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quinta-feira, 30 de junho de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
sábado, 16 de abril de 2016
Mário Sérgio Cortella "O Mestre"
Nascido em Londrina, interior do Paraná, na juventude (1973/1974/1975) experimentou a vida monástica em um convento da Ordem Carmelitana Descalça, mas abandonou a perspectiva de ser monge para seguir a carreira acadêmica. Concluiu sua graduação em 1975 na Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira. Em 1989 concluiu seu mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), sob a orientação do Prof. Dr. Moacir Gadotti, e em 1997, sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Freire, conclui seu doutorado também em Educação pela PUC-SP.
É professor titular do Departamento de Teologia e Ciências da
Religião e de pós-graduação em Educação da PUC-SP, na qual está de 1977 a 2012, além de professor-convidado da Fundação Dom Cabral, desde 1997, e foi no GVPec da Fundação Getúlio Vargas, entre 1998 e 2010.Ocupou o cargo de Secretário Municipal de Educação de São Paulo (1991-1992), durante a administração de Luiza Erundina, e foi membro-conselheiro do Conselho Técnico Científico da Educação Básica da CAPES/MEC (2008/2010).Fez o programa "Diálogos Impertinentes" na TV PUC, no Canal Universitário.
Suas Publicações
- A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos.
- Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille.
- Não Espere Pelo Epitáfio: Provocações Filosóficas.
- Não Nascemos Prontos!
- Viver em Paz para Morrer em Paz: Paixão, Sentido e Felicidade.
- Não se desespere! Provocações filosóficas.
- Sobre a Esperança: Diálogo, com Frei Betto.
- O que é a Pergunta?, Com Silmara Casadei.
- Política: Para Não Ser Idiota, com Renato Janine Ribeiro.
- Vida e Carreira: um equilíbrio possível?, com Pedro Mandelli.
- Educação e Esperança: sete reflexões breves para recusar o biocídio.
- Qual é a tua Obra? Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética.
- Vivemos Mais! Vivemos Bem? Por Uma Vida Plena.
- Liderança em Foco.
- 2014 - Ética e Vergonha na Cara!, com Clóvis de Barros Filho.
- Pensar Bem Nos Faz Bem! (Filosofia, Religião, Ciência, Educação) (1a. ed 2013). 2a. ed. Petrópolis e São Paulo: Vozes e Ferraz & Cortella, 2014.
- Descartes, a paixão pela razão 1a. ed. São Paulo: FTD, 1988.
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terça-feira, 11 de agosto de 2015
sábado, 28 de março de 2015
A Fórmula Para Recuperar a Disciplina, o Respeito e a Autonomia da Escola
![]() |
| Imagem Net |
Convocar
Pais secretarias de Educação e todos os segmentos responsáveis pela sociedade
para Juntos, traçar meios e metas para trazer novamente a escola pública o
respeito à disciplina e a dignidade que se encontra escassa e sem uso,
limitando a liberdade dos alunos para que de forma consciente, eles percebam a
necessidade e a importância que a escola tem pra uma sociedade.
Tentando
modificar a forma comportamental que hoje ameaça cada vez mais a qualidade da
educação, nada de Paulo Freire, nada de ilusões sonhadoras de uma escola
pública que existiu no passado, mas procurar resgatar pelo menos o respeito
para com todos dentro da escola, principalmente com o professor, demonstrando
sinal de respeito quando o mesmo adentrar na sala de aula além de dar a devida
atenção a todos os ensinamentos ministrados pelo professor. Juntos sociedade,
escola, Pais e responsáveis poderão certamente obter bons resultados se
trabalharem juntos com o mesmo objetivo.
Brasil Escola
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quarta-feira, 25 de março de 2015
4 Dicas Para Novos Professores
![]() |
| Imagem: Universia Brasil |
1) Use sua voz normal e natural
Levantar a voz para ter a atenção dos alunos não é a melhor estratégia. O ambiente e estresse
causados não valem à pena e podem provocar efeitos contrários. Os
estudantes irão espelhar-se em seu tom de voz, por isso evite o uso do
volume e tom elevados. Se você quer que as crianças falem e um volume
normal e agradável é importante que você seja o principal exemplo. Não
se esqueça também de diferenciar seu tom de voz. Ao pedir que os alunos
guardem seus cadernos e façam grupos, seja afirmativo e firme, em um tom
imperativo. Quando perguntar ou pedir a participação dos alunos na sala
de aula, ou questionar a importância de determinado fato, use um tom
convidativo e informal.
