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quarta-feira, 1 de junho de 2016

O Verdadeiro Sentido e a Origem da Tocha Olímpica

A Grécia antiga cultuava o poder e o fogo. Na mitologia grega, Prometeu roubou o fogo de Zeus e deu aos humanos. Para celebrar a passagem do fogo de Prometeu ao homem, os gregos faziam corridas de revezamento. Os atletas passavam a tocha entre si até que o vencedor cruzasse a linha de chegada. Os gregos fizeram seus primeiros Jogos Olímpicos em 776 A.C. Realizados a cada quatro anos em Olímpia, honravam a Zeus e a outras divindades. 

As Olimpíadas também marcaram um período de paz em meio às constantes guerras. No início dos Jogos, os corredores diziam que os "anunciadores da paz" viajariam pela Grécia declarando a "trégua sagrada" a todas as batalhas entre as cidades rivais. Ela ficaria estabelecida durante os jogos de modo que os espectadores poderiam chegar seguros às Olimpíadas.
Uma chama queimando constantemente era mantida por toda a Grécia. Ela adornava os altares dos deuses. Em Olímpia havia um altar dedicado a Hera, deusa da vida e do casamento. No início dos Jogos Olímpicos, os gregos acendiam a pira de fogo no altar de Hera. Acendiam a chama utilizando um disco ou espelho côncavo chamado skaphia que, como um moderno espelho parabólico, direcionava os raios do sol  a um ponto determinado para acender o fogo. A chama queimava durante os jogos como um sinal de pureza, razão e paz.
Os gregos pararam de organizar os Jogos Olímpicos por cerca de mil anos, e o revezamento de tochas e o acender da chama também acabaram. As Olimpíadas não voltaram até 1896, quando os primeiros jogos modernos aconteceram em Atenas. O revezamento de tochas veio um pouco depois.
Na antiguidade, o fogo era considerado sagrado por muitos povos, incluindo os gregos, que tinham uma lenda segundo a qual o fogo teria sido entregue aos mortais por Prometeu que o roubara de Zeus. Devido à importância do fogo, em muitos templos eram mantidas chamas acesas permanentemente. Este era o caso do templo de Héstia na cidade de Olímpia.Segundo se sabe, a tradição de manter um fogo aceso durante os Jogos Olímpicos remonta à antiguidade, quando se efetuavam sacrifícios a Zeus. Nessas cerimônias, os sacerdotes acendiam uma tocha e o atleta que vencesse uma corrida até ao local onde se encontravam os sacerdotes teria o privilégio de transportar a tocha para acender o altar do sacrifício.  

Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1928, em Amsterdã, o arquiteto neerlandês Jan Wils incluiu no desenho do estádio olímpico uma torre e teve a ideia de acender nela uma chama durante os jogos. Na cerimónia de abertura, em 28 de Julho de 1928, um empregado da empresa de electricidade de Amesterdão acendeu a primeira pira olímpica, na torre chamada Marathontower.Quatro anos mais tarde, nos Jogos Olímpicos de Verão de 1932, voltou-se a acender uma chama durante os Jogos no Estádio de Los Angeles. Durante a cerimónia de encerramento foi apresentada uma citação de Pierre de Coubertin que dizia: "Que a Tocha Olímpica siga o seu curso através dos tempos para o bem da humanidade cada vez mais ardente, corajosa e pura".

Em 1936, nos Jogos Olímpicos de Berlim, Carl Diem concebeu a cerimónia do transporte da chama Olímpica desde o antigo local de realização dos Jogos em Olímpia na Grécia, até ao estádio onde se realizavam os Jogos. Mais de 3000 atletas realizaram uma estafeta para transportar a tocha desde Olímpia até Berlim, onde o corredor Fritz Schilgen acendeu a chama na cerimónia de abertura a 1 de Agosto. A estafeta da tocha passaria a fazer parte dos Jogos Olímpicos.

Também nos Jogos Olímpicos de Inverno, a chama Olímpica ardeu nos Jogos de Inverno de 1936 e de 1948, mas a primeira estafeta da tocha teve lugar no Jogos de 1952. Nessa ocasião, o fogo não foi ateado em Olímpia mas sim em Morgedal, na Noruega, na lareira da casa de Sondre Norheim, que foi o pioneiro do desporto de esqui. Foi também aí que foi ateado o fogo nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1960 e 1994. Excepto esses anos e em 1956, ano em que foi acesa em Roma, em todos os outros Jogos de Inverno a chama foi acesa em Olímpia.

Uns meses antes de cada realização dos Jogos Olímpicos (a data exata varia de acordo com a duração do percurso até ao Estádio Olímpico), a chama é ateada em Olímpia, frente às ruínas do templo de Hera, numa cerimónia que pretende recriar o método usado na antiguidade e que se destinava a garantir a pureza da chama: actrizes representando sacerdotisas de Héstia colocam uma tocha na concavidade de um espelho que concentra os raios da luz do Sol que, agora como na antiguidade, acende a chama que marcará o início de mais uma realização dos Jogos.

Em seguida, a chama é transferida para uma urna que é levada até ao local do antigo estádio. Aí a chama é usada para acender a tocha olímpica, transportada pelo atleta que fará o primeiro percurso da estafeta, que conduzirá a chama ao longo do percurso até ao estádio onde se realizam os Jogos.Como prevenção, uns dias antes acende-se uma chama, usando o mesmo método, que é então mantida acesa para ser usada caso o céu esteja nublado no dia da cerimónia. Para os Jogos Olímpicos de Inverno o procedimento é semelhante, excepto que a passagem da chama para o primeiro estafeta é feita em frente ao monumento em homenagem a Pierre de Coubertin.

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Jogos Olimpicos: O Que é? E Qual a Origem?

Jogos Olímpicos são um evento multiesportivo global com modalidades de verão e de inverno, em que milhares de atletas participam de várias competições. Atualmente os Jogos são realizados a cada dois anos, em anos pares, com os Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno se alternando, embora ocorram a cada quatro anos no âmbito dos respectivos Jogos sazonais. 

