restaurando a posse das praças públicas, e a segurança das calçadas, caso o poder executivo não possua capacidade nem competência para tal, que seja acionado o ministério público inclusive.

Blog Martins da Cachoeira
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