2) Fale apenas quando houver silêncio
Apenas espere. Aguarde que cada aluno reconheça sua presença, sem a
necessidade de qualquer apresentação ou manifestação. Lute contra a
tentação de falar ou chamar a atenção. Você irá perceber que a
iniciativa de calar-se e pedir silêncio virá dos próprios alunos e isso
faz toda diferença na construção do respeito mútuo.
3) Use comunicação não-verbal
Manter sua mão levantada e fazer contato visual
com os alunos é uma ótima forma de obter o silêncio e a atenção. Leva
um tempo para que os estudantes se acostumem com essa rotina, mas ela
funciona perfeitamente. Ao levantar sua mão, peça a eles que façam o
mesmo. Espere 5 segundos e abaixe o braço lentamente. Ligar e desligar a
luz rapidamente são métodos antigos e eficientes. Pode ser um sinal de
rotina para uma prova, por exemplo, quando faltam alguns minutos para a
entrega. Com alunos mais novos, você pode bater palmas
três vezes e ensiná-las a bater responsivamente duas vezes. É uma
maneira divertida e ativa de chamar a atenção sem precisar distanciá-los
de você.
4) Pontue problemas de forma rápida e sábia
Ao perceber um problema ou confusão pontual, resolva essa questão o
mais rápido possível. Mal estar e indisposições podem crescer
rapidamente e tornarem-se confusões e desentendimentos mais complicados
de resolver. Para resolver esses problemas de forma sábia, você e o(s)
aluno(s) devem separar-se do resto da turma, na porta ou lado de fora da
sala. Pergunte de forma ingênua “Como posso te ajudar?”, mas não faça
isso de forma sínica e que provoque mais ressentimento. Não acuse o
estudante de nada. Mostre que você se importa, mesmo se esse não for o
caso. O aluno ficará desarmado porque espera uma atitude de confrontação
e irritação. Sempre tenha uma abordagem positiva.
Diga, “Parece que você está com dúvidas” ao invés de “Porque você estava
conversando e não fez a atividade?”. Quando os estudantes tiverem
conflitos entre eles, tenha sempre uma atitude neutra,
não importando o histórico do aluno. Converse com eles durante o
intervalo ou na saída e uso uma linguagem neutra. Você deve agir como
mediador da situação, e eles devem aprender sozinhos como resolver o
problema de forma pacífica e madura.
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domingo, 20 de abril de 2014
sábado, 19 de abril de 2014
sábado, 29 de março de 2014
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
A Definição de Filosofia
Os gregos denominavam (sofia) a sabedoria e
(sofos) os sábios.… lugar comum atribuir a Pitágoras IV a.C, o termo filosofia
de(philo) amante e (sofia) sabedoria. Pitágoras dizia que os filósofos seriam
uma terceira classe à mais nobre, não procura aplausos nem lucro, porém (ali
está) para observar atentamente o que se faz e como as coisas se passam. Esses
homens s„o chamados estudiosos (ou amigos da sabedoria).Somente na
Grécia que a Filosofia adquire existência autônoma,distinguindo-se
explicitamente da religião.A filosofia e a Teologia: A filosofia é a mais alta
das ciências humanas,isto é das ciências que conhecem as coisas pela luz natural
da razão.