Originalmente, os Jogos Olímpicos da Antiguidade foram realizados em Olímpia, na Grécia, do século VIII a.C. ao século V d.C. No século XIX, o Barão Pierre de Coubertin fundou o Comitê Olímpico Internacional (COI) em 1894. O COI se tornou o órgão dirigente do Movimento Olímpico, cuja estrutura e as ações são definidas pela Carta Olímpica.

A evolução do Movimento Olímpico durante o século XX obrigou o COI a adaptar os Jogos para o mundo da mudança das circunstâncias sociais. Alguns destes ajustes incluíram a criação dos Jogos de Inverno para esportes do gelo e da neve, os Jogos Paralímpicos de atletas com deficiência física e visual (atualmente atletas com deficiência intelectual e auditiva não participam) e os Jogos Olímpicos da Juventude para atletas adolescentes. O COI também teve de acomodar os Jogos para as diferentes variáveis econômicas, políticas e realidades tecnológicas do século XX. Como resultado, os Jogos Olímpicos se afastaram do amadorismo puro, como imaginado por Coubertin, para permitir a participação de atletas profissionais. A crescente importância dos meios de comunicação gerou a questão do patrocínio corporativo e a comercialização dos Jogos.

O Movimento Olímpico é atualmente composto por federações esportivas internacionais, comitês olímpicos nacionais (CONs) e comissões organizadoras de cada especificidade dos Jogos Olímpicos. Como o órgão de decisão, o COI é responsável por escolher a cidade anfitriã para cada edição. A cidade anfitriã é responsável pela organização e financiamento à celebração dos Jogos coerentes com a Carta Olímpica. O programa olímpico, que consiste no esporte que será disputado a cada Jogos Olímpicos, também é determinado pelo COI. A celebração dos Jogos abrange muitos rituais e símbolos, como a tocha e a bandeira olímpica, bem como as cerimônias de abertura e encerramento. Existem mais de 13 000 atletas que competem nos Jogos Olímpicos de Verão e Inverno, em 33 diferentes modalidades esportivas com cerca de 400 eventos. Os finalistas do primeiro, segundo e terceiro lugar de cada evento recebem medalhas olímpicas de ouro, prata e bronze, respectivamente.

Os Jogos têm crescido em escala, a ponto de quase todas as nações serem representadas. Tal crescimento tem criado inúmeros desafios, incluindo boicotes, doping, corrupção de agentes públicos e terrorismo. A cada dois anos, os Jogos Olímpicos e sua exposição à mídia proporcionam a atletas desconhecidos a chance de alcançar fama nacional e, em casos especiais, a fama internacional. Os Jogos também constituem uma oportunidade importante para a cidade e o país se promover e mostrar-se para o mundo.

Os Jogos Olímpicos antigos foram uma série de competições realizadas entre representantes de várias cidades-estado da Grécia antiga, que caracterizou principalmente eventos atléticos, mas também de combate e corridas de bigas. A origem destes Jogos Olímpicos é envolta em mistério e lendas. Um dos mitos mais populares identifica Hércules e Zeus, seu pai, como os progenitores dos Jogos. Segundo a lenda, foi Hércules que primeiro chamou os Jogos "Olímpicos" e estabeleceu o costume de explorá-los a cada quatro anos. A lenda persiste que, após Hércules ter completado seus doze trabalhos, ele construiu o estádio Olímpico como uma honra a Zeus. 

Após sua conclusão, ele andou em linha reta 200 passos e chamou essa distância de estádio (em grego: στάδιον, latim: stadium, "palco"), que mais tarde tornou-se uma unidade de distância. Outro mito associa os primeiros Jogos com o antigo conceito grego de trégua olímpica (ἐκεχειρία, ekecheiria). A data mais aceita para o início dos Jogos Olímpicos antigos é 776 a.C., que é baseada em inscrições, encontradas em Olímpia, dos vencedores de uma corrida a pé realizada a cada quatro anos a partir de 776 a.C. Os Jogos Antigos destacaram provas de corrida, pentatlo (que consiste em um evento de saltos, disco e lança-dardo, uma corrida a pé e luta), boxe, luta livre e eventos equestres. Diz a tradição que Coroebus, um cozinheiro da cidade de Elis, foi o primeiro campeão olímpico.

As Olimpíadas foram de fundamental importância religiosa, com eventos esportivos ao lado de rituais de sacrifício em honra tanto a Zeus (cuja famosa estátua por Fídias estava em seu templo em Olímpia), quanto a Pélope, o herói divino e rei mítico de Olímpia. Pélope era famoso por sua corrida de bigas com o Rei Enomau de Pisatis. Os vencedores das provas foram admirados e imortalizados em poemas e estátuas. Os Jogos eram realizados a cada quatro anos, e este período, conhecido como uma Olimpíada, foi usado pelos gregos como uma das suas unidades de medição do tempo. Os Jogos foram parte de um ciclo conhecido como os Jogos Pan-Helénicos, que incluem os Jogos Píticos, os Jogos de Nemeia, e os Jogos Ístmicos.

Os Jogos Olímpicos chegaram ao seu apogeu entre os séculos VI e V a.C., mas, depois, perderam gradualmente em importância enquanto os romanos ganharam poder e influência na Grécia. Segundo alguns autores, o declínio do espírito olímpico não se inicia no período romano e sim no período helenístico. Uma das causas mais importantes para se compreender esse declínio é a mudança do status de cidadão/soldado para súdito (soldado/profissional ou atleta/profissional). Dessa forma o profissionalismo se realizou como efeito da mudança política e não como a própria causa das mudanças ocorridas do período clássico para o helenístico.