Há, entretanto, uma ciência acima dela. A supor que exista de fato
uma ciência que seja no homem uma participação da ciência própria de Deus, esta
ciência, evidentemente será mais alta do que a mais alta ciência humana. Ora, È
o caso da Teologia. A ciência de Deus; a ciência que podemos naturalmente
adquirir só pelas forças da razão e que nos faz conhecera Deus, como autor da
Ordem natural é uma ciência filosófica a partir do ponto culminante da
Metafísica - chamada Teologia Natural.Todavia, os princípios da Filosofia são
independentes da Teologia, pois os princípios da Filosofia são as verdades
primeiras cuja evidencia se impõe por si mesma à inteligência, enquanto os
princípios da Teologia são verdades reveladas por Deus. Para Platão a palavra
filosofia adquire o sentido de saberes racionais, reflexivos saber adquirido
mediante o método dialético.(dialética) Para Aristóteles a Filosofia consiste
em todas as coisas que o homem conhece e o conhecimento dessas coisas. Desde
Aristóteles emprega-se a palavra filosofia com o sentido de totalidade do,
conhecimento humano. A filosofia até então englobava as coisas divinas e
humanas.Na Idade Média, a Filosofia designa todo o conhecimento menos o de Deus
que era objeto da Teologia.Na idade Moderna, a partir do século XVII começa a
dividir-se o campo da Filosofia, constituindo-se a Matemática, a FÍSICA, a
Biologia, até as mais modernas, como a cibernética.O método filosófico até
Descartes se apóia depois de obtida uma intuição (afirmação, proposição ou tese
) para verificar-lhe a verdade ou a falsidade. (A dúvida metódica).Assim se diz
discursivo o raciocínio que atinge a conclusão ou a procura por meio de
operações intermediárias.Ex.: Os homens sensatos s„os bem sucedidos, ora, o
Presidente é um homem sensato; logo, será bem sucedido. É uma dedução -por meio
de duas proposições (premissas) atingimos uma conclusão. Ex.: A Terra é um
planeta e não tem luz própria, Marte também o é, assim como Vênus, Saturno,
Urano ; logo, os planetas não têm luz própria. É uma indução - mediante uma
série de conhecimentos parciais chegamos a um conhecimento geral. Para muitos
filósofos modernos o único método da filosofia é o intuitivo, qualquer outro
falsearia a verdade.A mais ampla totalização filosófica é o hegelianismo. Nele
o saber é aleado à sua dignidade mais eminente: ele não se limita a visar ao
ser de fora, ele o incorpora a si e o dissolve em si mesmo: o espírito se
objetiva, se aliena e se retoma incessantemente, se realiza através de sua
própria história. O homem se exterioriza e se perde nas coisas, mas toda a
alienação é superada pelo saber absoluto do filósofo. É certo que se pode puxar
Hegel para o lado do existencialismo. Para Hegel o trágico de uma vida é sempre
superado. É perfeitamente exato que Hegel marca profundamente a unidade e a
oposição entre a vida e a consciência. Na linguagem da semiologia moderna para
Hegel o Significante (a um momento qualquer da história) e o movimento do
espírito (que se constituir· como Significante-Significado e Significado
-Significante, isto é, absoluto-sujeito), o Significado é o homem vivo e sua
objetivação.A filosofia divide-se: em Lógica, em Metafísica, Cosmologia,
Psicologia e Ética, e geralmente estudam esses assuntos, que posteriormente
serão definidos.
ESCOLAS FILOSÓFICAS A filosofia grega, segundo o
testemunho de Aristóteles, só começa com Tales de Mileto um dos sábios ou
gnómicos que viveram nos séculos VII e VI a.C,.Estes sábios reunidos em número
de sete pela tradição, dos quais, porém temos listas variadas que os Antigos
nos legaram propunham-se, em 1º lugar, melhorar os costumes dos seus
concidadãos; algumas de suas sentenças que Platão nos relata no Protágoras,
limitam-se a enumerar lições práticas resultantes de sua experiência de vida;
eram homens de ação, legisladores ou moralistas; eram prudentes mas ainda não
filósofos. Somente Tales, entre eles, abordou os estudos especulativos.
Período de Elaboração (Os filósofos
pré-socrático).