Não há consenso sobre quando os Jogos terminaram oficialmente; a data mais comum, é 393 d.C., quando o imperador Teodósio I declarou que todas as práticas e cultos pagãos seriam eliminados. Outra data é 426 d.C., quando seu sucessor Teodósio II ordenou a destruição de todos os templos gregos. Os Jogos Olímpicos não voltaram a ser realizados novamente até o final do século XIX.



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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A História da Associação Desportiva Guarabira

A ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA GUARABIRA, foi fundada em 2 de Maio de 2005, quando da necessidade de um clube para representar a cidade de Guarabira, pois a cidade e a região do brejo, há vários anos, não tinham um representante no campeonato paraibano de futebol profissional.

Naquela oportunidade um grupo de amigos resolveu assumir o antigo Guarabira Esporte Clube sem sucesso, pois ao assumirem o clube, encontraram dividas pré-existentes que inviabilizaram o projeto. Recuaram porém não desistiram e buscaram alternativas junto a presidente da Federação Paraibana. 
 
A solução encontrada era a de registrar, junto a FPF e CBF, um outro clube e assim o foi. Na oportunidade o Sr. Domingos Sávio Soares, presidente do Clube Amador, JUVENTUS ESPORTE CLUBE, realizou em, assembléia geral extraordinária realizada em 2 de Maio de 2005, a alteração da sua razão social, com a finalidade de assim desenvolver o futebol nas categorias amadora e profissional. Tendo o apoio do setor jurídico da FPF, através da Drª. Socorro Leite, que fez toda à adequação do estatuto e toda documentação, transformando-o o nome de fantasia Juventus Esporte Clube, para Associação Desportiva Guarabira, alterado as cores e escudo, em conformidade com as leis vigentes no país.

No mesmo ano de 2005, participamos da primeira competição oficial, a 2ª Divisão (Campeonato Paraibano de Futebol), com a participação de nove equipes: Desportiva, Picuí, Cruzeiro de Itaporanga, Santos, Serrano, Leonel, Auto Esporte, Esporte de Patos e Sabugy. Fomos Vice-Campeões, e nos classificamos para a elite do futebol da Paraíba. No ano seguinte obtivemos a liberação do registro junto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para exercer a prática do futebol Profissional, a exemplo de outras equipes do quadro de filiados da Federação Paraibana de Futebol. Em 2006 e 2007, com boas campanhas, conseguimos se manter na 1ª Divisão, em 2008 porém, por ocasião de mudança de regulamento não convincente, descendemos a segunda divisão, entretanto, mesmo diante das dificuldades demos continuidade ao trabalho investindo nas categorias de base do clube.  O trabalho foi recompensado com o título de Campeão Paraibano de Juniores de 2008.

Em 2009 fomos Campeões Paraibano da 2ª Divisão em casa, ao vencer o Auto Esporte, no Sílvio Porto, por 1 a 0. Com o resultado, terminamos empatado em números de pontos com o Atlético Cajazeirense, mas levando vantagem no saldo de gols. Com o título veio o acesso a Primeira Divisão do Paraibano em 2010, onde permanecemos até 2011, vindo novamente a cair para a segundona, disputada em 2012 - onde quase conseguimos o acesso, realizando uma boa campanha na primeira fase (concluída com 100% de aproveitamento), mas pecamos na fase final e posteriormente não conseguindo o acesso. Em 2013, devido a falta de recursos e apoio devido, a Desportiva decidiu não disputar a volta à elite do Futebol Paraibano. O sonho continua em voltar a figurar no cenário futebolístico do estado - o Azulão é o único clube do Brejo que nos últimos anos vem sempre figurando entre as divisões de acesso e principal.
 
 
Manda seus jogos no Estádio Sílvio Porto, que, em 2006, foi comprado em um leilão pela prefeitura e transformou-se em um estádio municipal, com capacidade para 3.000 torcedores. O Guarabira tem como mascote o Azulão.O Guarabira foi criado em 1930, com a denominação de Guarabira Futebol Clube e suas cores iniciais foram o preto e vermelho. A primeira versão do clube teve vida curta, mas acabou motivando alguns desportistas do extinto clube à novamente se reunirem e fundar uma nova agremiação no dia 24 de junho de 1936, desta vez denominada de Guarabira Esporte Clube.
 
O novo clube acabou herdando parte do patrimônio do time antigo e em pouco tempo tornou-se o principal clube da cidade de Guarabira. A partir de 1946, o alvi-celeste passou a condição de clube de maior influência da região norte da Paraíba. O prestigio da equipe rendeu a participação na primeira edição do Campeonato Paraibano do Interior, em 1949, promovido pela Federação Paraibana de Futebol.A participação motivou os dirigentes guarabirenses a inserir a equipe no Campeonato Paraibano de 1952. Entretanto, a péssima campanha na competição e os altos custos forçaram o clube a pedir licença em 1953, retornando somente em 1959, quando mais uma vez, o clube deixou a desejar. As experiências na competição auxiliaram os dirigentes a buscar o profissionalismo.
 
Em 1964, o então presidente Benedito Targino conseguiu recursos para novamente participar do Campeonato Paraibano. O alvi-celeste guarabirense conquistou o vice-campeonato do Torneio Inicio de 1967. Em 35 participações na Primeira Divisão do estadual, o Guarabira obteve o seu melhor desempenho em 1969, quando conquistou o terceiro lugar.Em 2001, a equipe representou a Paraíba no Campeonato Brasileiro da Série C. Terminou na quarta colocação do Grupo C, onde os dois primeiros se classificaram (Treze-PB e São Gonçalo-RN, respectivamente em 1º e 2º lugar). O grupo ainda contava com Corinthians-AL em 3º, o Botafogo-PB em 5º e o Atlético-PB em 6º.
 
Na galeria de grandes jogadores, o antigo Guarabira Esporte Clube deu-se ao luxo de possuir nos seus elencos grandes atletas: Da Silva, França, Vavá, Nilton Sinval, Zé preto, Totonho, Grilo, Antonino, Manoel Pirpirituba, Geraldo Pereira, Naldo Santiago, Fraga, Carlinhos, Lula - Goleiro(que tomou o gol 999 do rei Pelé quando jogava pelo Botafogo),Mano que foi para o Treze, Gilson, Gil Araújo, e o mais folclórico deles, Guri, natural de Marí criativo nas frases que pronuciava.

Dos mais recentes atletas que passaram pelo Guarabira podemos lembrar de: Pedrinho Cangula, Tiquinho, Beto Potiguar, Rudmar, Gilson Sergipano, Ita, Ivan, Fábio, Walter Sanharol. Wagner Caaporã foi o jogador mais recente que deixou saudades entre os torcedores da atual Desportiva Guarabira. Carlinhos Paraíba, procedente da cidade de Rio Tinto foi o jogador que mais conseguiu êxito atuando pelo clube alviazulino, porque saiu de Guarabira para o Santa Cruz e hoje é considerado um dos melhores jogadores do elenco de Coritiba, equipe da primeira divisão do futebol brasileiro.

Dos grandes feitos da história do futebol guarabirense, a vitória do antigo Guarabira Esporte Clube sobre o Treze em 1984, por 1x0 gol de Tiquinho, transformou-se na maior glória do clube em termos de vitória fora de casa.Os tabús sempre fizeram parte da história de Guarabira Esporte Clube e Nacional de Patos, pois passamos muitos anos sem vencer esse adversário. Por ocasião da contratação de Pedro Cangula Pai de Marcelinho Paraíba, conseguimos quebrar o tabú em uma partida realizada no Estádio Silvio Porto contra o próprio Nacional, quando Pedrinho Cangula fez o gol da vitória.
 
Consta na história do futebol guarabirense dados importantes sobre o trabalho das divisões de base, onde conseguimos nos registos encontrar detalhes sobre a revelação de grandes jogadores que deram sua alma pelo futebol de Guarabira. Os dados aponta jogadores valiosos que foram revelados na cidade.Josias, Paulinho, Duca, Paulo Cézar, Abel, França, Nenem, Cirino, Naldo Santiago, Carlinhos de seu Ivan, Gilvan Ribeiro, Gilmário, Gilson, Cazuza (goleiro), Geraldo Cândido, Wilson Catatumba e Garrincha.É claro que outros grandes jogadores atuaram pelo antigo Guarabira Esporte Clube e o forte do futebol guarabirense, foi sempre a revelação de grandes valores. 
 

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Souza Esporte Clube - O Dinossauro do Sertão Paraibano

Imagem Net
O Sousa Esporte  Clube foi fundado em 10 de julho de 1991 com o apoio do empresário Valdeci Oliveira e outros abnegados do futebol sousense. O clube já nasceu profissionalizado com o objetivo de recolocar a cidade de Sousa no cenário esportivo paraibano.

Inicialmente atletas das equipes amadoras da cidade formaram o primeiro plantel, responsável pela conquista da Copa Integração de 1991, competição promovida pela FPF e que garantiu o Sousa nas disputas do Campeonato Paraibano a partir de 1992.

Em 1993, o clube se viu ameaçado de não ter condições de continuar na Série A do estadual devido a pendências financeiras. Surge a imagem do presidente Aldeone Abrantes que reestrutura o clube tornando-o uma das principais forças do futebol da Paraíba.


O Sousa surpreende e em 1994, conquista o Campeonato Paraibano e o vice-campeonato no ano seguinte. Em 1995, disputou a Copa do Brasil e participou ainda dos Campeonatos Brasileiros da série C de 1996 e 1997.

História contada no site www.sousaesporteclube.hpg.ig.com.br

No limiar da década de 90, a Federação Paraibana de Futebol teve a feliz iniciativa de criar a Copa Integração, porta de acesso das equipes sertanejas ao campeonato da divisão de profissionais. A competição em apreço, hoje a segunda divisão, foi realmente o inicio da política de interiorização do futebol paraibano. Em Sousa, no ano de 1992, o Guarani foi o campeão municipal, ganhando assim o direito de participar do certame da Segundona.

Suas pretensões, entretanto, foram de água abaixo, no momento em que o empresário Valdeci Oliveira e outros abnegados do futebol sousense fundam em 1991 o Sousa Esporte Clube. Ao Guarani, faltou a força política que sobrou no Sousa junto à Federação Paraibana de Futebol. O “Dinossauro” entra para a competição, basicamente formado por jogadores do Independente e mais alguns atletas do Guarani, Náutico, Portuguesa e Cruzeiro. A política da “ Prata da casa” deu certo e Aldeone Abrantes assume o comando técnico da equipe, conquista o titulo da então Copa Integração (segundona) e ganha o direito de representar o município no certame profissional do Estado.

Apesar de estreante na divisão especial, o Sousa não decepciona, pelo contrário realizou uma campanha bastante regular, terminando entre os seis melhores times da temporada de 1992. Até hoje não se esclareceu a origem da crise que explodiu no Sousa. No final do ano, Valdeci Oliveira deixa a direção, sendo seguido por outros companheiros de diretoria. O clube estava na eminência de fechar definitivamente as suas portas, encerrando de vez todas suas atividades futebolísticas.

Aldeone Abrantes parece ser mesmo um predestinado nos grandes desafios. Ele fez um trabalho de articulação junto aos desportistas, articula a sociedade e assume a direção da equipe. Convoca um elenco de abnegados sousenses e, apesar de todos pertencerem à classe média, toca o barco pra frente. No primeiro turno, houve um verdadeiro massacre da imprensa, dos torcedores e dos que abandonaram o time à sua própria sorte.

É que o time, no campeonato de 93, já estava acumulando nove derrotas seguidas e o protesto não deixava de ser até natural. Entretanto, no segundo turno, as coisas começaram a melhorar, devido aos investimentos procedidos por Aldeone, que chegou a vender seu próprio carro, para arrecadar recursos e garantir uma melhor campanha. No terceiro turno do campeonato, o time esteve a pique de decidi-lo. A torcida, paulatinamente, começou a retornar ao Paulão, em São Gonçalo, proporcionando boas arrecadações.