Escola Jônica - A razão humana que se resolve a
investigar, só com os seus próprios meios, os princípios e as causas das
coisas.Pensam na matéria, uma causa material, considerava suficiente para
explicar tudo.Desde então Tales (623 - 546) a.C, atribui às águas primordiais a
origem de todas as coisas, afirmará que a água é a substância única,
permanecendo sempre a mesma em todas as transformações dos corpos. Para
Anaxímenes (540 -475 ?) a. C. È o fogo,para Anaximandro (610 - 547) a. C. È o
infinito (no sentido de indeterminado). água, ar, fogo, e infinito são tidos,
por algo de ativo, de vivo, de animado, que uma força interior torna capaz de fecundidade multiforme e sem
limites.Por esta escola Jônica tão primitiva, chamada hilozoÌsta porque atribui
a vida, à matéria, vemos que se deve tomar pelo que há de mais rudimentar em
filosofia, doutrinas tais como os monismos materialistas, que ensina a
existência de uma única substância material, o evolucionismo (Spencer e Darwin)
que pretende explicar todas as coisas pelo desdobramento histórico, o
desenvolvimento ou a evolução de qualquer coisa preexistente.Para Heróclito 500
a. C físico ou filósofo da natureza sensível.Esta realidade é a mutação ou a
Virá a ser. Vê de tal modo mudarem-se as coisas, que proclama ser tudo
mudança.Não tocamos duas vezes o mesmo ser, não nos banhamos duas vezes no
mesmo rio. No momento que levamos am„o sobre a coisa, está já cessou de ser o
que era. O que È,muda, pelo fato de ser. Nós entramos e não entramos no mesmo
rio, somos e não somos.Se não esperais o inesperado dizia ele não chegareis, à
verdade, que È difícil de discernir e que È apenas acessível.Em conseqüência
todas as coisas a seu ver, são diferenciações produzidas pela discórdia ou pela
guerra - de um principio único etéreo,vivo e divino. Desde o principio, vimos
aparecer a manifesta necessidade que leva ao Monismo (doutrina que faz de todas
as coisas um único ser) e ao Panteísmo (Doutrina que confunde o mundo e Deus)
toda a filosofia do vir a ser puro.
Escola Atomística (Demócrito de Abdera (470 - 361
?) a. C.Espírito muito menos profundo e que procura as idéias fáceis, no fluxo
de fenômenos sensíveis, algo de fixo e estável, mas, em vez de recorrer à
inteligência vai buscá-lo na imaginação. A única realidade que reconhece é
desse modo, qualquer coisa que,ultrapassando a percepção dos sentidos externos,
vem toda via cair sob a imaginação - isto È a pura quantidade geométrica,como
tal sem qualidades (sem cor, sem odor, sem sabor, etc.) e que, nas três
dimensões, do espaço, só comporta a extensão.Tudo então dever· explicar-se, a
seu ver, pelo cheio que ele confunde com o ser, e o vácuo, que confunde com o
não-ser : o cheio é dividido em porções de extensão indivisíveis (átomos), que
são separados pelo vácuo e eternamente em movimento e que, entre si, só se
diferenciam pela figura, pela ordem, e pela situação e atribui à necessidade
cega do acaso à ordem do universo, assim com a estrutura de cada ser, Demócrito
é o fundador do atomismo, e de modo mais geral de filosofia chamada mecanicista
que erige a Geometria em metafísica, reduz, todas às coisas a extensão e ao
movimento e, pretende explicar, por um acervo de circunstâncias fortuitas,a
organização das coisas.
Escola Pitagórica e Eleática. Paralelamente à
corrente filosófica Jônica os séculos VI e V a. C viram, correntes filosóficas:
a pitagórica e a eleática. Pitágoras de Samos (572 - 500 a. C), fundador de uma
sociedade filosófica e religiosa e política, que tomou conta do poder,em algumas
cidades da Grande Grécia (Itália Meridional).A ciência dos números que lhe
revelou essas realidades invisíveis,cuja ordem imutável domina e governa o curso do vir a ser,e daí por diante só conhece
os números.Os pitagóricos acreditavam igualmente que o ciclo dos períodos
cósmicos devia trazer eternamente,com longos intervalos, a volta de todas as
coisas, que se reproduziam identicamente nos seus menores detalhes.A astronomia
é uma das ciências que receberam, da escola pitagórica, notável
desenvolvimento. Filolaos afirmando que a terra, o sol e todos os astros
rodavam a volta de um misterioso centro do mundo ocupado pelo fogo. Vivendo e
movendo-se na ciência dos números, escreve Aristóteles eles juntaram e
coordenaram todas as concordâncias que puderam observar entre os números e as
harmonias de um lado, e os fenômenos celestes e o conjunto do Universo, de
outro.