No final do ano de 1993, no período de ferias dos jogadores, Aldeone Abrantes reúne a sua diretoria e afirma taxativamente: " Vamos formar um time para ser campeão paraibano de 1994, embora que para tanto seja necessário um sacrifício de todos nós!" Enquanto o Prefeito Marizinho trabalhava para concluir o estádio Marizão, o guerreiro do povo começava a articular a realização do Torneio Inicio na cidade e os ex-diretores passaram a lhe chamar de louco. Moral da história: O Torneio Inicio foi mesmo concretizado no Marizão e o time dos "Dinossauros" acabou conquistando o titulo.

Por outro lado, os dirigentes dissidentes do Sousa Esporte Clube acabaram formando a Sociedade Esportiva Sousa, para tentar ofuscar a já brilhante ascensão do concorrente. Diz o velho ditado: " Quem não tem competência não se estabelece". Então, porque deixaram o barco à deriva? Só fizeram provocar uma guerra de nervos, um jogo psicológico que jogou torcida contra torcida, tentando pressionar não diretamente a diretora do Sousa, mas principalmente Aldeone Abrantes - o desportista do ano -, e por tabela, o prefeito Marizinho - o torcedor número um.

Quem trabalha, Deus ajuda... "Por isso me dediquei de corpo e alma para que o o Sousa Esporte Clube se tornasse campeão paraibano de 94", com todos os méritos, jubila-se Aldeone Abrantes, ao enaltecer o trabalho de toda a diretoria, a ajuda altamente positiva da Municipalidade, da torcida e da imprensa em geral.

O time do Sousa tem sido responsável por inúmeras revelações do futebol paraibano, a exemplo de Galeguinho, Juninho, Dôver, Inha, Welito, Rafael e outros, oriundos todos eles do futebol amador da cidade.
Sousa Esporte ClubeSOUSA ESPORTE CLUBE
Fundado em 10 de julho de 1991
Endereço: Rua Capitão Manoel Gadelha Filho, 57
1° andar - Sousa/PB - CEP: 58800-000
Estádio Antônio Mariz (Marizão)
WebSite: www.sousaesporteclube.hpg.ig.com.br e http://sousaesporteclube.com.br/ (desativado)

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

História do Futebol Paraibano


A introdução do futebol na Paraíba deve-se a um grupo de acadêmicos que estavam em gozo de férias dos seus estudos, no ano de 1908. A primeira noticia sobre o futebol no estado é de 10 de janeiro de 1908, quando o acadêmico José Eugênio Soares, trouxe do Rio de Janeiro a primeira bola. Um mês depois, juntamente com outros colegas, fundou o "Club de Foot Ball Parahyba" que fêz a primeira exibição pública de futebol, dividindo o clube recém-fundado em duas equipes: Norte e Sul. Esta exibição ocorreu na tarde do dia 15 de janeiro de 1908, no local denominado "Sitio do Coronel Manoel Deodato" nas imediações onde hoje é a Praça da Independência.

A primeira Liga
 
Alguns anos se passaram, e como o futebol crescia de maneira surprendente, houve a necessidade da fundação de uma entidade, a fim de orientar, disciplinar e organizar o avultado número de clubes existentes. Por iniciativa do Brasil, Red Cross, Ipiranga, Independente e tantos outros, foi fundada a "Liga Parahybana de Foot Ball", no dia 5 de março de 1914, sendo aclamada a seguinte Diretoria: Presidente: Mário Bandeira; Secretário: Trajano Chaves; Tesoureiro: Norberto Guimarães. Na realidade foi um acontecimento deveras importante para a vida esportiva da cidade, aumentando bastante o entusiasmo dos rapazes, embora tudo continuado ainda a base do "desafio". O Brasil com uma soma de mais vitórias, ficou considerado como "campeão", em cuja equipe atuava como jogador o próprio Presidente. A fundação de novos clubes era quase uma mania; as reuniões para qualquer assunto eram realizadas a qualquer hora; até mesmo ao meio dia, sempre em casa dos mais animados. A notícia de "um novo clube", era recebida como coisa normal...

A oficialização do futebol
 
Realizou-se no dia 3 de maio de 1919 na redação do jornal O NORTE, uma concorrida reunião, da qual surgiu uma nova entidade que recebeu o nome de "Liga Desportiva Paraibana", dado a situação de abandono que se verifica na anterior. A reunião comparecera, presidentes e diretores dos clubes, Cabo Branco, Palmeiras, Pytaguares, São Paulo, América e Royal, além dos desportistas, Anthenor Navarro, Mário Pedrosa, Nelson Lustosa Cabral, Olyntho Jácome, grande número de curiosos e desportistas. Por aclamação dos clubes, a Junta Governativa da LDP, ou seja sua primeira diretoria, ficou assim constituída: Presidente: Mario Pedrosa; Secretário: Anthenor Navarro e Tesoureiro Olynto Jácome. Com a fundação da nova entidade, o futebol provinciano ia aos poucos conseguindo a sua maioridade e a Diretoria tratou logo de oficializá-la, à Federação Brasileira de Futebol. Esse acontecimento trouxe grande entusiasmo e repercutiu em várias cidades do Interior e logo apareceu em Esperança, o Sport Club Epitácio Pessoa, sob à Presidência de Manoel Cavalcanti de Melo e o Serraria Esporte Clube, fundado em 29 de maio de 1919.

O primeiro jogo oficial
 
O primeiro jogo oficial determinado pela então Liga Desportiva Paraibana, foi realizado no Hypodromo Parahybano, no dia 25 de maio do ano de 1919. Cabo Branco venceu forte representação do Royal por 1x0, goal consignado por Alfredinho. Vale adiantar que Queiroz perdeu um penalty em favor do Royal. A formação das equipes eram estas: Cabo Branco: Mirócem, Arminio e Ferreira; Bahia, Sylvio e Mororó; Trajano, Alfredinho, Tota, Waldemar Wraal e João Gomes. Royal: Leão, Jayme e Vinagre; Tonico, Almeida e Zé Gomes; Paulino, Edú II, Virginio, Arnaldo e Queiroz. O Juiz foi o Dr. Olyntho Jacome e o preços foram os seguintes. Geral 500 réis(quinhentos réis) na moeda antiga. Senhoras, Senhoritas e crianças, gratis.

A Federação Paraibana de Futebol
 
Antes de se tornar definitivamente Federação Paraibana de Futebol, foi chamada de Liga Parahybana de Foot Ball (1914), depois chamada de Liga Desportiva Paraibana (1919). Em 1941, criou-se a Federação Desportiva Paraibana que passou a ser chamada, em 1947, de Federação Paraibana de Futebol até os dias atuais.

Campeonatos e federações
 
O futebol na Paraiba surgiu em 1908.
- de 1908 a 1913, foram disputados campeonatos extra oficiais.
- de 1914 a 1917 campeonato realizado pela Liga Parahybana de Foot Ball (não oficial)
- Em 1918 foi realizado o campeonato não oficial pela Liga Desportiva Paraibana.
- de 1919 a 1940 Liga Desportiva Paraibana.
- de 1941 a 1947 Federação Desportiva Paraibana.
- de 1947 aos dias atuais Federação Paraibana de Futebol.

  Clubes
 
- Parayba Foot Club mudou o nome para Foot Club Parahyba
- Red Cross FC mudou o nome para Club Red Cross

  Observações
 
No site da Federação Paraibana, encontramos algumas informações extras:

-1910, 1911, 1912, 1916 - não existe informações sobre o campeão.
-1922 - Não houve campeonato, pois a Liga estava inativa
-1985 - como o campeonato foi parar na justiça comum, ela não reconhece os titulos reinvidicado por Treze e Botafogo, até decisão final.

NOTA: Sobre o campeonato de 1975 existem controvérsias pois, na realidade, existem três campeões - dois considerados pela federação; e dois que são considerados pela justiça. Veja a matéria sobre este campeonato.


Federação Paraibana de FutebolFederação Paraibana de Futebol
Fundada em 24 de abril de 1947
Endereço: Rua Deputado Odon Bezerra, 580 - Tambiá
João Pessoa/PB - CEP 58020-500
Site oficial: www.federacaoparaibana.com.br 



 
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

História do Cruzeiro Esporte Clube

Escudos Oficiais

O Cruzeiro Esporte Clube foi fundado em 2 de janeiro de 1921 por desportistas da colônia italiana de Belo Horizonte com o nome de Societá Sportiva Palestra Itália. As cores adotadas foram as mesmas da bandeira italiana: verde, vermelho e branco. O primeiro uniforme do clube foi camisa verde, calção branco e meias vermelhas. O clube foi restrito apenas à participação de elementos da colônia até o ano de 1925, quando abriu as portas para desportistas de qualquer nacionalidade.

Primeira Partida

O primeiro jogo do Palestra aconteceu no dia 3 de abril de 1921, no estádio do Prado Mineiro. O Palestra venceu por 2 a 0 um combinado formado por jogadores de dois times de Nova Lima ( Villa Nova e Palmeiras). Porém, a primeira apresentação oficial da nova equipe ao público foi em um jogo contra o Atlético-MG. Vitória Palestrina por 3 a 0. A equipe era composta por Nullo, Henriqueto e Polenta; Grande, Gallo e Checchino; Pederzoli, Parizi, Nani, Attílio e Armandinho.

Classe trabalhadora

Além de se caracterizar como uma equipe de descendentes de italianos, o Palestra também se destacava por possuir elementos da classe trabalhadora de Belo Horizonte. No corpo social do Palestra prevaleciam homens da profissão de pedreiros, policiais, pintores, comerciários e marceneiros, que eram os filhos dos imigrantes que vieram construir a capital do estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, em 1894, e que herdaram de seus pais a mesma profissão.

Mudança de Nome

Em janeiro de 1942, o Brasil entrou na 2ª Guerra Mundial e um decreto lei do governo federal impediu o uso de termos das nações inimigas em entidades, instituições, estabelecimentos, etc. Com isso, o nome Itália foi retirado e a diretoria e os sócios do clube levaram 10 meses para criarem um nome e um novo símbolo para o clube que fosse totalmente brasileiro. Em outubro, um consenso dos diretores aprovou o nome Cruzeiro Esporte Clube por ser a constelação do Cruzeiro do Sul o maior símbolo da pátria brasileira. O uniforme também mudou para camisa azul, calção e meias brancas. Antes de se tornar Cruzeiro, o clube se chamou Palestra Mineiro, nome criado em 30 de janeiro de 1942. Também se chamou Ypiranga em apenas uma partida, no dia 07 de outubro de 1942, quando perdeu para o arqui-rival Atlético.
 
Sequência de Títulos

Na década de 1990 o Cruzeiro iniciou uma impressionante sequência de 15 anos ganhando pelo menos um título por ano. Foram duas Supercopas da Libertadores (1991 e 1992), uma Recopa Sul-Americana (1998), quatro Copas do Brasil (1993, 1996, 2000 e 2003), uma Copa Ouro (1995), uma Copa Master da Supercopa (1995), duas Copas Sul-Minas (2001, 2002), oito Campeonatos Mineiros (1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003, 2004) uma Copa Centro-Oeste (1999), duas Copa dos Campeões Mineiros 1991,(1999), um Supercampeonato Mineiro (2002), além da segunda Taça Libertadores da América (1997) e do Campeonato Brasileiro de 2003, o primeiro disputado por pontos corridos, em turno e returno.