Eleática: O filósofo mais profundo e o verdadeiro
fundador da Escola Eléia (Itália Meridional) È ParmÍnides de Eléia (nascido em
540 a. C).Ultrapassando o mundo das aparências sensíveis e até o próprio mundo
dos números e das formas ou essências metafísicas, alcança aquilo que, nas
coisas È propriamente o objeto da inteligência Parmênides torna-se cativo do
ser. Só uma coisa ele vê: o que é, e não pode deixar de ser, o ser é, o não-ser
não é. Por conseguinte,foi o 1º filósofo que destacou e formulou o principio de
identidade ou de não contradição, principio supremo de todo pensamento.
Escola sofistica. A sofistica não é uma doutrina;
È antes, uma atitude viciosa do espírito.Os sofistas desviam a ciência do seu
objeto e subtraem-na à sua regra; os sofistas eram,pois, tudo menos sábios.
Professores ambulantes que recolhiam honras e dinheiro, enciclopedistas,
conferencistas, jornalistas. É que queriam as vantagens da ciência,sem querer a
verdade. Sob este ponto de vista notabilizavam-se como racionalistas e sábios
universais, davam explica ações falsamente claras para todas as coisas, e
pretendiam reformar tudo - até mesmo as regras de gramática e o gênero de
substantivos.Por isso interessavam-se de preferência pelas coisas humanas, que
de todas são as mais complexas e menos certas,mas onde o homem pode realizar
melhor sua ciência em poder e glória; na História, no Direito, na Política, na
retórica. E passavam por professores de virtude.Nestas condições é natural que
a única doutrina a que haja chegado a sofistica tenha sido o que chamamos o
relativismo e o ceticismo. Protágoras de Abdera (480 - 410 a. C) declarava por
exemplo, que o homem é a medida de todas as coisas,das que são enquanto são e
das que não são enquanto não são, os que significavam ao seu ver que tudo é
relativo às disposições do sujeito e que o verdadeiro é o que parece tal a cada
pessoa.
Escola Socrática: foi Sócrates (469 - 399 a. C)
quem salvou o pensamento grego do perigo mortal em que o colocava a
sofistica.Sócrates faz profissão de ignorância e ensina aos seus ouvintes a procurar
somente a verdade. Toda a sua obra foi portanto,uma obra de conversão, procurou
soerguer a razão, orientando-a para a verdade, isto é para aquilo para o qual
ela foi feita.Sócrates retifica o pensamento filosófico, disciplina-o e
impõe-lhe a investigação das essências e das definições.Sócrates também
comparava-se a um aguilhão, encarregado de picar e acordar os atenienses e de
forçar sua razão a um perpétuo exame de consciência: oficio que os atenienses
deviam retribuir com a cicuta, oferecendo ao velho Sócrates, já perto do fim da
vida, a mais bela morte que a sabedoria puramente humana pode condicionar.Seus
discursos visavam principalmente ao problema da conduta da vida humana, ao
problema da moral. Devo fazer só o que me é bom, e o que me é bom é o que me é
útil, - verdadeiramente útil.Pelo duplo caráter, metafísico e cientifico, de
seu ensinamento moral, Sócrates opõe-se fundamentalmente aos sofistas e pode
ser considerado como o fundador da ciência moral.
Escola Platônica: Platão nasceu em Atenas (426 ou
430 a. C). Platão aperfeiçoa o método de Sócrates e o transforma na Dialética,
que se funda não em opiniões distintas, mas em uma opinião e sua critica,ou
ainda de passar de conceito em conceito, de proposição em proposição até
atingir os conceitos mais gerais e os primeiros princípios
(República).Partindo-se de uma hipótese vai-se melhorando-a com criticas, e
como é no diálogo que se aprimoram as idéias mediante afirmações,e negações,
denominou Dialética o seu método.Verifica-se que a Dialética de Platão e a
Maiêutica de Sócrates conservam o método de iniciar de uma hipótese ou idéia e
melhorá-la por meio do diálogo.
Escola Aristotélica: Aristóteles nasceu em
Estagira (Macedônia 384 -322 a. C). Discípulo de Platão.Aristóteles desenvolve
a Dialética platônica e a faz mudar de aspecto.Estuda e se fixa no movimento da razão
intuitiva que por meio de contra posição, de opiniões vai passando de uma
afirmação a outra e busca as leis por força das quais fazemos essa operação.