Grandes craques

Eduardo Gonçalves Andrade, o Tostão, foi o maior artilheiro e o maior jogador da história do clube. Em 378 partidas jogadas (de 1963 a 1972), fez 248 gols. Foi o primeiro atleta de um clube mineiro a disputar uma Copa do Mundo, em 1966.

Zé Carlos - José Carlos Bernardo chegou ao clube em 1966 vindo do Sport de Juiz de Fora/MG e foi o jogador que mais atuou pelo clube; em 628 partidas (de 1966 a 1977) fez 83 gols.

Dirceu Lopes Mendes começou a carreira no Juvenil do Pedro Leopoldo, de onde veio para o Cruzeiro em 1963. Atuou em 601 partidas fazendo 224 gols com a camisa do Cruzeiro. Nos profissionais atuou de 1964 a 1976.

Melhor do Brasil no Século XX

Em setembro de 2009, a Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS), entidade alemã reconhecida pela FIFA, apontou o Cruzeiro como o Melhor Clube Brasileiro do Século XX. O instituto levou em consideração a performance dos clubes do mundo em competições organizadas pelas federações continentais.


Sidney barbosa da SilvaPesquisas de Sidney Barbosa da Silva
Fonte: www.cruzeiro.com.br e Arquivo www.campeoesdofutebol.com.br
Página adicionada em Setembro/2007; atualizada em 14/Setembro/2013.

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sexta-feira, 18 de julho de 2014

História do América de Natal

O glorioso América Futebol Clube foi fundado no feriado de 14 de julho de 1915, no feriado nacional comemorativo à queda da bastilha, na residência do Juiz Joaquim Homem de Siqueira, situada na rua Vigário Bartolomeu, que posteriormente serviu de local para guardar o material do clube.A diretoria provisória foi formada por Francisco Lopes de Freitas, presidente; Oscar Homem de Siqueira, vice-presidente; Getúlio Soares Ferreira, orador; Manoel Coelho Filho, primeiro secretário; Napoleão Soares Ferreira; segundo secretário; José Fernandes de Oliveira, diretor de esportes; José Lopes Teixeira, tesoureiro e João Batista Foster Gomes da Silva, cobrador.



Nesta reunião foi determinado que o clube teria o nome de América Football Clube, e que o traje seria jaqueta azul e o calção branco. A bandeira oficial seria azul, tendo no centro um círculo branco e sobre este, as letras AFC, não sendo discutido o estatuto do clube.

As três versões sobre os fundadores


 
Existem três versões sobre os nomes que fundaram o América. A primeira delas, do então Juiz de Direito de Acari, Dr. Oscar Homem de Siqueira, que nominou como 25 o número de fundadores.A segunda, divulgada na edição de 11 de setembro de 1983 de “O Poti”, consta uma relação de 27 pessoas, entre elas, Abel Viana, Antonio Rocha, Aníbal Ataliba, Aguinaldo Tinoco, Aguinaldo Câmara, Aguinaldo Fernandes, Armando Cunha, Augusto Servita Pereira, Caetano Soares Ferreira, Carlos Laet, Caos Fernandes Barros, Carlos Homem de Siqueira, Clóvis Fernandes, Francisco dos Reis Lisboa, Francisco Lopes de Freitas, Getúlio Soares Ferreira, José Artur dos Reis Lisboa, José Fernandes de Oliveira, José Lopes Teixeira, Lauro de Andrade Lustosa, Manoel Coelho Filho e Máeira e Sidrack Caldas.A terceira versão para a fundação do time rubro é bastante interessante. Consta que o Coronel Júlio Canavarro de Negreiros Melo, no dia 3 de junho de 1918, destruiu a única bola que o clube tinha para treinar e jogar, e aí, o América foi obrigado a possuir personalidade jurídica para poder entrar com uma ação indenizatória. Para tanto, registrou os Estatutos pela primeira vez no dia 3 de julho de 1918, no Primeiro Ofício de Notas, em documento assinado pelo então presidente Oswaldo da Costa Pereira.


SEDE SOCIAL


 
A “Babilônia” transformou o Tirol (*)

 
A comparação é bastante batida, mas a repetição é inevitável. O bairro do Tirol teve duas fases: antes e depois da majestosa sede do América na avenida Rodrigues Alves.Até o final dos anos 50, havia a pequena sede social localizada no mesmo terreno porém com a frente para a rua Maxaranguape. Era um prédio simples, de longe ás vezes parecendo até um imenso galpão, onde o clube chegou a realizar grandes festas, disputando a liderança com o “rival” Aero Clube.Sentindo que o clube havia crescido demais e precisava de oferecer a seus associados uma sede maior e mais moderna, um de americanos da velha guarda, tais como Humberto Nesi, Osório Dantas, Heriberto Bezerra, Humberto Pignataro, Adalberto Costa, Ruy Barreto, e entre outros resolveu arregaçar as mangas enfrentar a barra.Logo tratou de parar com futebol profissional, a título de economia, consolidando o projeto a partir de 1960, quando se licenciou da federação. Construiu sua sede monumental e aí mudou a vida noturna do bairro. As festas na “Babilônia” praticamente fechavam as ruas próximas ao clube e, no Carnaval, virava um pandemônio. As grandes noitadas de Momo reuniam cinco mil pessoas, que ninguém sabe como cabiam ali dentro.A partir daí, o bairro virou zona nobre da cidade, o preço foi para as alturas.



Utilidade Pública

 

No dia 03 de outubro de 2003 foi publicado no Diário Oficial do Município a Lei n° 5.493, de autoria do vereador Hermano Morais, reconhecendo o América Futebol Clube, como de Utilidade Pública Municipal. Em 07 de novembro de 1928, através da Lei 707 o clube foi reconhecido como de Utilidade Pública Estadual.


América de NatalAMÉRICA FUTEBOL CLUBE
Fundado em 14 de julho de 1915
Endereço: Av. Rodrigues Alves, 950, Tirol
Natal/RN - CEP: 59020-200
Estádio: ...

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domingo, 13 de julho de 2014

Classificação Final da Copa do Mundo de Futebol 2014

Taça FIFA
CAMPEÃO: ALEMANHA

Vice Campeã: ARGENTINA


3* Lugar: HOLANDA


4* Lugar: BRASIL


5* Lugar: COLÔMBIA
6* Lugar: BÉLGICA
7* Lugar: FRANÇA
8* Lugar: COSTA RICA
9* Lugar: CHILE
10*Lugar: MÉXICO
11*Lugar: SUÍÇA
12*Lugar: URUGUAI
13*Lugar: ARGÉLIA
14*Lugar: ESTADOS UNIDOS
15*Lugar; GRÉCIA
16*Lugar: NIGÉRIA
17*Lugar: EQUADOR
18*Lugar: PORTUGAL
19*Lugar: CROÁCIA
20*Lugar: BÓSNIA
21*Lugar: COSTA DO MARFIM
22*Lugar: ITÁLIA
23*Lugar: ESPANHA
24*Lugar: RÚSSIA
25*Lugar: GANA
26*Lugar: INGLATERRA
27*Lugar: COREIA DO SUL
28*Lugar: IRÃ
29*Lugar: JAPÃO
30*Lugar: AUSTRÁLIA
31*Lugar: HONDURAS
32*Lugar: CAMARÕES

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sábado, 12 de julho de 2014

F.C Barcelona - Mais de 100 anos de História


Em 29 de novembro de 1899 no Gimnasio Solé, Hans Gamper fundou o Futbol Club Barcelona, com mais onze entusiastas praticantes do que naquele momento era um desconhecido esporte chamado futebol, tendo como seu primeiro presidente o inglês Walter Wild (o mais velho de todos), que dirigiu o clube de 1899 a 1901. Hans Gamper, o grande responsável pela fundação, foi presidente por cinco vezes: 1908/1909, 1910/1913, 1917/1919, 1921/1923 e 1924/1925.

O brasão da cidade de Barcelona foi seu primeiro distintivo e foi utilizado até o ano de 1910, quando foi criado um concurso aberto a todos os sócios, para a criação de um escudo próprio. Ganhou o concurso Carles Comamala, jogador do clube de 1903 a 1912. Assim nasceu o escudo que o clube utiliza em seus uniformes até os dias de hoje, salvo algumas alterações feitas ao longo dos anos.
Naquele tempo, a mais de 100 anos, seus fundadores jamais poderiam imaginar que aquela iniciativa acabaria por alcançar o mundo futebolistico - o Barça é um dos maiores clubes do futebol mundial. É o representante de milhões de pessoas de qualquer parte do mundo, e um simbolo de identidade tanto esportivo, como também social, politico e cultural. Nos momentos mais dificeis foi a bandeira da Catalunya, representando os anseios de liberdade do povo catalão, uma simbologia que continua fortemente "arraigada" no clube e no povo catalão. No contexto espanhol, o Barça se identifica com causas solidárias, concretamente com a infancia, através do acordo de patrocinio com a Unicef.
 
Durante os mais de 100 anos o "barcelonismo" já viveu momentos de glórias e infortunios, épocas brilhantes e importantes derrotas, que contribuiram em muito para definir a personalidade de um clube que, por suas peculiaridades e caracteristicas, é único no mundo.

Desde a sua fundação até a construção do estádio de Les Corts (1899 a 1922), o Barça foi uma equipe de futebol igual as outras equipes de Barcelona. Aos poucos, com o passar do tempo, passou a ser a referência máxima do futebol catalão.No periodo do Estádio Les Corts até a construção do Camp Nou (1922 a 1957), o clube viveu situações contraditórias. Por uma parte viu crescer o seu quadro associativo, que pela primeira vez superou os 10.000 sócios, um periodo que surgiram grandes jogadores do porte de Alcántara e Samitier. Por outra parte, as dificuldades financeiras e politicas derivadas da Guerra Civil espanhola e o pós guerra, pois o clube teve que sobreviver num clima muito adverso, com o assassinato, em 1936 do presidente Josep Sunyol, a personalidade que, precisamente levou consigo o lema "desporte e cidadania". Mesmo assim o clube sobreviveu e iniciou uma recuperação social e esportiva que se materializou na construção do Camp Nou.

Da construção do Camp Nou até o seu 75° aniversário (1974), o Barcelona viveu uma época de resultados mediocres no esporte. Por outro lado se consolidou em seu quadro social com um constante crescimento associativo. Nesse período surgiu em seu quadro futebolistico um dos maiores jogadores da história: Johan Cruyff. Em 1966, por iniciativa do então presidente Enric Llaudet, o FC Barcelona criou o Troféu Joan Gamper em homenagem ao seu fundador Hans Gamper (conhecido como Joan).
 
O crescimento do futebol "Barça"

Com o inicio do longo mandato de Josep Lluis Nuñez (1978 a 2000) e a ampliação do camp Nou para a disputa da Copa do Mundo de 1982, a conquista da Recopa (1979) em Basiléia, o retorno de Johan Cruyff, desta vez como treinador, o Barça montou o "Dream Team" (1990 a 1994) que conquistou a Copa dos campeões da Europa no estádio de Wembley (1992), com o célebre gol de Koeman, e ao bicampeonato conquistado em Paris, no ano de 2006, o tri em 2009 e o tetra com Lionel Messi e cia., em 2011, ao bater o Manchester United em Wembley (3x1), consolidando um período de grandes conquistas que dura até os dias atuais.

distintivo do Barça Futbol Club Barcelona
Fundado em 29 de novembro de 1899
Endereço: Endereço: Av.Arístides Maillol, s/n 08028
Barcelona - Catalunya/ESP
Estádio Camp Nou - capacidade: 115.000 pessoas
Site: www.fcbarcelona.cat

Fonte http://www.campeoesdofutebol.com.br/hist_barcelona.html

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