Não se pode asseverar que Aristóteles seja o inventor da Lógica, pois Platão,
na Dialética havia concebido uma lógica implícita, porém as leis do silogismo e
suas figuras representam obra sua.O método de Aristóteles é a Lógica, que
não mudou em seus aspectos essenciais até hoje. A filosofia para Aristóteles
baseia-sena demonstração da prova uma afirmação que não está provada não é
verdadeira ou pelo menos não sei se é ou não verdadeira.
IAULAS
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Aprenda Como Elaborar um Relatório GRÁTIS
1. O que é um relatório?
Um
relatório de uma atividade prática, é uma exposição escrita de um determinado
trabalho ou experiência laboratorial. Não é apenas uma descrição do modo de
proceder (técnicas, reagentes, material, etc.), pois este conjunto de
informações constitui o protocolo. Um relatório é o conjunto da descrição da
realização experimental, dos resultados nele obtidos, assim como das idéias
associadas, de modo a constituir uma compilação completa e coerente de tudo o
que diga respeito a esse trabalho. De alguma forma, elaborar um relatório deve
ser visto pelo aluno como uma etapa importante na sua formação acadêmica, para
que mais tarde, como profissional, possa ter adquirido e desenvolvido a prática
e o raciocínio crítico necessários à elaboração de um artigo científico.
2- Como escrever?
O
relatório como instrumento de trabalho deverá utilizar uma linguagem simples,
clara, objetiva e precisa. A clareza do raciocínio, característica do método
científico, deverá transparecer na forma como o relatório é escrito.
Um
relatório deverá ser conciso e coerente, incluindo a informação indispensável à
compreensão do trabalho. A forma pela qual alguma informação pode ser
apresentada (tabelas, gráficos, ilustrações), pode contribuir consideravelmente
para reduzir a extensão de um relatório.
As
frases utilizadas devem ser completas, para que, através da sua leitura seja
possível seguir um raciocínio lógico. Em ciência, todas as afirmações devem ser
baseadas em provas fatuais e não em opiniões não fundamentadas. Fatos
especulativos não podem tomar o lugar de outros já demonstrados. De igual modo,
o aluno (futuro investigador) deve evitar o excesso de conclusões, sendo estas
precisas e sintéticas. As conclusões devem, igualmente, ser coerentes com a
discussão dos resultados.
3- Estrutura dum relatório
A
divisão metodológica de um relatório em várias seções ajuda à sua organização e
escrita por parte dos autores e, de igual modo, permite ao leitor encontrar mais facilmente a informação que
procura.
3.1.
Título, autor(es) e data (capa)
2ª página
Índice:
Deverá
incluir sumariamente qual ou quais os objetivos do trabalho a realizar.
Nesta
parte do relatório deve ser introduzido o trabalho experimental a realizar, bem
como as noções teóricas que servem de base ao mesmo. A introdução deve conter a
informação essencial à compreensão do trabalho.
Deve
ser sintético mas preciso, contendo, no entanto, informação suficiente de modo
que, no caso da experiência vir a ser repetida por outrem, possam ser obtidos
resultados idênticos. Normalmente considerado como um ponto secundário do
trabalho, esta parte do relatório é, no entanto, essencial para a compreensão
da experiência a realizar.
Descrição
do que se observa na experiência. Inclui o registo e tratamento dos dados, bem
como os esquemas e ou as figuras das observações efetuadas.
Página posterior a dos resultados
Interpretação
dos resultados. A discussão deve comparar os resultados obtidos face ao
objetivo pretendido. Não se devem tirar hipóteses especulativas que não possam
ser fundamentadas nos resultados obtidos. A discussão constitui uma das partes
mais importantes do relatório, uma vez que é nela (e não na introdução) que os
autores evidenciam todos os conhecimentos adquiridos, através da profundidade
com que discutem os resultados obtidos.
Esta
parte do relatório deve sumarizar as principais conclusões obtidas no decurso
do trabalho realizado.
A
bibliografia deve figurar no fim do relatório. Nela devem ser apresentadas
todas as referências mencionadas no texto, que podem ser livros (ou capítulos
de livros), artigos científicos, CD-ROMs e websites consultados.
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